"A troca da Roda" Bertolt Brecht

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"Ser anormal é um ato corajoso que nos permite sermos quem somos, sem pedir autorização para isso!"

Ser de Deus é ter humildade, é não se deixar levar pelas ofensas e provocações alheias. É não levar em consideração as afrontas e as ofensas alheias. É ter um coração que ama, compreende, entende. Ser de Deus é praticas boas obras silenciosas em nome de Jesus Cristo, independente de ter ou não ter religião. Nenhuma religião em si não salva ninguém. O que salva, é a prática silenciosa das boas obras. Resumindo. Ser de Deus é pensar mais no próximo e em suas necessidades do que em si próprio.

Teus olhos são a origem do tempo  
Juvenil Gonçalves 


Teus olhos são luas gêmeas em órbitas de vigília,  
cicatrizes de um cosmos que não dorme.  
Ao decifrá-las, desaprendo a física:  
são elas que inventam o mar, a carne, o relógio.  
Não há mundo além de seu eclipse.  


O oceano que neles navega não é líquido,  
mas fronteira entre o ser e o véu —  
ondas quebrando em espelhos onde o real  
se desfaz e recompõe, eterno ensaio.  
A lua que ali dança não é astro,  
é a primeira metáfora, o desejo  
que antecede até o verbo desejar.  


Constelações cravadas em tua pupila  
são alfabetos de um caos primordial:  
cada estrela, uma sílaba do nome  
que jamais pronunciaremos.  
Elas cartografam o vazio entre dois corpos,  
a distância entre o "eu" e o "outro"  
— abismo que chamamos amor,  
mas que, no fundo, é só o eco  
de um sol que se apagou há eras.  


Há em teu olhar a vertigem do infinito:  
cada piscar é um universo nascendo  
de um suspiro, ou um buraco negro  
engolindo todas as perguntas.  
Não é angústia, é a lei secreta —  
tudo que existe carrega em si  
o germe da própria extinção.  
Até o amor. Especialmente o amor.  


Amar-te é habitar um paradoxo:  
é morder a sombra de um fruto proibido  
cuja polpa é feita de ausência.  
É saber que a luz que me guia  
já foi apagada há milênios,  
e ainda assim jurar que é nova,  
que é minha, que é eterna.  


Porque teus olhos, veja bem,  
são relógios sem ponteiros:  
neles, o instante é tudo.  
E tudo é só um reflexo  
de algo que perdemos  
antes mesmo de nascer.

O Cântico do Cadáver
Juvenil Gonçalves


Encontrei-te, cadáver, no leito de limo,
Vestido de folhas, coroado de espinhos.
Teu riso era vago — sem lábios, sem fim
E teus olhos comiam o céu sobre mim.


Cantavas com vermes um hino sem nota,
Com versos que o tempo em teu osso anota.
Cada costela — uma clave sombria,
Teu crânio — tambor da melancolia.


“Fui rei”, murmuravas, “de um reino de nada,
Tive amantes, palácios, medalha dourada.
Agora me escuto, em silêncio profundo,
Pois quem jaz conhece o real desse mundo.”


Teus dedos partidos apontam os vivos,
Caminham sonâmbulos — tolos, cativos.
Riem da morte, e por ela são ridos,
Brindam ao gozo — já estão esquecidos.


Afastei-me em pranto, mas levo teu canto:
A carne apodrece, o orgulho é espanto.
E toda verdade que o homem levanta
É pó que a minhoca, paciente, encanta.

O Relógio e a Lâmina
Juvenil Gonçalves 


Nas entranhas do tempo, um relógio sangrava,
Cada tic uma lágrima, cada tac uma cava.
Em mármores frios, a ampulheta virada
Vertia seu pó sobre a carne cansada.


A lâmina, imóvel, sobre o altar do instante,
Brilhava em silêncio — vestal cortante.
Não corta a pele, mas sim a memória,
E inscreve nas veias a cicatriz da história.


No espelho estilhaçado de um ontem perdido,
Vejo o reflexo de um ser já partido.
Sou o que fui — e por ser, já me ausento,
Um nome sussurrado no sopro do vento.


A morte não grita, apenas aguarda,
Com olhos de sombra e face bastarda.
É mãe e madrasta, no mesmo compasso,
Nos embala em silêncio — no mais frio regaço.


