Ivan bunin
Bajulação nas organizações.
Em liderança , principalmente nas organizações do século 21 , um líder tem de ter “ super”capacidade emocional/ analítica , para identificar e criar metodologias de dissuasão de práticas que destroem culturas organizacionais.
Grandes líderes ,perfeitamente selecionam os quadros que agregam valor a organização por mérito ,por aqueles que buscam reconhecimento por lenços no sapato.
No entanto , o grande desafio está no perigo reputacional da organização, pois estes , “os dos lenços” são um furo no casco do navio em alto mar.
Um líder digno de respeito vela pelos valores éticos e morais e certamente repudia a chamada cultura de club, que é aquela criada como vulgarmente se diz “a teia de aranha , que fica ao redor de modo a obter benefícios pela prestação de serviço “do brilhante sapato”
Conheço muitos bons líderes , mas também conheço poucos !
Apenas uma crônica !
Por : ILC
O Caos Toma Conta de Mim I
O caos toma conta de mim, como tempestade,
Um turbilhão de emoções, de incerteza e ansiedade.
Os pensamentos se entrelaçam, como fios de um novelo,
E na dança desordenada, me perco no anelo.
As horas se arrastam, os minutos se esvaem,
E eu busco a calma, mas as sombras não saem.
O coração palpita, como um tambor aflito,
E a mente, um labirinto, onde tudo é conflito.
As vozes internas gritam, se confundem em dor,
E o eco do silêncio é um grito de amor.
O caos, meu companheiro, me puxa para baixo,
E na luta constante, eu me sinto em pedaços.
Mas, mesmo na tempestade, há uma fagulha de luz,
Um lampejo de esperança que, de algum modo, me conduz.
Pois no fundo da alma, onde o caos se instala,
Há uma força escondida, uma paz que não se cala.
E assim, entre as sombras, vou aprendendo a dançar,
A abraçar o descontrole, a me permitir chorar.
Pois o caos, embora duro, também é libertador,
E em meio à desordem, eu descubro o meu valor.
Então, sigo em frente, mesmo em meio à confusão,
Com a certeza de que o caos é parte da criação.
E, aos poucos, vou tecendo um novo amanhecer,
Onde o caos toma conta, mas eu aprendo a viver.
No Natal Reflita o Melhor da Vida.
Nos últimos anos temos vivenciado uma forma de relacionamento social muito diferente do que habitado estávamos.
As inseguranças tomaram conta de toda classe, os medos são agora acessórios indispensáveis a nossa vida e o amor ao próximo mais parece um plástico descartável, sem utilização coerente .
As notícias ...
As notícias embebedaram-nos , trouxeram-nos novas métricas de sobrevivência , inundaram os nossos corações de insensibilidade perante tantas mortes e outros desastres.
Morrer torna-se agora aceitável e a dor desvaneceu-se , com um simples dizer... “ É um ciclo”
As paragens que vamos fazendo neste percurso abandonam passageiros em diferentes estações “ afinal é verdade”.
E os seus assentos vazios ficam de uma presença física , mas cheios de memórias que levaremos ao infinito da nossa existência .
Os nossos corações ....
Estes hoje trémulos , com dificuldades de discernir sentimentos , entristecem-se ...
Mas ainda assim , com tantos ruídos endoidecedores, a alma não se digna a aproveitar os momentos que nos restam , fomentando a paz , a concordância e a liberdade de amar inocentemente.
Por outro , massifica-se por muitos de nós o orgulho, arrogância, o autoritarismo e sensação de superioridade...
ohhhh que tristeza os dias hoje ...
A mim , a vós , um apelo...
Permitam-se, permitam-se ouvir o som do tambor que vos provoca internamente, para que possamos viver os dias de hoje com simplicidade e beleza .
Um natal feliz à todos nós ....
15/12/2021
Ivan luis roseira da costa
EM CORREDOR HOSPITALAR
Hoje em corredor hospitalar, sobre o deslize e som rangido de borracha cilíndrica sob o chão, de idade de respeito e com olhar longe, mas simpático, onde os cabelos brancos por todo, cobrindo uma vida de histórias, entre as alegrias, tristezas, dos amores e desamores, a avó sentada, levada pela assistente suporte, foi-lhe questionada sobre a presença de um homem, homem este, sobre ondas de lisos fios de cabelos brancos, de igual idade de respeito.
Sabe quem é este homem? Questionou a assistente.
Sob uma trémula e doce voz, disse ela: Não me lembro, não sei de quem se trata..
Aos meus passos, e sob curiosidade expontânea, abrandei, e pude ouvir…
É o Zé, o teu filho…
Naquele momento, a emoção escalou sobre o meu corpo, e sob olhar úmido, mas de cabeça firme, senti, senti, bem, no fundo a dor de não nos lembrarmos de quem um dia, tanto amor transbordamos, tantas lembranças nós criamos, e tanto carinho dedicamos.
