Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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Deus tem mais de mil nomes:
dinheiro
ídolos
gurus
carro
cigarro
drogas
o Salvador
livros
desejos insatisfeitos
sexo neurótico
status
sonhos
muletas
casa
hobbies
cinema
TV
rádio
e a pergunta POR QUÊ?

O amor tem as suas razões, que a lógica não compreende, como o destino tem as suas ironias que a razão não explica...

Tem sempre aquela dorzinha aguda no peito, aquela saudadezinha filha da mãe gritando no ouvido a falta que ele faz.

Quer saber de uma coisa?
Tudo pode ser bom, ruim e principalmente assim assim.
Tudo ao mesmo tempo ou não, e não necessariamente nessa ordem.
Bom é chegar na praia à tardinha, anúncio de por de Sol, a água de ondas mansinhas.
Jogar bola na espuma e sob o céu encaixa como se fora Tafaréu.
É bom também quando começa a chover e as gotas fazem cócegas na superfície do mar.
Como se um cardume infinito prometesse matar a fome de todo o Vidigal, Rocinha, Cidade de Deus e Vigário Geral.
Ruim é lembrar daquele amigo que de prancha na mão morreu de um beijo roubado de um raio, da lembrança a correria.
O medo... o medo... medo é bom, ruim é o medo de ter medo!
Bom voltar trocar chuva por chopp e passar atrás da pelada.
A bola vai pra fora e como na crônica de Rubem Braga sobra pra você.
Que mata no peito faz embaixadinha e devolve redondo...
Num chute perfeito.
Ruim é a fisgada na coxa sair mancando disfarçadamente...
A vergonha de ta decadente não é ruim, ruim é o orgulho que se nega a reconhecer a decadência.
É bom a cidade estranha em que você nunca esteve e sabe que nunca mais vai voltar.
E nesse lugar você tem uma obrigação sem graça que cumpre com estilo e precisão traçando um dia perfeito no arco do tempo.
Quando cai a noite é bom tomar um banho e sob o chuveiro é bom sentir saudade, ruim é não ter saudade, e como é bom sair sem direção pelas ruas da cidade pensando no que você fez da sua vida e no que a vida fez em você.
Bom é sonhar, realizar não é tão bom, mas ruim mesmo é não realizar.
O fim de um grande amor é muito, muito ruim, um grande amor não tem fim!
Bom é amar, ruim é amar...
Bom é encarar a vida com fantasia.
Quando um poeta desaparece é bom colocar chapéu de Bogar que tudo pode solucionar...
Ruim é encontrar o precipício, morrer não deve ser tão ruim assim...
E pode ser bom falar sobre bom e ruim, e pode ser pior assim assim... Bom!

Ela?
Ela é aquela menina que vive a vida com a MAIOR das intenções, ser FELIZ. Ela tem seu próprio ESTILO, é divertida, simpática, amorosa, alegre, entre outras coisas. Ela comete pecados, e magoa muita gente. Mas sempre tenta concertar seus erros. Apaixona-se muito fácil, muitas das vezes acaba levando a pior, mas com isso ela aprende cada vez mais a lidar com as pessoas. Tem amigos, mas os amigos verdadeiros ela conta nos dedos. Tem MUITOS colegas, e sempre tenta fazer mais e mais. É ODIADA por algumas pessoas e amada por várias. Quem olha ODEIA, quem conhece ama. Ela é humanamente INCAPAZ de agradar a todos, mas sempre TENTA dar o melhor de si. Ela causa INVEJA e CIUME em muitas pessoas, não tem tempo para os DESOCUPADOS que só sabem falar mal dela por trás e não tem coragem de falar com ela pessoalmente. Ela gosta de festas, vai a shoppings e adora dançar. É uma pessoa normal como todas as outras. Tem suas duvidas, adora fazer palhaçada. É nervosinha na hora que deve ser, não se abala muito fácil. Não é correspondida muitas vezes, mas não deixa se levar por causa disso. Gosta das coisas do seu jeito e quando não são tenta entender. Ela é uma CAIXINHA DE SURPRESAS, e o que ela só quer é ser feliz e mais NADA.

