Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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Cada pessoa é como gostaria de ser, pois se não fosse assim, ela não seria...

Inserida por g-i

Entenda de qual Proximidade (próximo) e Amor Ele ensina e viva o distanciamento cada dia mais perto Dele, pois não é onde estamos e sim onde ELE ESTÁ!!!

Inserida por pedro_fabio_ribeiro

⁠Cada indivíduo navega por suaspróprias jornadas, enfrentando desafios,
descobertas e transformações ao longo do caminho.

Livro: Cuidados Paliativos:A arte de viver bem até o retorno

Inserida por NINALEEMAGALHAES

⁠Em cada época, uma característica dominante se destaca, manifestando-se na criação particular que parece definir aquele tempo. É o legado dessas criações que perdura, transmitindo-se às futuras eras como um testemunho. No nosso século, marcado pela ansiedade, surge a percepção de que nossos pais talvez não tenham experimentado esse mesmo sentimento, ao menos é assim que os vemos, vivendo suas vidas com uma serenidade e calma que nos são cada vez mais estranhas, chegando ao ponto de muitas vezes nos sentirmos enfermos, inclusive durante momentos de descanso.

Inserida por NINALEEMAGALHAES

titulo: è HORA E TEMPO DE SER FELIZ 1
Quanto maior a sua luta ...
quanto mais dificil fica ,cada dia que amanhece, e a esperança se esvai..
Pode ter certeza de uma coisa: a sua vitória esta muito próxima de acontecer !
Não é hora de desistir, apesar da dor e do cansaço..
e a tristeza te desanimar..
È na hora da dificulldade ,que ficamos mais fortes.
Sua vitória esta chegando...seus sonhos se realizando..È a hora de você ser feliz !
Autor:
Gilberto Braga,Celebrante de casamentos e cerimonialista.

Inserida por Gilbraga

⁠Cada uma de nossas vidas na terra é uma página do livro da nossa existência.

Inserida por Valdecir

O não que tinha alma de sim

Só quem tem o poder de te fazer sentir viva, pode fazer você se sentir morta.
Só quem arrepia cada centímetro do seu corpo e faz você sentir o sangue bombear num ritmo charmoso, é capaz de estragar o mundo quando parte.
Só quem tem o poder de tornar o mundo leve e fazê-la flutuar, também pode afundar sua noite e fazer com que seu corpo se arraste pelos restos que sobraram da festa.
Aonde está a força de negar um desejo se enquanto ele não é saciado continua existindo?
Desejos nascem, ocupam lugares interessantes do seu corpo, e não morrem antes de um formigamento exausto de prazer, uma manhã de arrependimentos e clicks que a vida nos dá, também chamados de momentos de verdade, que em muito se parecem com toques de mágica para você sair do estado encantado e falso da imaginação.
O tempo não se encarrega de matar desejos, apenas de substituir os personagens.
Você pensa que é forte sendo moralista, respirando fundo, contando até mil, rezando, desviando sua atenção, mas o desejo está lá, num bar com amigos, te olhando de longe.
Ele está no vazio que deixou, na dúvida de como poderia ter sido, na esperança do próximo encontro, na consciência leve pela negação e pesada pela cobrança de um tesão ainda latente.
Pecados existem, não os julgados por Deus, não as pecuinhas julgadas pelos humanos. Pecados existem dentro dos corações traidores.
Mas se antes meu coração ardeu e se assustou de pecados, agora ele chora de saudade, de covardia e de aceitação. Ele está puro e nem por isso tranqüilo.
Esse é o maior problema dos desejos, eles não aceitam não como resposta. Você só coloca um ponto final nele se for até o fim. E o fim pode ser um simples enjôo ou, na pior das hipóteses, a morte.
Mas você viveu. Para matar um desejo é preciso viver, nem que depois você morra junto com ele.
Indo embora para casa, segurei o peito, que parecia solto, e abafei uma lágrima. Como eu queria agora estar com ele. Por aquelas horas de delícias e mais meia de arrependimento na hora de se vestir. Por aqueles segundos de esquecimento, mais meses de lembrança. Por algumas palavras idiotas, mais muitas contidas para não parecer idiota.
O desejo me acompanhou até em casa. Muito, muito mais forte que minha nobreza em ter dito não.
Ele está lá. No seu coração, na sua mente, no cheiro que você carrega junto com seu passado. Ele está em cada batimento cardíaco contraído da sua vagina, em cada torção contraída do seu estômago, em cada momento descontraído de seus hormônios.
Você está aqui. Em cada linha que eu escrevo tentando ser boa redatora, em cada momento correto que eu me agarro para não deixar você errar, em cada provocação estratégica para você nunca desistir de insistir em errar.
Você está aonde eu quero chegar, em tudo que eu quero negar, muito presente.
Não quero uma só uma escapadinha, não quero uma vida ao seu lado. Não quero nunca mais te ver. Queria ter dez minutos com você, o bastante para não mudar minha vida em nada. Quero outra vida. Não estou nem aí pra você. Só penso em você. Você é meu amigo, você é um conhecido, você foi a melhor noite da minha vida. Mais do que qualquer certeza, confusão é paixão.
Quis demais que você fosse embora, quis demais que você ficasse pra sempre, quis não pensar, me agarrei numa lógica fria que berrou no meu ouvido que toda ação tem sua reação.
Toda traidora tem seu dia de enganada. Entenda cada som, de cada letra, de cada palavra, de cada frase, de cada sentença, de cada idéia carregada de desejo, como um grito de cada parte do meu corpo que ficou lacônica quando sua presença física abandonou a brincadeira.
O desejo era tanto, que travei. Tive medo que você tirasse minha maquiagem e a roupa que vesti para seduzi-lo. Tive medo da hora de ir embora, a maior solidão é não poder dormir nos seus abraços, pois ele é meu apenas por horas.
Tive medo de ser só desejo, porque para mim já é mais. Prefiro ser perseguida pelo meu desejo, que não tem dia para acabar, do que ser abandonada mais uma vez pelo seu, que dura no máximo algumas horas.

