Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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Toda mulher tem um pouco de magia que encanta!

Tem um momento na vida em que o silêncio do outro começa a fazer barulho dentro da gente. É curioso isso, porque o silêncio em si não diz nada, mas a nossa mente… ah, essa não suporta o vazio. Ela é como uma escritora ansiosa, dessas que não dormem enquanto não terminam a história, mesmo que precise inventar metade dela.


Quando alguém fica mais quieto, mais distante, a gente não observa apenas… a gente interpreta. E interpretar, quase sempre, é correr o risco de exagerar. Eu mesma já me peguei criando enredos dignos de novela das nove, com direito a traição, abandono emocional e até diálogos que nunca aconteceram. Tudo isso enquanto a outra pessoa talvez só estivesse cansada, distraída ou simplesmente vivendo um dia ruim.


A mente não gosta de lacunas. Ela vê um espaço em branco e já pega a caneta. Só que ela não pergunta se pode escrever. Ela vai lá e escreve do jeito que acha mais coerente com os nossos medos. E é aí que mora o perigo. Porque raramente a mente preenche os vazios com leveza. Ela prefere o drama, o alerta, a defesa. Como se estivesse tentando nos proteger, mas, no fundo, só nos deixa mais inquietas.


E o mais irônico é que quanto menos informação a gente tem, mais certeza a gente sente. É quase uma coragem ilusória. A pessoa não respondeu direito, pronto, alguma coisa está errada. Ficou mais calada, pronto, tem algo acontecendo. E assim, sem perceber, a gente começa a reagir a histórias que nunca foram confirmadas.


Só que viver assim cansa. Cansa porque a gente sofre por antecipação, cria distâncias que talvez nem existam e, às vezes, acaba tratando o outro com base em algo que só aconteceu dentro da nossa própria cabeça. É como brigar com um fantasma e sair machucada no final.


Talvez o grande aprendizado aqui seja respirar antes de concluir. Nem todo silêncio é rejeição. Nem toda distância é abandono. Às vezes, é só… silêncio mesmo. E talvez confiar um pouco mais no que é real, no que foi dito, no que foi construído, seja um ato de maturidade emocional que a gente vai aprendendo aos poucos, tropeçando nas próprias suposições.


No fim das contas, nem tudo que a mente cria merece palco. Algumas histórias precisam ficar onde nasceram… dentro da cabeça da gente, sem virar verdade na vida real.


E se você gosta desse tipo de reflexão que abraça, cutuca e faz pensar ao mesmo tempo, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Tem muita coisa lá que parece ter sido escrita exatamente para esses dias em que a mente resolve falar alto demais.

Tem um tipo de silêncio que abraça. Ele chega devagar, como quem senta ao nosso lado sem pedir licença, mas também sem invadir. É aquele silêncio confortável, de quem não precisa preencher tudo com palavras porque a presença já basta. Esse silêncio é casa. É descanso. É paz.


Mas existe um outro. E esse… esse não avisa quando muda de forma.


De repente, o que antes era aconchego vira ausência. O que era pausa vira distância. E a gente começa a perceber que o silêncio já não acolhe, ele pesa. Ele cria um espaço estranho entre duas pessoas que antes se encontravam até no olhar. Agora não. Agora o olhar passa, escorrega, evita. E ninguém fala nada. E esse nada vai crescendo, como mato em terreno abandonado.


A verdade, meio dura, meio inevitável, é que o amor não respira bem dentro desse silêncio constante. Amor precisa de ar. E o ar dele é a conversa, mesmo quando ela é imperfeita, atravessada, meio sem jeito. Porque falar é se mostrar. E se mostrar é manter a ponte de pé.


Quando o silêncio vira regra, a gente começa a imaginar coisas. A mente, que já não é muito confiável, vira roteirista de tragédia. Um atraso vira desinteresse. Um cansaço vira frieza. Um dia ruim vira falta de amor. E ninguém confirma nada, porque ninguém fala nada. E assim, o que poderia ser resolvido com uma frase simples, vira um abismo inteiro.


Eu penso que amar também é ter coragem de quebrar o silêncio. Mesmo com a voz trêmula. Mesmo sem saber exatamente quais palavras usar. Porque o risco de falar errado ainda é menor do que o risco de não falar nada.