Foi hoje…exatamente hoje…
Em um corredor hospitalar .
07/07/2023
MULHER, RADIANTE COMO O SOL E BELA COMO A LUA
Não há como definir uma mulher,
Não há como descrever ou escrever uma mulher,
Ela é um mistério misterioso.
Desvendar uma mulher é um eterno mistério que
Não podemos desvendar por apenas querer.
Mulher, um sonho de Deus eternizado na terra,
Mulher flor divina descida do jardim celeste
Para ser cultivado na terra.
A Mulher é flores de diversas espécies por Deus
Plantadas na terra para enfeitar nossos olhos.
Mulher negra, é entre todas as joias da terra a mais bela e perfeita,
Não tem cor, ela é uma mistura de cores todas juntas,
Assim podemos amar a mulher negra como a matriz do
Amor de Deus.
É a mulher negra a razão de todo ódio,
apenas por ser tão rara e tão perfeita joia
Do mais profundo esconderijo do coração da terra.
A Mulher branca, é como uma nascente bela e pura,
É como uma flor que nasceu a margem de um ribeirão,
Mostra sua totalidade única, simples, mas forte.
Tem uma beleza e inteligência rara, seu brilho nos ofusca,
Seja mulher, não importa sua origem ela nos encanta.
Mulher indigna, ela é guerreira e a mais feroz voz da natureza,
Sabia e protetora da vida nativa, com esta não podemos brincar,
Ela sabe como ninguém valorizar a mãe terra.
Dela todos nascemos e vivemos, por ela fomos formados,
E dela devemos encerrar essa vida.
A mulher pequena, ela sabe que seu tamanho não é documento,
Ela encanta com seu charme, seu andar é fascinante,
Sua beleza não se mede pelo seu tamanho, e sim pelo seu potencial de ser mulher.
Mulher é sempre uma mulher, não importa seu tamanho, sua cor ou sua raça,
Ela será para nós um mistério de fortaleza e conforto.
A mulher madura, ela é sábia e confiante em sua experiencia de vida,
Sabe que não pode se iludir com promessas e fantasias,
Sabe que amar é diferente de se apaixonar,
Ela ama e sabe amar, mas como mulher ela é a voz da razão.
A Mulher mãe, ama mil vezes e mil vezes amarás,
Mulher que sabe cuidar e proteger,
Como mãe é um perigo em defesa de suas crias,
Não existe fera mais cruel em defender seus filhos como a mulher mãe.
Mulher mãe, é um animal selvagem e perigoso, não se atreva desafiá-la.
Mulher mãe, é um sinal de virtude e sabedoria, sabe cuidar e como mulher sabe amar.
Mulher, como mulher é uma flor.
Mulher, como mulher é um mistério.
Mulher, sempre foi a maior razão
De entendimento da vida.
IVAN GUEDES BLACK Jr.
08/03/2023
Talvez eu não tenha vivido como se deve – acudia-lhe de súbito à mente. – Mas como não, se eu fiz tudo como é preciso?
Curvamo-nos por conta própria, ou o tempo nos curva. Afinal nunca vi um ancião sem as curvas do cansaço!
Fosse manhã ou noite, sexta-feira ou domingo, era tudo indiferente, o que havia era sempre o mesmo: uma dor surda, torturante, que não sossegava um instante sequer; a consciência da vida que não cessava de afastar-se sem esperança, mas que ainda não partira de todo; a mesma morte odiosa, terrível, que se aproximava e que era a única realidade; e sempre a mesma mentira. Para quê então os dias, semanas e horas do dia?
Mas o que é isto? Para quê? Não pode ser. A vida não pode ser assim sem sentido, asquerosa. E se ela foi realmente tão asquerosa e sem sentido, neste caso, para quê morrer, e ainda morrer sofrendo? Alguma coisa não está certa.
Tudo aquilo de que viveste e de que vives é uma mentira, um embuste, que oculta de ti a vida e a morte.
E sozinho tinha que viver assim à beira da perdição, sem nenhuma pessoa que o compreendesse e se apiedasse dele.
Sempre o mesmo. Ora brilha uma gota de esperança, ora tumultua um mar de desespero, e sempre a dor, sempre a dor, sempre a angústia, é sempre o mesmo.
Não podia mentir a si mesmo: acontecia nele algo terrível, novo e muito significativo, o mais significativo que lhe acontecera na vida.
A vida, uma série de tormentos em crescendo, voa cada vez mais veloz para o fim, para o mais terrível dos sofrimentos.
Procurou o seu habitual medo da morte e não o encontrou. Onde ela está? Que morte? Não havia nenhum medo, porque também a morte não existia.
Em lugar da morte, havia luz.