Você tem me deixado tão chateado contigo
que a vontade que eu tenho agora
é de te pegar de jeito,
te colocar contra a parede,
segurar esse teu rosto com desejo,
te acertar uns bons tapas
e beijar tua boca com toda paixão,
enquanto enlaço minhas mãos
em teus cabelos
e puxo,
te machuco...
te sufoco...
te arrasto pra cama
e começo a te dar uma boa surra,
de amor e de cinta,
que é pra você aprender
a não deixar o teu homem
nem mais um dia
sem você...

A náusea

11 de dezembro de 2012

O Estado de S.Paulo

O grande Cole Porter tem uma letra de música que diz: "Conflicting questions rise around my brain/ Should I order cyanide or order champagne?" ("Questões conflitantes rondam minha cabeça/ devo pedir cianureto ou champanha?")

Sinto-me assim, como articulista. Para que escrever? Nada adianta, nada. E como meu trabalho é ver o mal do mundo, um dia a depressão bate. A náusea - não a do Sartre, mas a minha. Não aguento mais ver a cara do Lula, o homem que não sabe de nada, talvez nem conheça a Rosemary, não aguento mais ver o Sarney mandando no País, transformando-nos num grande "Maranhão", com o PT no bolso do jaquetão de teflon, enquanto comunistas e fascistas discutem para ver quem é mais de "esquerda" ou de "direita", com o Estado loteado por pelegos sem emprego, não suporto a dúvida impotente dos tucanos sem projeto; não dá mais para ouvir quantos campos de futebol foram destruídos por mês nas queimadas da Amazônia, enquanto ecochatos correm nus na Europa, fazendo ridículos protestos contra o efeito estufa; não aguento mais contar quantos foram assassinados por dia, com secretários de segurança falando em "forças-tarefas" diante de presídios que nem conseguem bloquear celulares, não suporto a polêmica nacionalismo-pelego x liberalismo tucano, tenho enjoo de vagabundos inúteis falando em "utopias", bispos dizendo bobagens sobre economia, acadêmicos decepcionados com os 'cumpanheiros' sindicalistas, mas secretamente fiéis à velha esquerda, que só pensa em acabar com a mídia livre, tremo ao ver a República tratada no passado, nostalgias masoquistas de tortura, indenizações para moleques, heranças malditas, ossadas do Araguaia e nenhuma reforma no Estado paralítico e patrimonialista, não tolero mais a falta de imaginação ideológica dos homens de bem, comparada com a imaginação dos canalhas, o que nos leva à retórica de impossibilidades como nosso destino fatal e vejo que a única coisa que acontece é que não acontece nada, apesar dos bilhões em propaganda para acharmos que algo acontece. Odeio a dúvida de Dilma, querendo fazer uma política modernizante, mas batendo cabeça para o PT, esse partido peronista de direita.