O silêncio, quando prolongado, não protege o amor. Ele desgasta. Ele cria versões diferentes da mesma história dentro de cada cabeça. E quando a gente vê, já não está brigando com a pessoa, está brigando com a ideia que criou dela.


E talvez o amor não acabe de uma vez. Ele vai ficando baixo, como uma música esquecida tocando no fundo, até que ninguém mais escuta.


No fim, não é sobre nunca ficar em silêncio. É sobre não morar nele.


Porque amor que é vivo mesmo… faz barulho. Nem que seja um sussurro dizendo “ei, eu ainda tô aqui”.


Agora me conta, você também já sentiu esse tipo de silêncio que afasta aos poucos? E se quiser mergulhar em mais reflexões assim, passa no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu te espero lá.

Tem um momento na vida em que a gente para de ensaiar discurso no espelho e simplesmente envia. Sem revisão, sem filtro, sem aquela esperança secreta de que a outra pessoa vai ler e, num surto de lucidez romântica, mudar o roteiro inteiro. Eu fiz isso. Abri a alma, empacotei tudo que era sentimento acumulado, memória inflada, expectativa maquiada… e enviei. E curiosamente, não foi a resposta que me libertou. Foi o ato de parar de esconder de mim mesma o que eu já sabia.


Porque a grande virada não acontece quando o outro entende. Acontece quando eu entendo. E entender que a dor não estava na perda, mas no apego à ilusão, foi quase um tapa elegante da realidade. Daqueles que não deixam marca no rosto, mas reorganizam o cérebro inteiro. Eu não estava sofrendo por alguém que se foi. Eu estava sofrendo por uma história que eu não queria admitir que nunca existiu do jeito que eu contei para mim mesma.


E aí vem essa imagem perfeita, quase cruel de tão precisa. Um palco vazio. Luz acesa. Eu no centro, decorando falas, me entregando, esperando aplausos… de alguém que já tinha ido embora há muito tempo. E o mais impressionante é que eu sabia disso. Mas a gente insiste. Porque enquanto eu continuo atuando, eu não preciso encarar o silêncio da plateia vazia. E o silêncio, minha amiga… ele exige maturidade.


Quando ele disse que não me amaria, que já tinha alguém no coração, aquilo doeu, claro que doeu. Não existe dignidade emocional que impeça esse tipo de impacto. Mas junto com a dor veio uma coisa rara: liberdade. Porque ali não tinha mais espaço para dúvida, para interpretação criativa, para esperança teimosa. Era um não. Simples, direto, quase gentil dentro da brutalidade que um “não te amo” carrega. E foi exatamente isso que me soltou.


Agora, vamos rir um pouco da ironia da vida, porque ela merece. Tempos depois, outro homem me solta praticamente o mesmo discurso… que nunca amou ninguém. E hoje, olha só, me chama de primeiro amor. Eu fico entre lisonjeada e levemente desconfiada, pensando se o amor não é também uma construção que a gente vai entendendo melhor com o tempo. Porque no auge da minha ousadia juvenil, eu realmente achei que poderia conquistar qualquer coração. Que bastava insistência, charme, presença estratégica… quase uma espada lendária emocional, pronta para ser cravada no peito alheio. Olha a audácia. Eu, achando que amor era território conquistável.


Mas não é. E ainda bem que não é.


Porque se fosse, não teria valor nenhum. Amor não é sobre vencer alguém, é sobre encontrar alguém disposto a construir junto. E isso muda tudo. Eu não me arrependo de ter feito alguém me amar profundamente, porque ali também teve verdade. Mas hoje eu entendo que o que sustenta não é o encantamento inicial, é a construção diária, silenciosa, imperfeita e real.


E quanto ao primeiro… eu guardo com carinho. Não como quem ainda espera, mas como quem reconhece. Ele foi importante, foi intenso, foi necessário. Mas não foi definitivo. E tudo bem. Porque a vida não é sobre quem chega primeiro, é sobre quem permanece com verdade.


No fim, eu não perdi nada. Eu amadureci. Eu parei de tentar transformar ilusão em destino e comecei a viver o que é concreto, presente, possível. E isso, minha querida, vale muito mais do que qualquer história bonita que só existia na minha cabeça.


Se você também já tentou conquistar o impossível, já atuou em palco vazio ou já acreditou que amor era questão de estratégia… respira. A gente aprende. E aprende vivendo, errando, sentindo e, principalmente, aceitando.

