Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
Bendito seja aquele que tem fé e recorre a luz da oração no sentido de plenificar-se,e acredita infinitivamente que vai ser atendido,e não ora apenas para pedir ,mas também para agradecer sempre.
A vida tem altos e baixos e eu vou seguindo ela,oras estou lá em cima,oras estou lá em baixo,mas não deixo de amar ela.
Ivânia D.Farias
Só sente vazio quem tem apego as coisas do mundo,vazio esse... que só é preenchido com o amor de Deus e amor próprio.
Ivânia D.Farias
Quando a saudade bate no peito... enquanto todos comemoram o Dia das Mães, há aqueles que já não têm sua mãe bem pertinho, mas o sentimento viaja e chega aonde a mãe querida está, sentimento esse que chega forte e mãe e filho(a) recebem essa energia de amor, por isso, essa vontade de chorar, essa saudade forte que você sente, é o abraço que ela lhe dá na certeza de que um dia vão se encontrar.
Tem dias na vida que a tristeza bate na nossa porta, e a gente pensa que não vai sair dessa tristeza, tentamos fugir, mas parece que ela corre atrás da gente. Então você para e pensa: amanhã será outro dia, espero que ela vá embora e me deixe ser feliz.
Se você está lendo essa mensagem, você é abençoado e tem muitos motivos para agradecer a Deus. Mesmo diante dessa pandemia, mesmo enfrentando vários outros problemas, Deus tem te guardado, te livrado de muitas coisas. Você pode não ter percebido, mas Ele sempre esteve com você, e por mais difícil que seja a luta, Ele nunca vai te abandonar.
"O amor tem dessas delicadezas que ninguém explica: ele acende a alma por dentro e, sem pedir licença, transforma até o silêncio em felicidade."
CAZUZA:
PRO DIA NASCER FELIZ não tem tanto segredo assim
Basta ser CUMPLICE, deixar de lado as DÚVIDAS, o PRECONCEITO
e caminhar sempre amando POR AÍ...
Você pode acordar se sentindo um MAIOR ABANDONADO
mas tenha em mente que TODO AMOR QUE HOUVER NESTA VIDA esta guardado com você e você nunca deu valor para isto, nunca parou pra pensar que O TEMPO NÃO PÁRA e você está perdendo o seu de braços cruzados?
Se você é do tipo NAO AMO NINGUÉM, comece a rever seus conceitos: SÓ SE FOR A DOIS você encontrará felicidade, pois a dois tudo é partilha, TUDO É AMOR, tudo é alegria...
Pare de ser covarde e VAI Á LUTA, vença seus FRACASSOS, você pode fazer TANTAS COISAS!
LEMBRE-SE DE MIM e tenha em mente que tudo o que você deixa de bom na terra fica marcado e carregue contigo a frase: "Fiz e Faria de novo FAZ PARTE DO MEU SHOW ser feliz e fazer quem esta a minha volta feliz!"
Viver plenamente
Viva plenamente, permita-se amar, sonhar e realizar. A vida tem que ser vivida da melhor forma, com entusiasmo, positividade, esperança e muita fé.
Acreditar que o amanhã pode ser melhor que hoje, que o final pode ser melhor que o começo. A vida é tão curta para perdermos tempo com bobagens, rancores e coisas fúteis.
Aprenda a ver que tudo que ocorre tem um lado positivo, sendo assim tudo se tornará mais fácil, sua vida será mais agradável, mais flexível.
Viva!!! Viva com vontade, intensamente, incansavelmentee no final você verá que tudo valeu a pena.
Existe uma luxúria na autocensura. Quando nos culpamos, sentimos que ninguém mais tem o direito de nos culpar.
O grande mérito da ciência como projeto humano é que ela tem a capacidade de se autocorrigir à medida que vai avançando.
Tem demônios tentando se libertar de pessoas. O mau caratismo ultrapassa os limites da falta de temor e compaixão pelo próximo.
Brasil: aqui a impunidade tem gênero
Por Nildinha Freitas
É a impunidade que mata mulheres todos os dias no Brasil.