Ó tu que respiras, crês que és inteiro?
Não passas de sombra num véu passageiro.
O relógio e a lâmina — gêmeos em dor —
Contam teus passos em direção ao torpor

Breu Noturno (poema sem o emprego da letra "A") 
Juvenil Gonçalves 


No breu escuro do monte
surdiu frio, eco vil.
Corvo rondou horizonte,
som sinistro surgiu.


Luz morreu, céu se nublou,
sino dobrou no terreiro.
Vento feroz ribombou,
tudo gemeu por inteiro.


Cemitério com rumor,
osso seco rolou no piso.
Olho turvo brilhou no torpor,
eco curto feriu o juízo.


No silêncio rito frio,
corpo morto tentou surgir.
Sopro bruto trouxe o estio,
ninguém vivo ousou sorrir.

Não estudamos para humilhar os outros, mas para melhorá-los.

Malditas sejam as grandes empresas,
que sugam sonhos,
que matam almas mesmo sem tocar nelas.

Que a justiça dos homens, ainda que torta,
recaia sobre os culpados.
E que a justiça de Deus, perfeita e eterna,
desça sobre este mundo para purificar o que resta.

Bendito seja o mundo que Deus criou,
bendita seja toda a obra de Suas mãos.
Mas nós, frágeis e cegos,
manchamos a vida do próximo
e também a nossa, em troca de falso conforto.

Deixo aqui meu ódio contra o que é infame,
meu desprezo pelo que oprime.
E digo aos meus pais, com o coração aberto:
QUE DEUS SEJA POR NÓS,
E QUE EU POSSA LHES DAR UMA VIDA DIGNA E PLENA.

Todos mares de lágrimas que eu me afundei
Me ensinaram a ser mais profundo, e se desapegar do raso

"Levante-se erga a cabeça não deixe que o Momento te derrubar, Somente os Fortes sobrevivem a toda as adversidades"
O.Pr.Ricardo.

Quando tudo parecer perdido, pense nas lagostas do Titanic: destinadas ao jantar, mas encontraram a liberdade no naufrágio. A vida sempre pode virar o jogo.

Até as lagostas do Titanic tiveram uma segunda chance. Sempre pode haver reviravolta.

Toda conduta, seja ação ou omissão, gera efeitos que recaem sobre quem a praticou.

Boa tarde, vida!
Boa tarde! Neste dia que se inicia, a vida, um sopro, logo se esvai. Aproveite o tempo, não se perca em bobagem, sonhe alto, dê o seu melhor, antes que tudo se desfaça.
Nesta terra, a vida é breve, um sopro a passar, temos um chamado, que a qualquer hora virá. Então, vivamos o que realmente importa, sem adiar, sem hesitar, a cada porta.
Seja feliz, seja quem você é, sua própria essência, sua fé. Não espere nada, nem de ninguém. A liberdade reside em ser, sem refém.
Se a vida é sua, viva cada segundo como se fosse o último do mundo. Há tempo, sim, para viver e sonhar, mas o amanhã incerto pode não chegar.
Viva hoje, com toda a sua paixão, pois o futuro é incerto, uma ilusão. Assim nos ensina Gilmana da Cruz Silva, a viver o presente, com alma viva.

“Celebrar a cultura negra é reconhecer a força que moldou o mundo sem perder a essência.”

“Cada expressão artística é uma janela para a alma de um povo.”

“Em um segundo, seu olhar virou meu mundo de cabeça para baixo, e meu coração soube que nunca mais seria o mesmo.”

“A diversidade LGBT+ é poesia viva, um arco-íris que colore o respeito.”

Ser feliz não é possuir o mundo nas mãos, nem somar vitórias como quem coleciona medalhas enferrujadas.
Ser feliz é mais silencioso. É reconhecer que o pouco que nos acompanha já carrega em si o inteiro da vida.

Não se trata de ter tudo, porque o tudo é sempre uma miragem que se afasta quando pensamos alcançá-la.
Trata-se de agradecer o instante, o gesto, o olhar que nos acolhe, o pão simples sobre a mesa, a respiração que insiste em continuar.

A felicidade, afinal, não é abundância, mas presença.
Não é conquista, mas gratidão.
É o vazio que se ilumina quando aceitamos que nada nos falta, mesmo quando falta tanto.

No fundo, ser feliz é aprender a olhar para o que temos e descobrir que aí já mora um universo inteiro.

No momento em que nos vemos como objetos descartáveis passamos a distinguir uns aos outros como desiguais, sendo assim, quanto mais “adesivos de rótulos” tiverem em mim, sou um produto melhor pelo o que apresento exteriormente. Certamente, uma futilidade coletiva.