Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
❝ ...As vezes a vida é dura com a gente
nos da cada golpe, cada pancada, nos
joga no chão em meio as pedras. Por
mas que você sofra, lembre se sempre,
é no chão que damos impulso para subir....❞
--------------------------Eliana Angel Wolf
Senhor
❝ ... É grande a luta, mas quero agradecer
cada obstaculo, cada facada e cada
lágrima caída. Na dor o Senhor me fez
forte, nas tribulações o Senhor me amparou.
Cada dia sinto a sua presença em minha vida,
a cada dia te amo mais. Meu Senhor e meu Deus,
minha rocha e Salvação. Sinto o teu agir em cada
detalhe de minha vida, obrigado por me ensinar
a ser paciente e me mostrar o caminho a seguir.
Que meus joelhos dobrados sejam sempre para te
louvar, que meus joelhos dobrados sejam para te
adorar em cada anoitecer e em cada amanhecer.
Obrigado por cuidar de nós..❞
--------------Eliana Angel Wolf
╱◥◣ ╱◥█◣
︱田︱田︱︱田l田 ★..★.
❝...Que a vida seja leve em cada detalhe.
Que as surpresas da vida venha cheio
de delicadezas. Sinta o Amor De Deus
abençoando seus passos, que você
consiga superar seus medos e aflições.
nunca se esqueça. Você tem um Deus
que esta junto de você lutando a sua
batalha. Seja rocha, seja luz. Deus te
Abençoe...❞
---------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf
❝ ...Aprecie cada momento vivido, curta cada segundo de sua vida.
Esteja perto daqueles que você ama. Seja amiga de todos mas
confie só em Deus. A vida passa rápido demais e sem querer o
mundo nos obriga parar. Uma prece surge no meio da multidão,
silenciosamente uma lágrima surge no olhar do inocente, pedido
de paz paira sobre o ar. Deus nos fala no sussurrar do vendo, esteja
atento a vós do Senhor...❞
-------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf
Por que o coração materno só fica tranquilo, quando sabe que os filhos estão bem? Cada vez me convenço mais que o maior ato de coragem de uma mulher é a decisão de ser mãe.
Salto de Fé
Autoria: Diane Leite.
Grata sou, ao universo e ao tempo,
Por cada momento vivido, cada alento.
No amor que floresceu, encontrei o presente,
Um tesouro divino, intenso e pungente.
Se o destino permitir que dure mais,
Recebo com alegria, sem questionar jamais.
Mas se o vento mudar e o fim se mostrar,
Aceito com graça, pronta a caminhar.
Um ano de amor, um abraço de alma,
Um presente que trouxe cura e calma.
Se foi eterno? Em essência, sim,
Pois o amor vivido nunca tem fim.
Confio no universo, na luz que me guia,
Na espiritualidade que me acaricia.
Cada salto de fé me fez entender,
Que o melhor sempre vem, basta crer.
E se a jornada pedir que eu siga sozinha,
Levo no peito a chama que se avizinha:
De que amar de verdade é libertar,
E viver com gratidão, sempre a caminhar.
Que o universo me mostre o que está por vir,
Com fé no futuro, no que há de surgir.
Seja mais amor ou um novo amanhecer,
Aceito o que vier, pronta para viver.
Capítulo 3 - Entre a Dor e o Amor
1. Entrelaços do Sentir
A vida é feita de camadas. Cada emoção que sentimos, cada relacionamento que vivemos, acrescenta uma nova dimensão ao que somos. Às vezes, essas camadas brilham como um amanhecer tranquilo, mas, em outras, pesam como o céu antes de uma tempestade. O que permanece constante é o aprendizado que cada experiência nos oferece — mesmo que, no momento, isso pareça apenas dor.
Houve um tempo em que o silêncio dentro de um relacionamento se tornou ensurdecedor. Era como se estivéssemos em lados opostos de um abismo, gritando palavras que o outro não conseguia ouvir. O início havia sido diferente. Havia risos, toques leves e promessas ditas com o tipo de convicção que só a paixão oferece. Mas, com o tempo, o que parecia fácil tornou-se difícil. Pequenas mágoas se acumularam como grãos de areia em uma ampulheta, até que, um dia, percebemos que não havia mais tempo.
Eu me lembro de uma noite em particular. Estávamos sentados à mesa, cada um em sua própria bolha de pensamentos. A luz branda do abajur criava sombras suaves no ambiente, mas não conseguia iluminar o espaço vazio entre nós. Era como se algo tivesse morrido ali, algo que nenhum de nós conseguia nomear. Foi naquela noite que decidi escrever uma carta. Eu sabia que não era uma solução, mas precisava tirar de dentro de mim as palavras que haviam ficado presas por tanto tempo.
