O que te move
A vida imitando o Circo, o Circo imitando a vida. Apesar de tudo, o espetáculo da vida contínua...e seguir em frente faz parte do espetáculo.
A vida é muito cheia de incertezas para se ter certeza de algo.
FEV 2016
(após um capítulo da novela Totalmente Demais)
Uma das coisas mais irritantes de se ver em filmes, novelas e séries são pobres, crianças e, principalmente, o par romântico, falando com uma certeza arrogante de que estão certos a respeito de tudo.
A vida é muito cheia de incertezas para se ter certeza de algo.
FEV 2016
(após um capítulo da novela Totalmente Demais)
No avesso da mídia dos poderosos manipulada O Orfeu Negro, em 1959 foi o nosso primeiro Oscar da Academia. Logo o atual filme Ainda Estou Aqui, de 2025 é nosso segundo Oscar da Academia para um filme brasileiro. O nosso primeiro filme a ganhar o Oscar advém de uma historia brasileira da cultura negra, com elenco de artistas negros, filmado no Brasil ressaltando a festa negra do samba, escrito por Vinicius de Moraes, muito mais um espelho de nossa realidade nacional. Já o segundo, traz uma historia de uma elite politica no submundo dos anos de chumbo, um período de muitas historias controversas dos dois lados.
Alicate que arranca o dente,
A vítima foi anestesiada?
Vejo um olhar diferente.
Sua alma ainda não foi rasgada
Que Mário Quintana me perdoe,
O milagre não é a recuperação,
Ou superação, ou o despertar da igreja...
Nem salvar uma nação...
milagre é acreditar nisso tudo... e se fuder...e ainda assim continuar acreditando😏
Quais seus pensamentos neste final de tarde...
O céu laranja vê o partir dos pássaros,
E o vento já sopra meus cabelos em direção ao oceano...
A brisa do mar é pura.
Você também vê o pôr do sol,
Enquanto a areia cobre parte de seus dedos?
Ligados pelo horizonte...
É como o final feliz de um filme,
Em que podemos voar à deriva...
Como aquele pássaro azul.
Não sei perder pessoas, amores, amigos, hoje perdi um grande amigo de trabalho, daqueles que nunca morre, porque deixou seu legado, fez história, lutou incansavelmente pelo cinema visando um Brasil melhor, contando histórias. Eu trabalhei no longa Cabra Cega, fiz still, o cartaz e uma exposição de fotos no metrô Vila Madalena. Eu venho aqui agradecer essa pessoa linda tão importante na minha vida, tenho certeza que de muita gente. Foi cedo, vai fazer muita falta. Meu abraço em seus dois filhos e na Débora, grande atriz linda que ele sempre fez brilhar em seus filmes, acho lindo esse amor me transborda. Obrigada, querido diretor Toni Venturi! RIP NAM MIOHO RENGUE KYO
Onde está o nosso foco e atenção? De quê os nossos ouvidos têm se alimentado? Samuel não percebeu que a voz de Deus o chamava pelo nome. Talvez seu pensamento jovem estivesse divagando por outros lugares, situações, pessoas. Ele precisou que Eli o alertasse de que era Deus o chamando! E nestes dias, nossos ouvidos sendo invadidos por conteúdos de filmes, músicas, novelas, programas de tv, séries, imoralidades... Como vamos ouvir a Deus em meio à tanto lixo que entra pelos ouvidos e muitas vezes desce e cria raízes profundas no coração? Que os nossos ouvidos possam estar à postos na esperança de ouvir os chamados do Espírito de Deus, em nossas almas, mentes e corações!
Devo confessar-te com toda franqueza que este teu olhar seguro com ar de mistério causa-me um grande impacto, um forte sentimento, tanto que logo sinto uma vontade avassaladora de conhecer-te de fato como se fosse desbravar um mundo belo e intenso, sem nenhum momento desperdiçado.
És um livro de ação e suspense, um filme de romance e veemência, uma linda jovialidade com uma personalidade clássica que se assemelha a uma obra cativante da renascença, uma arte moderna com a qualidade exigente à moda antiga, então, graciosa de físico e essência.
Se eu for capaz de acelerar agradavelmente os batimentos do teu coração, fazendo valer cada um deles quando estiver contigo, soarão pra mim, semelhantemente a uma melodia deleitável, irresistível, que ficará gravada na minha mente pra que estejas sempre comigo.
Lugar simplesmente romântico, embevecido gentilmente na quietude da bela noite, que está muito bem ornado com uma linda natureza modesta, que detém alguns reflexos do passado, iluminado com uma claridade discreta e muito acolhedora, logo, um distinto cenário que tanto revigora.
Apesar deste horário avançado e do pouquíssimo movimento, não aparenta ser hostil, certamente, até poderia fazer parte de uma cena marcante de uma casal apaixonado de um filme emocionante ou de um livro de romance, ricamente, detalhado, portanto, enxergar apenas com os olhos não é o bastante.
Posso perceber também que possui um certo ar de mistério, já que mesmo sem ninguém em destaque, permanece vivo, inspirando e acolhendo, uma interessante particularidade, que fomenta pensamentos que levam a uma viagem, atravessando o espaço e o tempo.
As vezes me fecho em ostra e fico vendo a vida passar no fundo do mar... Fico pensando como tudo é tão misterioso e instigante, tão imenso tão intenso e penso ser uma personagem do filme Matrix e observo as algas e peixes do oceano acenando pra mim e nessas oscilações introspectivas em que brincam na cordinha de luz, sinto- me como uma marionete do tempo..
