Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
CONFISSÃO PARA MIM MESMA
Analisa friamente e de coração aberto, e diga-me se não é certo
Tudo quando vou dizer. Não foste feliz comigo, o que foi pra mim castigo, por tanto, tanto, te amar.
Não te prejudiquei em nada, meu amor te incomodou. Não atormentei com ciúmes, não houve jamais queixumes.
Não fiz nada, só te amei.
Mas não soube amar do jeito que querias ser amado.
Ou não compreendeste o grande amor que te dei.
Amei demais e pensei que só com isto teria sido feliz. E só por isso vivi.
O fato de ser casado te atormentou, isso sim. Mas eu nunca te prendi e Deus sabe que queria.
Vi que te perdia, não lutei, chorei, sofri.
Então não foste o culpado, nem culpada eu mesma fui.
Odiei o mundo inteiro e não mais eu quis viver.
Agora sou outra, vivo, cheguei ate a ser feliz.
Eu te amo hoje, ainda, mas com um amor diferente, como amo a tanta gente, um filho, um irmão, um parente, que se ama e nem se diz.
Aquele amor exclusivista, tão ímpar, tão egoísta, por ti não posso jamais sentir.
Só sei amar quem me ama, meu coração não reclama mais esse tipo de amor.
É bem mais cauteloso agora, tão transbordante era outrora, que teve que aprender.
Tenho hoje três amores. São três motivos maiores para a vida recomeçar.
Enchem-se a vida de cores, de luzes, beleza e flores.
E por causa desses amores posso ainda ser feliz.
Nada é mais lindo no mundo que o sorriso tão singelo e aquele olhar tão profundo, que só a alma pura alcança.
É o que tem nossas três filhas.
E com toda essa riqueza, essa alegria e candura,
Também me sinto criança.
sabe, as vezes só as vezes é bom se afastar de tudo e todos.
nem que seja por dia ou meses, e se conectar realmente em voce, nas suas coisas no seu mundo.
mas a perguntar que nao quer calar quem sou eu? pra ser sincera com voce, as vezes nem eu mesma sei quem sou, acho que existe varias versoes da Geovana de melo, claro umas versoes do passado ficaram pra tras a única coia que as vezes me sombra são as mémorias que as vezes parecem estarem vivas.
Em minha viagem emocional, escorrego em lágrimas e deságuo em pensamentos que nem a mim pertencem mais.
Passo com afiliação a mão em meu peito, com o corpo trêmulo repenso como vim de parar aqui nessa viagem sem rumo a emoções que passeiam dentro de mim.
Por dentro de mim
Tudo vive
Em meu mar.
Tantas rochas
Que causam dor.
Insanamente,
Rejeito a paz.
Esqueça-me, te peço.
Nada mais.
Livre alma,
Nesta prisão,
Pede vida
E clama o fim.
Sonhando amar,
Eternamente.
(Besouro Revirado)
Tudo em mim busca por você. Eu acordo, começo meu dia, como todos os dias. Venho pro trabalho, faço o que eu tenho que fazer. Mas quando menos espero, sou tomada por pensamentos avassaladores que me tomam do estado de controle e me levam pros seus braços. Em meio aos devaneios, me vejo ardendo de desejo por você. Até que na obrigação de voltar e me recompor, tenho que mudar o meu foco dos pensamentos que me roubam de mim.
Dos amores e desamores que me visitaram
O primeiro — não foi bem-amado, mas necessário.
No segundo, tropecei às escuras, e ali me perdi.
O terceiro? Fagulha e incêndio. Do prazer ao desprazer, uma dança entre brasas.
O quarto, suor e paredes. Instinto sem enredo.
O quinto, breve ilusão com perfume de engano.
Do sexto, um pacto: conveniência, desejo e sedução mascarada.
O sétimo... ah, o sétimo. Teus olhos, a chave. Teus cabelos ao vento, tuas mãos — santo ofício do infinito.
O oitavo, desértico. Sem sal, sem açúcar. Um barco à deriva, explorado sem destino.
No nono, alquimia e êxtase. Fórmulas soltas no ar, afagos que me dissolviam no teu luminar astral. Ali, fui inteira.
O décimo, a queda. A conquista amarga, tua alma em desalinho — própria ao caos, imprópria à divindade.
Então veio ele — o que nunca se fez número, mas foi tempestade. Breve e explosivo, intempestivo e tempestivo. Nunca me esqueceste, pois era o que procuravas: tua chave do bem e do mal, tua colheita. O indígena dos teus olhos foi a única coisa que me fascinava. E mesmo não sendo eterno, foste ritual.
O décimo primeiro, aventuras secas. Mas vieram as águas. Yemanjá, tua onda me trouxe até aqui.
O décimo segundo? Distante, mas pontual — como um cometa.
E o décimo terceiro... será que virá? Teus olhos azuis e pequeninos me encantam. Mas há loucura nisso. E sei — és proibido para mim.
Olhamos para um bebê e é tão puro, tão livre e tão limpo. Os adultos são essa confusão de tristezas e fobias.
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