Na carta, falei das minhas inseguranças, dos meus medos e, sobretudo, da minha esperança de que ainda fosse possível encontrar um caminho de volta. Não foi uma tentativa de resgatar o que havíamos perdido, mas um gesto de honestidade, uma maneira de me reconectar comigo mesma. Quando terminei de escrever, senti um alívio que há tempos não sentia. Percebi, então, que às vezes o ato de se expressar é mais importante do que a resposta que esperamos do outro.
Essa experiência me ensinou que o amor não é apenas um sentimento; ele é uma prática. É sobre estar disposto a ser vulnerável, a enfrentar os próprios medos e a abrir espaço para que o outro também o faça. É, sobretudo, sobre aceitar que o amor verdadeiro não é perfeito — ele é feito de rachaduras, de escolhas difíceis e de coragem.
2. Histórias que Moldam
Mas nem toda dor pode ser resolvida. Algumas vêm para nos transformar de maneiras que só compreendemos muito tempo depois. A perda de um irmão e amigo querido foi uma dessas experiências. Lembro-me do dia em que recebi a notícia. O mundo parecia ter parado, como se cada som ao meu redor tivesse sido abafado por uma cortina de silêncio. A ausência dele era palpável, e o vazio que deixou parecia impossível de preencher.
Por muito tempo, tentei fugir dessa dor. Preenchi meus dias com tarefas, cercando-me de pessoas e buscando distrações que, no fundo, eram inúteis. Mas, eventualmente, percebi que não era possível escapar. Foi ao revisitar as memórias que compartilhamos que compreendi algo profundo: ele não havia partido por completo. Cada momento que vivemos juntos, cada conversa e cada gesto, permanecia vivo em mim. A dor da perda, percebi, era o preço que pagamos pelo privilégio de amar.
E então há as conexões que nos moldam de maneiras mais sutis. Uma amizade de infância, por exemplo, me ensinou sobre o poder da empatia. Passamos por fases de pura alegria e por momentos de desafio, mas foi em uma dessas crises que nosso laço se fortaleceu. Quando minha amiga enfrentava uma dor profunda, descobri que apoiar alguém não é apenas oferecer palavras de conforto — é estar presente, mesmo quando não há nada a dizer. Foi nesse espaço de silêncio compartilhado que nosso vínculo se tornou inquebrável.
3. Camadas do Sentir
O amor, em suas diferentes formas, é tão multifacetado quanto a vida. Ele nos desafia intelectualmente, conecta-nos emocionalmente e desperta nossos sentidos. Em cada experiência, há uma lição escondida, esperando para ser descoberta. Às vezes, essa lição vem na forma de uma alegria avassaladora; em outras, ela surge das cinzas de algo que acreditávamos ser permanente. O que permanece constante é a capacidade do amor de nos transformar.
Ao refletir sobre essas experiências, percebo que cada conexão que cultivamos nos aproxima de nossa própria essência. Seja no calor de um abraço, no peso de uma despedida ou na troca silenciosa de olhares, somos moldados pelos laços que criamos e pelas histórias que compartilhamos.
4. Reflexões Silenciosas
E assim, deixo este convite a você: pense nas pessoas que passaram por sua vida. Quais marcaram você de forma indelével? Quais momentos de alegria ou dor o transformaram? Às vezes, a resposta para nossas perguntas mais profundas está nas histórias que carregamos, nos ecos das vozes que ainda ressoam dentro de nós.
A vida é um ciclo constante de encontros e despedidas, luzes e sombras. Mas, se há algo que aprendi, é que a luz sempre encontra um jeito de atravessar até os espaços mais escuros. Cada conexão que fazemos, cada laço que criamos, é uma centelha dessa luz, nos guiando de volta para casa.
Cada Passo Te Faz Mais Forte
Imagine uma montanha tão alta que parece tocar o céu. Seus picos cobertos de neve, seus penhascos desafiando a gravidade. Você olha para cima e sente um frio na espinha: ‘E se eu cair? E se não conseguir?’
Mas agora vem a verdade que ninguém te contou: essa montanha não está lá fora. Ela existe dentro de você.
O medo do fracasso é como uma tempestade que você mesmo alimenta. Cada pensamento de ‘e se’ é um relâmpago que ilumina sombras irreais. Você teme tropeçar, mas esquece que até as pedras no caminho são mestras.
Sêneca já dizia: "As dificuldades fortalecem a mente, assim como o trabalho pesado fortalece o corpo". E é exatamente isso: cada passo vacilante não é fraqueza, é treino para a resistência.
Vou te contar um segredo que os navegadores sabiam bem: ninguém descobre novos oceanos sem perder a costa de vista. O medo do desconhecido é real, mas a grandeza está em avançar mesmo assim. Os erros não são abismos, são estrelas que guiam sua travessia. A falha não é o fim da história, é a página em branco onde você reescreve sua estratégia.