Não aturo a dúvida ridícula que assola a reflexão política: paralisia x voluntarismo, processo x solução, continuidade x ruptura; deprimo quando vejo a militância dos ignorantes, a burrice com fome de sentido, balas perdidas sempre acertando em crianças, imagens do Rio São Francisco com obras paradas e secas sem fim, o trem-bala de bilhões atropelando escolas e hospitais falidos, filas de doentes no SUS, caixas de banco abertas à dinamite, declarações de pobres conformados com sua desgraça na TV; tenho engulhos ao ver a mísera liberdade como produto de mercado, êxtases volúveis de 'descolados' dentro de um chiqueirinho de irrelevâncias, buscando ideais como a bunda perfeita, bundas ambiciosas querendo subir na vida, bundas com vida própria, mais importantes que suas donas, odeio recordes sexuais, próteses de silicone, pênis voadores, sucesso sem trabalho, a troca do mérito pela fama, não suporto mais anúncio de cerveja com louras burras, abomino mulheres divididas entre a 'piranhagem' e a 'peruice', repugnam-me os sorrisos luminosos de celebridades bregas, passos de ganso de manequim, notícias sobre quem come quem, horroriza-me sermos um bando de patetas de consumo, rebolando em shoppings assaltados, enquanto os homens-bomba explodem no Oriente e Ocidente, desovando cadáveres na Palestina e em Ramos, ônibus em fogo no Jacarezinho e Heliópolis, a cara dos boçais do Hamas querendo jogar Israel no mar e o repulsivo Bibi invadindo a Cisjordânia, o assassino pescoçudo Assad eliminando o próprio povo, enquanto formigueiros de fiéis bárbaros no Islã recitam o Alcorão com os rabos para cima, xiitas sangrando, sunitas chorando, tudo no tão mal começado século 21, século 8.º para eles ainda, não aguento ver que a pior violência é nosso convívio cético com a violência, o mal banalizado e o bem como um charme burguês, não quero mais ouvir falar de "globalização", enquanto meninos miseráveis fazem malabarismo nos sinais de trânsito, cariocas de porre falam de política e paulistas de porre falam de mercado, museus pós-modernos em forma de retorcidos bombardeios em vez da leveza perdida de Niemeyer, espaços culturais sem arte nenhuma para botar dentro, a não ser sinistras instalações com sangue de porco ou latinhas de cocô de picaretas vestidos de "contemporâneos", não aguento chuvas em São Paulo e desabamentos no Rio, enquanto a Igreja Universal constrói templos de mármore com dinheiro arrancado dos ignorantes sem pagar Imposto de Renda, festas de celebridades com cascata de camarão, matéria paga com casais em bodas de prata, políticos se defendendo de roubalheira falando em "honra ilibada", conselhos de ética formado por ladrões, suplentes cabeludos e suplentes carecas ocultando os crimes, anúncios de celulares que fazem de tudo, até "boquete"; dá-me repulsa ver mulheres-bomba tirando foto com os filhinhos antes de explodir e subir aos céus dos imbecis, odeio o prazer suicida com que falamos sem agir sobre o derretimento das calotas polares, polêmicas sobre casamento gay, racismo pedindo leis contra o racismo, odeio a pedofilia perdoada na Igreja, vomito ao ver aquele rato do Irã falando que não houve Holocausto, cercados pelas caras barbudas da boçal sabedoria de aiatolás, repugnam-me as bochechas da Cristina Kirchner destruindo a Argentina, a barriga fascista do Chávez, Maluf negando nossa existência, eternamente impune, confrange-me o papa rezando contra a violência com seus olhinhos violentos, não suporto Cúpulas do G20 lamentando a miséria para nada, tenho medo de tudo, inclusive da minha renitente depressão, estou de saco cheio de mim mesmo, desta minha esperançazinha démodé e iluminista de articulista do "bem", impotente diante do cinismo vencedor de criminosos políticos.

Daí, faço minha a dúvida de Cole Porter: devo pedir ao garçom uma pílula de cianureto ou uma "flute" de champagne rosé?

A Whack on the Side of the Head - Uma Cacetada nas Idéias.
(A influência de Heráclito no pensamento de Roger Von Oech.

Se não fizéssemos tudo o que não devíamos fazer, não faríamos praticamente nada.

Dizem que ao fazer a travessia, escuta-se uma canção. Uma que todos guardamos na memória. Você fica imerso numa luz mais inebriante do que qualquer sensação da Terra-média.

Dizem que o vinho da vitória é mais doce para aqueles que amargaram os piores desafios.

O mal não dorme. Ele aguarda. E, assim que baixarmos a guarda, ele nos cega.

Ah não se engane com a fragilidade da beleza das flores... as mais belas resistem aos mais terríveis invernos.

Não podemos viver de passado... mas não podemos esquecer que dele provém tudo o que sabemos de nós hoje.

Eis a vantagem de às vezes sentarmo-nos a margem da sociedade e observá-la com cautela, pois assim vemos o que os demais não vêem!

Leitura não pressupõe inteligência...
mas inteligência pressupõe leitura!!!

O tempo ensina que nem tudo que é bom é necessário... e nem tudo que é necessário é bom.

As decepções só servem de impulso para te lançar à frente! O que pertence ao passado já está passando!