A violência contra nós, mulheres, é algo estrutural neste país. Infelizmente, grande parte de nós cria e educa filhos homens com vantagens dentro de casa, e assim eles crescem como meninos mimados que não aceitam ouvir “não”. Se esta nação tem homens que matam mulheres, é porque o problema é muito maior do que se pode imaginar. Ninguém nasce feminicida; eles se tornam um.
Vivemos em um país em que não há punição real para quem comete este tipo de crime. Eles fazem, fazem, fazem. Continuam fazendo, continuam destruindo vidas inteiras, mas a impunidade permanece. Lemos nos jornais absurdos que chegam a ser inacreditáveis. No Brasil, são cerca de quatro mulheres assassinadas por dia. Quatro. Todos os dias. Fora as que sobrevivem, mas vivem em estado de pânico, ameaça e medo constante. Isso mostra que a violência de gênero não é exceção, mas tornou-se uma rotina cruel no país e no lugar em que vivemos.
Um homem mata uma mulher, leva o corpo até a delegacia, confessa o crime — e mesmo assim é liberado. Isso é a prova da impunidade deste país. Isso é a prova de que aqueles que nos matam fazem isso porque sabem que vão estar livres em breve. Como se a vida de uma mulher valesse tão pouco que bastasse confessar para ir embora. Como se matar fosse apenas mais um ponto na rotina de uma nação que neutraliza, normaliza e aceita a nossa morte.
É uma realidade em que a mulher vítima de violência, que sofre agressão e que finalmente encontra coragem para denunciar o agressor, muitas vezes precisa sair da própria casa, da vida construída, de suas vivências, dos seus vínculos familiares, do emprego, para viver em abrigo de proteção. Estes locais, geralmente secretos e de endereço não revelado, são a única garantia de sua segurança, mas exigem que a mulher renuncie ao seu cotidiano. A Lei Maria da Penha garante esse programa de proteção, mas ele se concretiza na punição da vítima, forçando-a a se esconder. Isso ocorre porque o afastamento do agressor e a proibição de contato quase sempre são um tiro no pé, não impedindo que eles voltem e matem. O que realmente faria sentido é que, após a análise de provas, o agressor fosse imediatamente preso e cumprisse a pena, e não a vítima ser obrigada a desaparecer. Quem já viu isso?
E por quê? Por que isso acontece? Por que os homens continuam livres?
Porque aqueles que nos machucam, que nos perseguem, que nos ameaçam, que nos matam, são tratados como pessoas com regalias. Porque as leis são frágeis. Porque a lógica está invertida.
Quem deveria estar em lugar de isolamento, em acompanhamento psiquiátrico, psicológico, antes de nos matar, são esses homens que não aceitam ser deixados, que acreditam covardemente que são donos do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa vida, da vida de nós, mulheres. Nós, as vítimas, é que somos obrigadas a desaparecer, a nos esconder, a renunciar ao cotidiano para sobreviver.
Precisamos de terapia? Sim, é claro. Precisamos de acolhimento? Sim, sem dúvida. Mas precisamos, acima de tudo, de liberdade, de justiça e de uma reparação histórica — mais do que necessária — neste território onde estamos vivendo como nação.
A violência não acontece apenas em relacionamentos afetivos, em casamentos, em namoros. Ela também acontece nos ambientes profissionais, onde mulheres como eu são desclassificadas, invisibilizadas, desacreditadas. Onde o mundo do trabalho ainda privilegia homens. Onde até outras mulheres reforçam esse cenário quando riem caladas, quando sorriem silenciosamente, quando repetem a violência, quando sustentam estruturas que nos ferem.
A violência se percebe no olhar, na fala, na dúvida, no corte, no boicote, no silenciamento. A violência contra nós, mulheres, é muito mais grave do que se imagina. E enquanto a impunidade prevalecer nos lares, nas ruas, nos tribunais, nos escritórios, em todos os lugares, continuará existindo risco, continuará existindo medo, continuará existindo dor.
Porque no momento em que nos calamos diante de qualquer violência contra outra mulher, assinamos a certidão de óbito de muitas de nós.
Nildinha Freitas
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