Pratique isso hoje:
1. Troque ‘E se eu falhar?’ por ‘E se eu aprender?’
2. Celebre cada pequena queda como um mapa do que evitar.
3. Lembre-se de que até o sol, para nascer, precisa atravessar a escuridão.
Você não está aqui para ser perfeito. Está aqui para ser intrépido. A montanha não desaparece, mas a cada passo suas pernas ficam mais fortes. E um dia, ao olhar para trás, você verá que os penhascos que tanto assustavam eram apenas degraus disfarçados.
A vida não exige que você chegue ao topo. Só quer que você suba.
Porque o único erro real é ficar parado.
Respire fundo.
A próxima subida já é sua.
Autoria: Diane Leite
O poder das nossas escolhas
Autoria: Diane Leite
Fui criada com o entendimento de que cada pessoa tem direito ao livre-arbítrio. E tem. Mas a liberdade, quando não é acompanhada de consciência, vira apenas uma fuga disfarçada.
Alguns usam o livre-arbítrio para ferir. Outros, para se esconder. Muitos, simplesmente, por não saberem mais sentir.
O que descobri — e quero te lembrar — é que junto com o direito de escolher, vem o dever de se responsabilizar por cada escolha. Porque não vivemos sozinhos. Somos parte de um todo.
E o que você escolhe... reverbera.
Com o tempo, aprendi a não projetar nos outros a minha forma de amar. Eles são eles. Eu sou eu.
E eu sou amor.
Dou amor. E continuarei oferecendo aos que me tocam com verdade — mas sem mais me abandonar para ser aceita.
Onde não há ressonância, há vazio.
E onde há vazio, não é o seu lugar.
Seu lugar é dentro de si.
Inteiro. Serena. Fiel ao que sente. Feliz por quem você está se tornando.
Em vez de sofrer pelas decisões dos outros, volte-se para dentro. Pergunte-se:
Como posso me amar mais hoje?
As escolhas alheias — na família, na amizade, no amor — pertencem a eles. E você, em sua liberdade, pode escolher a si. Pode partir sem culpa. Pode permanecer sem se anular.
Pode ser luz. E ainda assim, colocar limites.
Amar não é ser refém.
Perdoar é libertar-se.
Se você é sempre quem doa e nunca é recebida, talvez tenha esquecido que é a autora da sua própria história. Que pode reescrever o roteiro.
Que pode se escolher.
E que merece reciprocidade.
Ame com coragem.
Dê com inteireza.
Mas nunca mendigue o que deveria fluir.
Neste instante, escrevo com meu filho ao lado. Olho para ele e penso:
que sorte a minha por saber amar — sem me perder de mim.
Porque amar é isso: permanecer inteira…
Ho, Deus me ajude a esquece-lo, a lembrar cada dia menos. Sei que não posso tê-lo, insistir é me levar a um abismo onde já estive e não pretendo voltar. Lms
São muitas transformações entre os anos, o que deixa em cada uma delas, assim como o caráter da vida, a marca da permanente mudança
Escrever é sangrar sem sujar o papel.
Cada pensamento que nasce aqui brota de dores antigas,
de vivências que nunca pediram licença,
de cicatrizes que o tempo insistiu em manter abertas.
Estas linhas rabiscadas são um espelho trincado, quem lê, talvez enxergue ali os próprios fragmentos.
Não é renunciar à luta, pois os problemas permanecem como sombras. É persistir a cada dia, embalado pelo amor do Senhor, a verdadeira luz para quem anseia por vida plena. Quando o corpo se cansa e a mente clama por descanso, é a fé renovada que me ergue, não na ilusão da resolução, mas no sagrado impulso de encontrar razões para sorrir, mesmo que sejam apenas os ecos fugazes de uma alegria que dança entre as dores.
Minhas lágrimas não caem, se acumulam por dentro, como rios represados, até virarem pedra.
E cada silêncio que ofereço
é um lamento que não teve lugar para existir.
Escolhas ecoam na vida,
cada atitude abre ou fecha caminhos.
Diante do câncer e da perda de movimentos, escolhi o verbo em vez do silêncio, tornei‑me narrador da minha própria história. A dor não desaparece,
mas, ao escrever, reencontro o controle
que pensei ter perdido.
Minhas dores viraram degraus… mas não me levam a lugar algum. Cada obstáculo vencido, cada movimento reencontrado, é só um fôlego breve… antes do próximo degrau, mais alto, mais cruel. É um ciclo exausto: subo… pra voltar ao mesmo ponto. Corro… sem sair do lugar. Como quem anda numa esteira… presa à própria luta.
Tenho inclinação para me destruir, sou o martelo e o muro que trinca. Cada falha vira sentença, cada pensamento uma marreta contra mim mesmo. Temo a força das minhas próprias mãos, que insistem em demolir o pouco que ainda permanece de pé.
Penso nos dias bons, mas a dor me puxa pelos tornozelos, como se eu tentasse nadar em cimento. Cada pensamento feliz é afogado por um espasmo, um aperto, um sopro de tristeza cravado no corpo. Quero ver luz, mas há sempre uma sombra colada aos meus passos, sussurrando que sonhar dói mais do que desistir.
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