Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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Eu a amo, de verdade. Mas dentro de mim tem um turbilhão que ninguém vê: inseguranças, pressões, dúvidas, traumas, crises existenciais, ansiedade, e aquela sensação constante de não estar bem.
Sinto que não consigo ser o que ela merece. Que não estou inteiro o suficiente pra dividir a vida com alguém.
E justamente por amar tanto, achei melhor deixá-la ir...
Não por desistência. Mas porque arrastá-la para a bagunça que carrego seria egoísmo.
O fim não foi por falta de amor. Foi por consciência demais... Ou talvez, medo demais.

Inserida por gabriel_oliveira_53

⁠O que é escola para mim?


Um lugar sagrado,
Onde tem árvores e jardim,
E a professora cheira a jasmim!

O mundo... um caos,
Mas a escola... um ninho,
Acolhedor e cheio de carinho!

Às vezes, a matemática pode trazer dor de cabeça,
Mas não importa o que aconteça,
A professora explica outra vez.

E nessa ciranda dos conhecimentos,
Seja matemática, português e geografia,
Qualquer que seja a matéria sinto alegria.

E alçando voos nas galáxias
Das palavras, dos números e dos mapas,
Descubro que minha maior professora é
A imaginação, grande libertadora!

Não entendo. Como as pessoas têm tanta raiva de mim? É como ficar com raiva de um relógio. Se tem raiva do relógio, a culpa é sua. Não se trata do relógio.

Inserida por pensador

⁠Amor, para mim,
tem nome de gente
endereço, telefone
e um “retorne ao remetente”

Inserida por rizdeferelas

Meu amor tem esses olhos
de me olhar assim
é um vasto oceano
neste céu que há em mim
meu amor é infinito
quase eco, forte grito
quando chama por alguém
meu amor é estrela
de um reinar sem fim,
meu amor é coisa rara
orvalho ao amanhecer
meu amor é poesia
noite, dia a se querer
meu amor é talvez
a única que não sabe
ou finge que não vê...

Inserida por OscarKlemz

Relacionamento é igual uma balança desequilibrada, um lado sempre suporta mais.

tudo começou com a dor;
A dor de um parto;
A dor da morte;
A mais simples e comum separação;
A perda...(sempre perdemos algo, alguém)

tudo começa com um sim,
Um átomo diz sim a outro átomo,então nasce a vida;
Uma mulher diz sim a um homem;
Uma mãe da a luz a seu filho;

tudo começa e termina;
O amor nasce e morre;
Uma flor assim que arrancada, perde seu encanto;
Uma vida e finita;
Um sonho simplesmente morre;
A vida sempre chega ao seu mísero fim.

⁠"A cor da pele para Deus é um toque pessoal do bom gosto Dele, seja ela qual for".

Passei a odiar a minha vida, ó sol indiferente.
Nada faz sentido; nem esta frase.
É como amar uma sombra ao entardecer: quanto mais corro, mais ela foge.
É beijar o vento que carrega o perfume de alguém que já partiu há mil anos-luz.
É gritar “eu existo?” dentro de um auditório vazio, onde até o eco se recusa a responder.
E o pior: eu sei que, amanhã, o sol vai nascer do mesmo jeito; impiedoso, dourado, cínico.

Sou um teorema perfeito com um coração em branco.