Tem dias em que eu paro e penso que amar é quase um esporte radical, daqueles que a gente entra achando que é caminhada leve e, de repente, já está pendurada num penhasco emocional, sem equipamento, só com fé e um pouco de teimosia. E eu amei… amei de um jeito que não cabe em explicação bonita, dessas que ficam bem em legenda de foto. Foi um amor que existiu, que teve voz, que teve troca, que teve vida em algum canto do mundo. Não foi invenção da minha cabeça, não. Foi real. E talvez justamente por isso tenha doído tanto.


E aí vem a vida, com aquela elegância duvidosa dela, e me coloca dentro de outro amor. Um amor que não nasceu perfeito, que não veio embalado em promessas cinematográficas, mas que foi sendo construído no meio dos cacos. Porque é isso que ninguém conta, a gente não constrói amor só com flores, a gente constrói com restos também. Com pedaços que sobraram de histórias antigas, com silêncios desconfortáveis, com verdades que poderiam muito bem ter sido escondidas, mas não foram.


Eu poderia ter guardado esse amor antigo como um segredo bonito, desses que a gente esconde numa gaveta interna e visita de vez em quando, em silêncio. Mas não. Eu escolhi abrir. Escolhi colocar na mesa, olhar de frente, dividir. E isso… isso não é simples. Não é leve. Não é coisa de gente fraca. É coisa de quem decidiu não viver pela metade.


E ele ficou. Olhou para tudo isso e não saiu correndo. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar por que eu não escrevo sobre isso. Como se, no meio de toda essa bagunça emocional, ele ainda enxergasse arte. Como se ele dissesse, sem dizer exatamente: transforma essa confusão em algo bonito.


E eu fico pensando… que tipo de amor é esse que não exige perfeição, mas presença? Que não pede um passado limpo, mas um presente honesto? Porque, vamos combinar, talvez muita gente não suportasse. Talvez muita gente preferisse a versão editada da história, aquela sem capítulos difíceis, sem sentimentos atravessados. Mas a gente… a gente escolheu ficar.


E não foi porque era fácil. Foi porque, de algum jeito meio torto e muito humano, ainda existia vontade. Vontade de tentar, de reconstruir, de olhar para os degraus quebrados e, ao invés de desistir da escada, começar a consertar um por um.


Eu não sei se isso é o tipo de amor que vira conto de fadas. Provavelmente não. Mas talvez seja o tipo que vira verdade. E no fim das contas, verdade sustenta muito mais do que qualquer ilusão bem contada.


Então eu escrevo. Escrevo porque viver isso tudo e ficar em silêncio seria quase um desperdício emocional. Escrevo porque, no meio de tanta coisa que poderia ter nos separado, a gente decidiu, de forma quase teimosa, continuar.


E se isso não é uma forma bonita de amor… eu sinceramente não sei o que é.

Não tem escapatória, minha gente, e eu falo isso rindo com um leve desespero elegante, porque no fundo eu sei que é verdade daquelas que não pedem licença pra entrar. A gente pode até caprichar no nome, escolher uma fonte bonita pra lápide, deixar datas organizadinhas como quem monta um feed harmônico, mas em algum ponto da eternidade… pronto, virou história apagada, arquivo morto do universo, figurante do esquecimento. E eu acho isso de um humor ácido quase genial, porque passamos a vida inteira tentando ser memoráveis, enquanto o tempo, debochado, está só esperando a nossa vez de virar poeira premium.

Eu imagino a cena como se fosse uma grande fila invisível, todo mundo muito ocupado vivendo, pagando boleto, se apaixonando errado, acertando por sorte, tirando foto bonita do céu, e lá no fundo, bem no fundo, tem uma plaquinha piscando em neon: “em breve, todos indisponíveis”. E a gente segue. Segue como se não soubesse. Ou pior, como se tivesse todo o tempo do mundo pra começar a viver de verdade depois.

E é aí que mora a ironia mais deliciosa e cruel. A gente adia o riso, economiza abraço, engole vontade, guarda palavras como se fossem peças raras de museu, sendo que no fim… ninguém leva nada. Nem o orgulho, nem o medo, nem aquela discussão que parecia tão importante às três da tarde de uma terça-feira qualquer. Tudo fica. Tudo perde o sentido. Tudo vira silêncio.

