O que te move
Meu intuito nunca foi educar ninguém, mas sim reconhecer os verdadeiros mediante sentimentos nobres.
Existem padrões com dinâmicas como procedimentos que excede níveis para o relacionamento humano, assim podemos avaliar a lealdade, reciprocidade e mediante causalidades, a intenção por trás da ação, palavras, sentidos e suas falhas e fraquezas por trás do egoísmo e complexo de inferioridade.
Existem pessoas que merecem o melhor de nós, outras, porém, merece apenas não existir em nossas vidas.
Reconhecendo os verdadeiros em níveis, sabemos pra quem temos liberdade de entregar nossos verdadeiros sentimentos e ceder ou contar.
A vida é um turbilhão de clichês em dinâmicas e fatos diferentes que se igualam. Experienciar a vida trata-se de sistemas que nos motiva ao lógico: sem propósito lógico, qual razão?
A mente não se trata de uma receita de bolo para se encaixar em seres racionais, racionalidade teórica se difere de estudar um "free style" prático da vida conhecendo a fundo nossa verdadeira natureza.
Deus disse "conhece a ti mesmo"
E também "ama ao próximo como ama a ti mesmo"
O sol que brilha esse fragmento de tempo de hoje não é o mesmo sol que brilhará no amanhã ou que queimou no ontem. Somos luzes emergindo da escuridão e nossa visão clareia nosso caminho.
Ao morrer em leito de amor, renascemos em berço distante.
O amor e o ódio são o mesmo sentimento com perspectivas relacionado a expectativas diferentes: muda-se a expectativa e muda o ponto de vista, mas o laço referente a conexão é o mesmo com filtro de negativo a positivo na mesma linha.
-Nós dois sabíamos que você teria me deixado no final dessa história
-Isso não é verdade
-É sim!
-Eu quero que você seja feliz , mais do que qualquer coisa eu quero ser a causa da sua felicidade, mas se eu não sou então... eu não quero ficar no caminho entende?
Por que o que você sente agora, é uma força que não pode ser parada, o que significa que eu tenho que pular fora...
Vou lhes contar um segredo: não lemos e escrevemos poesia porque é algo bonito. Lemos e escrevemos poesia porque pertencemos à raça humana; e a raça humana está cheia de paixão. A medicina, o direito, o comércio, a engenharia são carreiras nobres e necessárias para dignificar a vida humana. Mas a poesia, a beleza, o romantismo, o amor são as coisas que nos mantêm vivos.
Sinto tanto a sua falta que parei de fumar. E doces agora são apenas um pouco reconfortantes. Você arruinou todos os meus vícios.
Achei que eu queria um ferigato, mas a verdade é que só quero você. Em todos os feriados. E fins de semana. E dias de semana também seria legal.
Eu sempre quis dirigir, mas o Charlie dizia: “A próxima peça.” O diretor era sempre ele, a próxima nunca chegou. Talvez se tivéssemos ficado casados, a peça chegasse.
Vi aquele documentário sobre o George Harrison recentemente e pensei: “Assuma. É só assumir. Seja como a mulher do George Harrison. Ser mãe e esposa é o bastante.” Então eu me toquei que não lembrava o nome dela.
Muitos advogados manipulam a verdade pra chegar aonde querem. Clientes não passam de negócios. Penso em vocês como pessoas.
Ela subindo a escada rolante do metro, ele lá em cima esperando por ela
Anette: Estou impressionada
Sebastian: E eu apaixonado!
Há muitas maneiras de morrer, mas é preciso decidir uma forma de viver. Isso, sim, é o mais difícil. (Josai)
É espantoso como se pode amar alguém que ainda não se conhece. (Daniel acariciando a barriga de Marianne, grávida de cinco meses)
Há dois tipos de pessoas, o escorpião e a rã. Um escorpião não consegue atravessar o rio. Vai ter com uma rã, que consegue, e pede boleia. A rã diz: "não posso levar-te às costas, picar-me-ás"; o escorpião responde: "será contra os meus interesses picar-te, pois morreríamos juntos". A rã pensa nisso um bocado e aceita o acordo, entrando na água com o escorpião às costas. A meio caminho, sente uma dolorosa ferroada no dorso e apercebe-se que o escorpião vai morrer, de qualquer forma. Vão afogar-se juntos. A rã chora: "por que me picaste? Vamos morrer os dois"; o escorpião responde: "não pude evitá-lo. Está na minha natureza."
Quando a criança era criança, andava com os braços balançando.
Queria que o córrego fosse um rio, o rio uma torrente... e que esta poça fosse o mar.
Quando a criança era criança, não sabia que era uma criança.
Tudo era cheio de vida, e a vida era única.
Quando a criança era criança, não tinha opinião sobre nada.
Não tinha hábitos.
Sempre sentava com as pernas cruzadas,
Saía correndo... os cabelos eram desarrumados, e não fazia pose quando fotografada.
Quando a criança era criança, era o momento das seguintes perguntas:
Por que eu sou eu e não você?
Por que estou aqui e não ali?
Quando começou o tempo, e onde acaba o espaço?
A vida sob o sol é apenas um sonho?
Não seria o que vejo, escuto e cheiro apenas uma visão do mundo antes do mundo?
Como pode ser que eu, que sou eu, antes de chegar a sê-lo, não fosse?
E que eu, sendo quem sou, algum dia não serei eu mesmo?
Quando a criança era criança, achava muitas pessoas belas, mas agora... raramente.
A criança imaginava claramente o Paraíso, e agora só consegue suspeitar como seria.
Não podia imaginar o vazio, e hoje se estremece com a ideia.
Quando a criança era criança, brincava com entusiasmo... e agora tal entusiasmo só acontece com muito esforço.
Por que todos não enxergam, tal qual as crianças, os portos, os portais e as aberturas que existem abaixo na terra e acima, no céu?
se todos os vissem, haveria uma história sem assassinatos e sem guerra.