Inscrição na Areia

O meu amor não tem
importância nenhuma.
Não tem o peso nem
de uma rosa de espuma!

Desfolha-se por quem?
Para quem se perfuma?

O meu amor não tem
importância nenhuma.

Já me falaram que pra ser interessante tem que ser bonito, que pra ser bonito tem que ser magro, que pra ser magro tem que passar fome.
Já me falaram que para ganhar dinheiro tem que trabalhar, mas que pra conseguir um bom trabalho tem que ter sorte e que sorte não se compra no mercadinho da esquina.
Já me falaram que ter sonhos é bobagem, que sonhar muito é ocupação de preguiçoso e que preguiça faz mal.
Que Papai Noel não existe e que só acredita nele quem é criança e que ser criança é tempo finito. Já me falaram que o bom é o preto no branco, que usar preto emagrece e que roupa branca se lava com água sanitária.
Que dormir oito horas é o certo, desde que se deite às 10h e se levante às 6h, passando disso te chamam de desocupado.
Já me falaram que ler é importante, mas que leitura boa é aquela de gente inteligente e que parecer inteligente ta na moda.
Que ser educada é falar baixo, cruzar as pernas quando se senta e que permanecer sentado muito tempo interfere na circulação.
Já me falaram que escrever é terapia e que terapia é coisa de maluco.
Que ser feminina é estar sempre cheirosa e arrumada, mas que mania de arrumação é irritante. Já me falaram que homem adora mulher de unhas pintadas de cor clara e sem celulite.
Que a vida de solteiro é vazia e que a vida de casado enche.
Já me falaram que homem não presta e que amor de verdade é estória de novela mexicana.
Que romantismo é coisa do passado, que pra se dar bem a gente tem que jogar.
Fingir ser.
Fingir sentir.
Fingir sorrir.
Fingir mentir.
Fingir fingir.
Mas, falaram-me tb da importância de ser fiel a mim, de fazer crescer a crença em minhas convicções.
Falaram-me: RODRIGO, seja a senhor das suas opiniões!
Que não existem verdades inexoráveis.
Então, descobri que beleza de verdade é que ta do lado de dentro, que pra ser bonito basta se sentir assim.
Descobri que comer além da conta às vezes não faz mal a ninguém e que dinheiro não é o mais importante.
Aprendi que sorte é materialização do esforço e que o trabalho dignifica qualquer conquista. Descobri que sonho é como o sangue que corre nas veias e que ter preguiça é natural.
Que permanecer criança é tão importante quanto se tornar adulto.
Aprendi que ao preto e ao branco podemos misturar cores e fazer do mundo um arco-íris. Aprendi que não importa dormir 8 min, 8 horas ou 80 anos, se o que vale é estar acordado para os sinais que a vida nos dá.
Aprendi que ser desocupado é um tipo de ocupação que estabelecemos com o nada e que fazer nada também cansa.
Que todo tipo de leitura alimenta desde que nos remexa por dentro.
Que a inteligência da moda é aquela que nos permite entender e aceitar o outro como nosso irmão.
Aprendi que ser educado é demonstrar respeito.
Que gritar limpa o espírito.
Que pra circulação é bom fazer caminhada e que é pra frente que se anda.
Aprendi que caneta e papel em mãos é arma contra a melancolia e que todo mundo precisa de terapia.
Que de médico e louco tb tenho um pouco.
Aprendi que felizes são os malucos, pois eles são livres.
Aprendi que o que irrita é necessário e que até o necessário é prescindível.
Que esmalte escuro fortalece as unhas e que celulite é feminino.
Aprendi que o que preenche a vida não é seu estado civil, mas o recheio que escolhemos para colocar dentro dela.
Aprendi que o sexo masculino é sofisma e, por isso, sempre inconclusivo e inconcluso.
Aprendi que ser antiquada é bacana e que tb posso ser atriz de novela mexicana.
Aprendi que ser mau jogadoro não me torna necessariamente um perdedor.
Aprendi que o amor tb pode vir de mãos dadas com a dor.
Aprendi que não adianta forjar sentimentos, ensaiar sorrisos, maquinar mentiras ou fingir ser fantoche dos acontecimentos.
Aprendi ser EU, com todas as cargas, todos os pesos, todas as dores, amores e dissabores que ser EU me traz. Mas, ser EU, é divertido. Isso, ninguém me falou.
Aprendi sozinho...