Eu, sinceramente, acho cômico. Trágico, sim, mas com uma pitada de comédia existencial que me faz rir sozinha às vezes, tipo quem entendeu a piada antes dos outros. Porque no final das contas, somos isso mesmo: poeira com consciência, tentando dar significado ao intervalo entre o nascer e o desaparecer.

E aí vem aquele conselho que todo mundo já ouviu, mas que quase ninguém leva a sério de verdade: viver o agora. Parece frase pronta de caneca, mas quando a gente para pra encarar sem filtro, dá até um friozinho bom na barriga. Porque o agora é a única coisa que não mente. O agora não promete, não enrola, não cria expectativa. Ele simplesmente acontece. Cru, intenso, imperfeito… e absurdamente precioso.

O futuro? Ah, esse é um mistério com data garantida e roteiro desconhecido. A única certeza é que ele chega. Mas como chega… ninguém faz ideia. E talvez seja exatamente isso que deveria fazer a gente viver com mais coragem, mais verdade, mais presença. Porque esperar o momento perfeito é quase uma piada interna do universo. Ele não vem.

Então eu decidi, entre um pensamento profundo e outro completamente inútil, que vou viver como quem sabe que é passageira, mas não insignificante. Vou rir mais alto, amar mais sem cálculo, sentir mais sem pedir permissão. Porque se no fim eu vou ser esquecida mesmo… que pelo menos eu tenha sido intensamente lembrada por mim enquanto estive aqui.

A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou até mesmo, um grande amor.

Quando você olha pra dentro,
descobre que não está só.
Tem um amor aí… quietinho,
que sustenta e acolhe.
Até na solidão,
existe encontro.
E, quando você aprende a ficar bem com você,
o amor floresce ao redor.


- Edna de Andrade

O povo brasileiro tem um grande problema: gosta de eleger políticos inúteis, corruptos e ladrões.

Certas coisas tem cheiro de pólvora.
Como um tiro no escuro, que me fere...
Sem ao menos saber que me acertou.

Inserida por EuQueriaVcPraMim

Tem Coisas Ainda que não são Explicáveis Como Eu ,quem um dia iras me Compreender.
Ao Olhar Nos teus Olhos Me Reconhecer

Inserida por SOLEQUEDIEGO

Um grama de perseverança tem maior peso na balança do êxito do que uma tonelada de justificativas.

Inserida por Odairalves

Deus
No twitter é facil que é so clicar em Retweetar;
Facebook complica um poco mais porque tem que clicar em Compartilhar e depois em OK;
Já na vida real so funciona com quem é forte, porque não existe nenhum botãozinho.

Inserida por guilhermecampos

Pessoas têm sempre dois lados: um positivo e o outro negativo. Se realmente for amor, você aceitará a pessoa amada com suas imperfeições.

Inserida por Jailson1983

Toda corrida tem seu começo,meio e fim. Na corrida pela vida,também tem um começo,para um bom final,depende do que façamos no meio dela,as lutas fazem o meio amadurecer e faz os frutos ficarem maduros e doces na colheita final. Seremos vencedores,com uma permanência de perseverança e virtudes.

Inserida por ZeAlcantara

É aniversário;
tem bolo,bolas enfeites e confetes;
tem presente,tem presença.
A presença é um presente;
O presente é o fato;
de reunir-se;
fazer-se presentes;
nos momentos ausentes;
sempre será lembrado;
as glórias do passado;
Uma nova vida se inicia,
com esperança e valentia.

Inserida por ZeAlcantara

Seja um líder que nem Jesus Cristo que em uma vida influencio um mundo todo, ou se você não tem vocação pra liderança, seja um servo que nem André que não era muito visto, mais ele levava pessoas até Jesus, Pedro foi um deles.

Inserida por guilhermecampos

Quem vai ou quem vem, tem tudo um porem!

Inserida por felipewatter

O amor é um sentimento que todos o sente, mas poucos o tem.

Inserida por Lyramel

Tudo na vida tem um preço, todas as atitudes tem uma reação, toda plantação tem uma colheita, toda fala tem um "porque", toda brincadeira tem sentido (mesmo que seja mal entendido), tudo nessa vida não é por acaso, tem um porque e um para que, pense e analise tudo que diz, ouve, sente, expressa, todas as nossas atitudes são observadas, por mais que sozinho você esteja, então vale a pena pensar antes de se expressar!

Inserida por felipewatter