BATALHA CONTRA AS DROGAS
No filme O invasor (Brasil, 2001), o jovem diretor Beto Brant constrói, graças à sua sensibilidade aguçada, uma história densa, impactante, repleta de crimes e castigos. Na tela, nuances dostoievskianas explodem em arrependimentos, culpas, assassinatos, ausência de escrúpulos, síndromes de perseguição. A cidade de São Paulo, com sua atmosfera concreta e complexa, é o cenário perfeito para o drama urbano dirigido por Brant, que trafega com destreza por temas áridos como ambição, corrupção, marginalidade e drogas. A escolha do elenco é, ainda, outro elemento que tornou a narrativa bem sucedida, crível, próxima do real. Muito já se falou sobre a premiada atuação de Paulo Miklos, que interpreta o "invasor" perverso, perfeito em sua caracterização. Mas há que se observar, também, a performance convincente da atriz Mariana Ximenes. É ela quem dá vida à adolescente Marina, que sofre a perda abrupta dos pais e, no transcorrer da trama, experimenta uma incursão vertiginosa pelo mundo das drogas. O resultado não poderia mesmo ser outro: uma série de atitudes irresponsáveis que a conduzem a uma vida desregrada, perigosa, sempre por um fio. Com seu visual diferente e sua postura transgressora, a personagem expõe muito da rebeldia e da impetuosidade juvenil. Seu perfil contribui para que ela se deixe envolver, mesmo sem se dar conta, com o criminoso interpretado por Miklos, que é, entre outras coisas desabonadoras, o assassino dos pais de Marina. Fora da ficção, entretanto, as drogas é que parecem ser, cada vez mais, as verdadeiras "invasoras" que se infiltram na vida de milhares de pessoas. Muitas delas, ressalte-se, são jovens que, como a personagem de Brant, passam a viver no submundo da criminalidade e da violência, destruindo suas existências promissoras com voracidade. É dever da sociedade atentar para esse modo "invasivo" com que as drogas lícitas e ilícitas seduzem um número cada vez maior de adolescentes. Um modo que arrebata sua energia, sua vitalidade, seus sonhos. Cabe às instituições sociais - família, escola, empresas, associações e ONG's - unirem esforços no sentido de pôr a baixo esse verdadeiro império que se sustenta pela dependência química, pelo crime organizado e pela degradação de valores essenciais à vida em sociedade. Nesse contexto, pensando numa forma de expandir a prevenção e as informações relativas às drogas, o governador Geraldo Alckmin, por meio da Secretaria de Estado da Educação, em parceria com a Fundação Roberto Marinho, lançou, este mês, o programa Tá na roda: uma conversa sobre drogas, que irá beneficiar cerca de um milhão de alunos da rede estadual de ensino. A proposta do programa é ampliar as ações e reflexões relativas ao tema entre educadores e educandos. Todas as 89 Diretorias de Ensino do Estado vão participar do projeto, com início agendado para março. Mais uma vez, ficção e realidade irão se mesclar, na medida em que, nesta primeira etapa, o programa tem, dentre seus instrumentos de aplicabilidade, mil kits contendo livros, CD ROM e vídeos, que trazem - além de depoimentos, entrevistas e orientações do psiquiatra Jairo Bauer - trechos de capítulos levados ao ar na telenovela O Clone. Escrita por Glória Perez, a história comoveu todo o Brasil abordando a temática das drogas com realismo e contundência. A capacitação dos educadores será realizada, inicialmente, para 356 profissionais de todas as Diretorias de Ensino que, regionalmente, trabalharão com diretores e professores de suas escolas. Um site para o projeto também será criado, facilitando a pesquisa e a consulta sobre o assunto. Os professores envolvidos serão capacitados através de aulas presenciais e a distância, ampliando o rol de acesso dos educadores às informações e conteúdos didáticos indispensáveis às atividades em classe. É nosso dever compor o roteiro que tornará possível ampliar as ações de educação preventiva contra as drogas, que já vêm sendo desenvolvidas em todas as escolas da rede, por intermédio do Programa Prevenção também se ensina, criado em 1.996, com o objetivo de instrumentalizar os educadores de Ensino Fundamental e Ensino Médio a trabalhar a prevenção ao uso de drogas e às doenças sexualmente transmissíveis com a comunidade escolar. Essas iniciativas, a nosso ver, fortalecem o conceito de uma escola democrática, dinâmica, que impulsiona debates e reflexões a respeito de temas relevantes. Uma escola que, diferentemente das obras de ficção, do cinema e da TV, esteja livre de "invasores" do mal, personagens cruéis e vilões de qualquer espécie. Até porque escola é centro de luz e, como tal, deve propagar felicidade, harmonia, paz, prosperidade. É esse o nosso compromisso. É esse o final feliz que desejamos ajudar a escrever para os seis milhões de alunos da rede e também para as suas famílias.
Publicado no Diário de S. Paulo
Ela: Quem você ama?
Ele: Minha namorada.
Ela: E quem é ela?
Ele: Uma menina aí.
Ela: Me apresente, quero conhecer.
Ele: Tudo bem, amanhã na frente da escola. Estarei lá com ela!
Ela: Ok.
No outro dia, na frente da escola, a menina chega e fica esperando ele aparecer com a sua suposta namorada, mas ele aparece sozinho.
Ela: Cadê sua namorada? Não pode vir?
Ele: Não. Ela está aqui.
Ela: E onde ela está?
Ele: Bem na minha frente.
Ela: Como?
Ele: Quer namorar comigo?