Ode a um sete


No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É estranho, mas acho que compreendo, ao menos de forma minimamente correta.
O menor dos problemas não é deixar para trás, e sim a lacuna entre a falsa perseverança, simultânea ao vazio que na mente se abre, restando-me apenas a certeza da dúvida se conseguirei recuperar aquilo que nem sei ao certo se realmente perdi. Ela me domina, esgueirando-se por minhas fibras junto a um sete que, ao longe, me perseguia e hoje, dentro de mim se ergue.
Conforme o maldito se consolida, me questiono por que as tortuosas linhas do destino me apresentaram a esse tal Proust, sem nenhum aviso prévio ou formidável preparo necessário, apenas atirando-o à mim, assim como um sete, de forma tão tardia, agitando as águas salgadas da angústia. Agora, com um mínimo de aprendizado, passo a entender que memórias não doem apenas por serem memórias, mas por serem vagarosas, lentas, tornando-se, em alguns casos, “pequenas” demais para tal estrago, ridiculamente desproporcionais às correntes que me prendem à eternidade que parece habitar neste museu, mantendo-o vivo.
Diante deste ninho moldado por traços desolados, guerreando com um sete, sinto-me culpado, uma alma insignificante, vagando em busca de perdão. Oro ao pequenino Léo, que, aos trancos e barrancos da própria ingenuidade, inteligência e bondade petulante, sem nunca pestanejar, ergueu-se sozinho. Queria dizer-lhe o quão orgulhoso sou por sua bravura altruísta, por seu poder de encontrar felicidade e conhecimento no simples, isso te levou longe, garoto. Jamais se esqueça, nem aceite cair na penumbra das mágoas ao seu pai, muito menos que se volte contra sua mãe. Peço apenas que, com sabedoria, aprenda que a vida não é só perdoar a todos, cuidar, salvar. Olhe para si.
Admiro muito você por conseguir seguir mesmo estando estilhaçado pelas flechas amarguradas da injustiça que costumamos chamar de vida, outrora direcionadas ao pobre Paulo. Pobre garoto, assustado e confuso, tendo menos que Romeu a perder, agarrando-se ao mínimo que pudesse de uma Julieta que sequer lhe jurou seu amor. E, diante da terrível praga, sem contato com o verdadeiro mundo, sem o paradeiro daqueles que davam cor ao seu, guardou sozinho todo medo e dor, retraindo-se para dentro da massa pensante, desconectando-se do próprio eu.
Compadeço-me de ti: a fantasia pode ser tortuosa de tão linda, mas, apesar de tudo, vivo você esteve, e vivo sempre estará, deixando seu legado que, mesmo escondido, soterrado pelas poeiras neurais, ainda carrega essência e sonho.
E a você, Gael, escondido sob a manta da amargura, vestido com uma falácia de máscula armadura, viverá para sempre vagando pelos imundos espectros daquilo que um dia denominou-se como Maria. Mas olhe para si, garoto, não vê o quão vitorioso és? Não te deixes levar pela afiada e gélida linha que deveria atuar apenas em uma ponta. Você é ouro, garoto. Graças a ti, e somente a ti, todos terão o descanso merecido, basta que se encontrem com o verdadeiro eu.
Tua bravura jamais será esquecida. Saúdem o grande dragão guerreiro que, com sua fúria, forjou a katana do ser, unindo os espectros que, outrora meros cadeados do trauma, agora se fundem e, juntos, derretem novamente, dando vida ao sujo, obscuro e fragmentado etanol. Puro produto da decomposição, prestes a evaporar, ir embora a qualquer instante, ocupando espaço sem pertencer, entorpecendo a realidade por onde passa. É o vazio deprimido em sua forma mais pura.

⁠A Sabedoria é um Dom do Espírito Santo que pode ajudar as pessoas a ver além das aparências e compreender o verdadeiro sentido da Vida.A Sabedoria também pode ajudar as pessoas a apreciar as Coisas de Deus, dando ao Bem e às Virtudes o seu Verdadeiro Valor.

"Noite me faz lembra, amar numa noite escura de baixo de um guarda-chuva, se beijando esperando a chuva passar"!

Inserida por Didier36

Amor renovado, nunca acabado, minha adorada... Com um beijo malvado!

Inserida por Didier36

"EU APRENDI: que amigos verdadeiros nunca 'trai' um amigo,
e nem envia emails da santafelicidade@..."

Inserida por Didier36

"A coisa mais 'gostosa' é uma paquera,
quando um dia ela passa e diz;
oi, e quando ela volta te dá um bom dia!
Assim você passa o seu dia mais feliz. Oi".

AcA… com Bom Dia, quase ½ dia!

Inserida por Didier36

"Neste dia de sol sinto arrepio, sinto vontade
de um longo abraço, um beijo ardente".

Inserida por Didier36

Bom dia, quase 1/2 dia, para passar seu dia nada melhor,
que um beijo amigo!...

Inserida por Didier36

Vida sensível como um espelho d’agua...
Quando a noite escura chega...
Como um remanso, manso...
Vida com esperança...

Inserida por Didier36

Para meu dia ficar perfeito... quero o teu abraço, e um amasso!

Inserida por Didier36