Felicidade não tem peso,
nem tem medida,
não pode ser comprada,
não se empresta, não se toma emprestada,
não resiste a cálculos, porque não material,
nos padrões materiais do nosso mundo.
Só pode ser legítima.
Felicidade falsa não é felicidade, é ilusão.
Mas, se eu soubesse fazer contas na medida do bem,
diria que a felicidade pode ter tamanho,
pode ser grande, pequena,
cabendo nas conchas da mão,
ou ser do tamanhão do mundo.
Felicidade é sabedoria, esperança,
vontade de ir, vontade de ficar,
presente, passado, futuro.
Felicidade é confiança:
fé e crença,trabalho e ação.
Não se pode ter pressa de ser feliz,
porque a felicidade vem devagarinho,
como quem não quer nada.
Ser feliz não depende de dinheiro,
não depende de saúde,
nem de poder.
Felicidade não é fruto da ostentação,
nem do luxo.
Felicidade é desprendimento,
não é ambição.
Só é feliz quem sabe suportar, perder,
sofrer e perdoar.
Só é feliz quem sabe, sobretudo, amar!

Não tenho culpa se meus dias têm nascido completamente coloridos e os outros cismam em querer borrar as cores. Não tenho culpa se meu sorriso é de verdade e acontece por motivos bobos, mas bem especiais.

Não tenho culpa se meus passos são firmes. Não sou perfeita... Eu tropeço e caio de vez em quando, aliás, eu caio muito. Meus olhos... têm brilhado bem diferente ultimamente. E brilham diferente a cada dia... e começo a me preocupar, pois tenho medo da velocidade dessas alterações...

E no meu mundo mais lindo e completo não consigo entender a existência de algumas pessoas. Mas o mundo aqui não é dos mais justos mesmo... compreendo. Mas mesmo assim, eu tenho bastante lápis de cor... empresto pra quem quiser pintar a vida. Mas por favor... não borrem a minha...

fernanda probst

Nota: Adaptação de um texto de Fernanda Probst.

Foi quando eu senti, mais uma vez, que amar não tem remédio.

Aprendi a não contar muito com os outros, fazer tudo sozinha dá mais certo. Tem também aquela dica de não ter medo de mudanças, a de encarar o erro como um caminho para encontrar soluções novas, aquela de ter a cara-de-pau de se testar coisas novas e a humildade para abandoná-los caso não dêem certo.

Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco...

Se a vida lhe der 1000 motivos para chorar, mostre a ela que você tem 1001 motivos para sorrir!

Você tem medo de quê?

Você tem medo de quê?
De dizer não para aquela pessoa querida mesmo sabendo que o sim significa problemas no futuro?
Você tem medo de quê?
De admitir que se enganou com uma pessoa, que errou na dose do sentimentalismo e fechou os olhos para a realidade que todos viam?
Aceitar que o fim de um relacionamento já chegou há muito tempo e você, só você insiste em manter as aparências?
Você tem medo de quê?
De alar para a família e os verdadeiros amigos o quanto os ama e, por isso, fica calado imaginando que todo mundo sabe disso?
De perder o emprego medíocre e, por isso, se submete a tirania de um local que você não se sente bem?
Você tem medo de quê?
De aceitar que seu atual estado é reflexo apenas dos seus atos, das suas atitudes, algumas vezes impensadas e feitas de pura ansiedade...
Você tem medo de quê?
De sair da capa de vítima e encarar de frente seus sonhos, suas necessidades e descobrir que pode realizá-los?
De questionar velhos conceitos e mudar tudo para viver melhor?
Você tem medo de quê?
De aceitar que Deus existe e que nos pede ação sempre, trabalho sempre, boa vontade sempre, perdão sempre, amor sempre.

