John galsworthy
SOFRER É A FERIDA QUE A PSICOLOGIA ACOLHE, A PERGUNTA QUE A FILOSOFIA INVESTIGA E O SILÊNCIO ONDE A FÉ ESCUTA DEUS.
A DOR HUMANA TRANSITA ENTRE O TRAUMA DA PSIQUE (PSICOLOGIA), O ABSURDO DA EXISTÊNCIA (FILOSOFIA) E O MISTÉRIO DA CRUZ, A FÉ.
DIANTE DO SOFRIMENTO, A PSICOLOGIA BUSCA A PAZ COM O PASSADO, A FILOSOFIA ACEITA O PESO DO PRESENTE E A FÉ OFERECE A ESPERANÇA NO ETERNO.
A BREVIDADE DA VIDA GERA A ANSIEDADE QUE A PSICOLOGIA ACALMA, A FINITUDE QUE A FILOSOFIA ACEITA E A ETERNIDADE QUE A FÉ EM CRISTO PROMETE.
NO LIMITE DO CALVÁRIO, A [FILOSOFIA] DESCOBRE A FALÊNCIA DA LÓGICA DIANTE DE UM DEUS QUE ESCOLHE A FRAGILIDADE DA CARNE. A [PSICOLOGIA] TESTEMUNHA O ÁPICE DA ANGÚSTIA HUMANA NO SUOR DE SANGUE DO GETSÉMANI, ONDE O HOMEM ENFRENTA O SEU MAIOR MEDO. MAS [O DESFECHO TEOLÓGICO] REDEFINE A PRÓPRIA EXISTÊNCIA: O SOFRIMENTO HUMANO NÃO É ANULADO, MAS É DIVINIZADO, PROVANDO QUE SUPORTAR A DOR COMO HOMEM FOI O ATO SUPREMO QUE TRANSFORMOU A NOSSA MAIOR FRAQUEZA NO PORTAL PARA A ETERNIDADE.
Quero que os Metodistas sejam exemplo permanente de sabedoria e modelo em todas as coisas, grandes e pequenas.
A autêntica experiência de salvação é transformadora. Ou impacta a orientação total da vida ou não é autêntica.
Clame com todas as suas forças para Aquele que perdoa os seus pecados, até que tenha o amor de Deus derramado em seu coração.
Qual segredo para manter a igreja sólida? Ter um grande pregador não é suficiente. As inúmeras sociedades Metodistas têm confirmado que ainda que alguém pregue como um anjo, não conseguirá manter solidez se não realizar o difícil trabalho de visitação de casa em casa.
Não tenho medo que o povo chamado Metodista um dia deixe de existir, tanto na Europa como na América; mas tenho medo que existam somente como uma seita morta, tendo a forma de religião, mas sem poder.
Todo mundo tem alguma medida dessa luz, algum raio tênue e cintilante, que mais cedo ou mais tarde, mais ou menos, ilumina todo homem que vem ao mundo. . .Assim que nenhum homem peca porque ele não tem graça, mas porque ele não usa a graça que ele tem.
A santificação deve ser o desejo de todo cristão se parecer com Jesus e ter uma vida santa, assim como o Mestre teve. Pela sua infinita graça, Deus concede vida santa a todos os pecadores, desde que eles se arrependam e confessem o nome de Jesus (Rm 10.9-10). Assim, Deus disponibilizou três meios para a santificação: o sangue de Jesus: “E, por isso, também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta” (Hb 13.12); o Espírito Santo (2ª Ts 2.13); e a própria Palavra de Deus (Jo 17.17; Ef 5.26). O Senhor nos forneceu todos os recursos necessários para uma vida santa e separada do mundanismo (Rm 12.1-2).
Oh! Quão livremente Deus ama o mundo! Quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu pelos ímpios. Quando estávamos mortos em nossos pecados, Deus nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós. E quão livremente com Ele, Ele dá todas as coisas! Verdadeiramente, a GRAÇA LIVRE é tudo em todos!
Nossos pecados foram a causa dos sofrimentos dele. Os sofrimentos dele foram os efeitos penais dos nossos pecados. "O castigo da nossa paz", a punição necessária para consegui-la repousava "sobre ele" que se submeteu livremente a isso: "E com as chicotadas que ele sofreu" (mais uma vez, uma parte de seus sofrimentos em favor do todo) "fomos curados"; o perdão, a santificação e a salvação final foram comprados e concedidos a nós. Todo castigo é aplicado por alguma falta. A falta que repousa sobre Cristo não era dele, mas nossa; e era indispensável reconciliar o legislador ofendido com as criaturas culpadas de ofensa. Por isso, "o senhor pôs sobre si a iniquidade de todos nós"; isto é, a punição devida por nossa iniquidade.
Somente a Graça! Todas as bênçãos que Deus concedeu ao homem são de Sua mera graça, generosidade ou favor. Seu livre e imerecido favor, favor completamente não merecido, o homem não tendo reivindicação a menor de Suas misericórdias. Foi graça livre que formou o homem do pó da terra, e soprou nele uma alma vivente e estampou naquela alma a imagem de Deus.
"Sem mim nada podeis fazer!" absoluta, positivamente nada! Nele todas as coisas vivem e se movem, bem como têm o seu ser; Ele não é somente a verdadeira primeira causa, contendo todo o arcabouço da criação, mas também o princípio interno, sustentador e ativo, na verdade, o único agente no universo. Os espíritos criados necessitam de que Ele lhes comunique uma fagulha da sua natureza ativa e de movimentos próprios. Mas de modo mais especial, "vós nada podeis fazer" de reto, de sábio, de bom, sem a agência direta e imediata da Primeira Causa.
