Luiz Guilherme Todeschi
Vou ao fundo do mar,
Lá encontrar,o q
outras pessoas nunca encontrou,
Uma pedra de diamante para
entregar ao meu amor
Sou apenas mais um dos personagem da longa história do mundo, apenas mais um vivendo as mais loucas aventuras no paraíso. Um jovem comum descobrindo os segredos da vida, vivendo loucuras, quebrando a cara, e mesmo assim VIVENDO sem temer o futuro .
Meu Porto Seguro ... Meus Amigos ... Simplesmente a razão da minha felicidade
"Viva sem ter medo de ser feliz"
Viver uma vida inteira sem amar ninguém é o pior "erro" que um ser humano pode cometer, pois viver para si próprio não vale a pena, pois a única certeza que temos é que estamos vivos, não sabemos se existe re-encarnação, ou coisa um outro lugar para onde todas as almas irão descansar até o dia do juízo final. E por esse motivo penso que temos que AMAR, aproveitar as coisas boas da VIDA acima de tudo, afinal se existir vida após a morte, tudo oque levaremos são as coisas boas.
Viva a vida, e não deixe que a rotina consuma uma vida inteira.
...
"Para mim isso é o mais importante"
E é por isso que eu sempre, viverei sempre amando, para que eu seja igualmente amado.
Amar é uma definição impossivel de se definir,
Amar é sonhar freneticamente com sua amada,
Amar é se dedicar a roubar a atenção de sua amada,
Amar é mais do que um simples prazer,
Amar é mais que uma loucura,
Amar é compartilhar as dificuldades,
Amar é proteger sua amada,
Amar é cometer loucuras de AMOR,
Amar é a escencia mais bela que se pode desfrutar na vida,
Amar é um sentimento que cada pessoa interpreta do seu jeito!
Sinto com fidúcia a tristeza do quase, mas mesmo quando não vejo, o sol continua lá, irei morrer e estarei aqui, irei correr e estarei aqui, o vento irá passar e estarei aqui, as águas passarão e estarei aqui, vocês irão e eu estarei aqui, enquanto durar o sol, estarei por aqui.
E se eu porventura me perder me acharei aqui.
Quero contar uma história diferente,
quero contar uma história sorridente,
uma história que ocorresse com a gente.
Mas acho que ocorreu a muito tempo daqui,
numa cabeça muito diferente dessa aqui,
se não me engano numa Terra logo ali,
mas que de tão perto era como se não existisse.
As lembranças que jorravam me escondiam ali,
e de tantas tristezas as alegrias é que me levava
e levaria também a todos que fugiam de si.
Quero contar essa história como se fosse contos-de-fadas,
mas se fingir tanto assim a história logo acaba,
e de tanto sucesso seria como outrora, pirateada.
Mas essa história vem de uma época dourada,
vem de um tempo antigo que creio ser infinito,
contém mazelas pintadas em tons de destino,
possui nessa história muitas comédias,
delas fugir é impossível e ser feliz imprescindível.
Aqueles que fugiram não saíram do lugar,
aqueles que ficaram souberam bem aproveitar.
Mas penso que longe vou para perto me encontrar
e em um daqueles aproveitadores (da vida) me tornar.
Quero cantar uma história com tom de sinfonia,
quem essa música escutar ficará anestesiado,
por muitas razões os ouvintes sonharão,
por muitas razões os ouvintes viverão,
e nessa canção se identificarão,
e o sol no céu verão bilhar,
e uns aos outros amarão.
Quero contar uma história que não tem começo,
quero contar uma história que não se findará,
quero contar uma história.
Ivalente
Embú-guaçu SP Agosto/2006.
Twist, eu sei que existiu
Rock'n' Roll, não sei se eu vou
Não sei se a onda é samba
Se é moda ou tudo onda
Sol.
Deixa o sol tocar seu rosto;
Lavar sua alma;
Tirar esta agonia do seu corpo;
Quero poder relaxar com meus passos leves;
Com minha cabeça baixa;
Vendo os dedos dos meus pés;
Tocando a grama verde e a terra úmida;
Quero que este sol faça por mim o mesmo que a lua;
Que me de paz;
Quero fumar meu cigarro na beira de um lago;
Quero que água da chuva lave meu corpo;
E a brisa alimente meus pensamentos;
Quero estes momentos para sempre;
Sem medo nem preconceito;
Sem hora nem presa;
Quero apenas relaxar sob o céu estrelado;
Dormir quando tiver sono;
Deixar minha mente livre de preocupações;
E fazer o que me der na telha!
Trecho do Livro: A construção do eu na Modernidade,
Cap. 10 Pag. 83/84
O eu deixará de ser tomado como totalidade e, cada vez mais, tomará o aspecto de uma apresentação social, uma auto-imagem cultivada e civilizada que encobre, no entanto, algo mais que habita e constitui as pessoas e que elas procuram manter em segredo.
"Conhecer nossos defeitos pode ser interessante, mas as nossas qualidades também são muito importantes!"
Da fábula "O pé do pavão", de Sylvio Panza.
Tenho algo para mostrar ao mundo que somente eu sei, somente eu posso enxergar, o mundo so pode imaginar!