Não tenha medo de ser feliz, arrisque-se, aventure-se.
Caiu? Levante-se.
Errou? Comece de novo.
Perdoe sempre.
Esqueça o que passou, construa o hoje, viva o hoje.
Ame-se sempre!

É difícil aprisionar os que têm asas.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas... Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos... Pense nisso! O que você tem todo mundo pode ter, mas o que você é ninguém pode ser.

Desconhecido

Nota: Trecho adaptado de "Há momentos", texto de autoria desconhecida muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Clarice Lispector.

...Mais

Bastantes vezes a aparência externa carece de valor. Sempre enganado tem sido o mundo pelos ornamentos. Em direito, que causa tão corrupta e estragada, não fica apresentável por uma voz graciosa, que a aparência malévola disfarça? Que heresia poderá haver em religião, se alguma fronte austera a defende, e justifica com a citação de um texto, mascarando com bonito fraseado a enormidade? Não há vicio, por crasso, que não possa revelar aparência de virtude. Quantos poltrões não vemos, cujo peito resiste tanto como areia ao vento, que no queixo nos mostram barba de Hércules ou do sombrio Marte, e que por dentro fígados como leite só possuem? Os bigodes só usam da coragem, para que possam parecer temíveis. Mas se a beleza olhásseis, acharíeis que é só comprada a peso, e que milagre realiza da natura, ocasionando mais leveza onde mais presente esteja. isso se dá com esses cabelos louros de cachos enrolados como serpes, que saltitam ao vento, libertinos. cobrindo uma beleza só de empréstimo; conhecidos são todos como dádiva de uma cabeça estranha: já no túmulo se encontra o crânio sobre que nasceram. Praia traiçoeira é o ornato, por tudo isso, de um mar mui perigoso, linda charpa que esconde o rosto de uma bela indiana; em resumo: aparência da verdade, de que se vale o tempo experto, para colher até os mais sábios. Assim sendo, brilhante ouro, de Midas duro cibo, nada quero de ti, como não quero também de ti, intermediário pálido e vulgar entre os homens. Minha escolha recai em ti, em ti, modesto chumbo, que mais ameaças do que prêmio inculcas. Tua lhaneza é a máxima eloqüência. Seja pois alegria a conseqüência

Tem hora que bate uma tristeza tão grande
Que eu nem sei o que fazer e nem pra onde ir
É tanta coisa que eu queria dizer
Mas não tem ninguém pra ouvir

Então choro... Sem ninguém ver...
eu choro... Choro

Faço o possível para segurar a cabeça
Mas a emoção não quer
Que eu me desfaça Ou então que eu esqueça
Do amor daquela mulher

Eu choro... Sem ela saber...
Eu choro... Choro...

Choro por tudo que a gente não teve
Por tudo que a gente não realizou
Choro porque eu sei que ainda te amo
E você me amou e ama

Choro por tudo se assim for preciso
Choro porque eu sei que ainda te quero
Choro por tudo e por tudo lhe digo
Te quero, te espero...

Choro por tudo que a gente não teve
Por tudo que a gente não realizou
Choro porque eu sei que ainda te amo
E você me amou e ama

Choro por tudo se assim for preciso
Choro porque eu sei que ainda te quero
Choro por tudo e por tudo lhe digo
Te quero, te espero, te amo

Você tem que estar preparado para se queimar em sua própria chama: como se renovar sem primeiro se tornar cinza?

Friedrich Nietzsche
Assim falou Zaratustra.

- Dinheiro é como sexo - eu disse. - Parece muito mais importante quando a gente não tem...