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â Quem te viu...
Quem te vĂȘ...
NĂO!
VocĂȘ nunca me viu...
âEscorpianos sĂł pisam em terreno firme,para entĂŁo serem todo coraçãoâ, alguĂ©m jĂĄ deve ter dito isto algum dia...
Sempre fui teimosa no amor ...
Tanto que o que me restou estĂĄ no brilho de um Ășnico olhar...
SĂł me serve vocĂȘ!
Ando sĂł.
Eu achei que havia algo especial entre nĂłs. E sei que parece loucura, porque sĂł nos conhecĂamos hĂĄ alguns dias, mas eu⊠Eu nunca sentir uma conexĂŁo como essa antes. Ou desde entĂŁo. E achei que vocĂȘ sentia o mesmo. Eu sĂł queria⊠Eu sĂł queria saber⊠se eu estava imaginando.
â E sĂł entĂŁo percebi que estava diante de uma criatura cheia de delicadeza e carinho. Que se traia sem se dar conta. Ao mesmo tempo que se encolhia numa mistura de insensatez e incoerĂȘncia. Uma verdadeira preciosidade. Uma jĂłia, linda e espiritual. Talvez algum homem, uma coisa qualquer, um dia a destruĂsse para sempre. Fiquei torcendo para que nĂŁo fosse eu.
Desejar o passado nĂŁo irĂĄ trazĂȘ-lo de volta. SĂł existe um presente que se constrĂłi, enquanto o passado se retira.
â NĂŁo faz da tua alma apenas um vaso de flor,mas faz dela um lindo jardim sem espinhos,onde sĂł plantes o amor .
IvĂąnia D.Farias
â NĂŁo Ă© sĂł no combate, de armas na mĂŁo, que se pode dar mostras de uma alma corajosa e intrĂ©pida ante o perigo: o home de coragem atĂ© jazendo num leito se impĂ”e.
â SĂł por estar no caminho certo, vocĂȘ jĂĄ estĂĄ Ă frente de muitos que nem sabem para onde estĂŁo indo.
đč Cinza e Fumaça đ”đčđđ”đž
âEles chamam de paz⊠mas eu sĂł vejo silĂȘncio de cemitĂ©rio.â
Cidade em ruĂna, o som Ă© de sirene,
Tela azul brilha, mas ninguém se entende.
Feed lotado, mas vazio de alma,
Enquanto o Ăłdio compra views e calma.
MĂŁe reza em pranto, o filho no chĂŁo,
Outro hashtag vira comoção.
Promessa no palco, mentira no ato,
Poder de terno, contrato exato.
[RefrĂŁo]
Cinza e fumaça, o mundo em combustão,
Mas a batida ainda pulsa o coração.
NĂŁo Ă© revolta, Ă© sobrevivĂȘncia,
Grito de rua, pura consciĂȘncia.
Tempo de guerra, tempo digital,
Mentira oficial no jornal nacional.
Fala de paz, mas assina com sangue,
Enquanto o lucro corre pelos tanques.
Cada palavra vira munição,
Quem pensa demais vira interdição.
Mas o som fura o bloqueio da rede,
Rima é semente, ninguém mais impede.
[RefrĂŁo]
Cinza e fumaça, o mundo em combustão,
Mas a batida ainda pulsa o coração.
NĂŁo Ă© revolta, Ă© sobrevivĂȘncia,
Grito de rua, pura consciĂȘncia.
âEles querem silĂȘncio â nĂłs temos som.â
âSe tiram o ar, a rima vira pulmĂŁo.â
Do gueto de ALD ao canto de Beirute,
Mesmo beat, outra dor, mesmo chute.
Jovem sonha alto, mas o teto Ă© de ferro,
Sistema joga dado, quem perde Ă© o erro.
E se a rima incomoda, Ă© porque Ă© viva,
Ă voz que rasga, palavra cativa.
Enquanto o mundo dorme na ilusĂŁo,
Tem poeta acordado rimando revolução.
Cinza no céu, mas o som é cor,
Batida sincera, resposta do amor.
Entre ruĂna e esperança parcial â
Ainda hĂĄ ritmo, ainda hĂĄ ideal.
âFreedom for the people â not the politics.â
âJustice ainât a trend â itâs a promise.â
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Todos temos marcas do passado, que nos fazem desacreditar do amor.
Cicatrizes, mĂĄgoas.
Mas só o amor é um recomeço, é uma segunda chance.
O amor Ă© a prĂłpria vida.
Essa menina Ă© um problema
Ă cheia de esquema, Ă© complicada
VocĂȘ pensa que ela Ă© calma
Mas sĂł que tem alma de pipa avoada
Para toda histĂłria sempre existem duas versĂ”es e a verdade. Se vocĂȘ sĂł conhece uma das versĂ”es entĂŁo vocĂȘ nĂŁo sabe nada.
Cada um sĂł dĂĄ o que tem dentro do coração. Vivo tranquilo por ser consciente do que emano quando estendo minha mĂŁo. O Amor deve ir sem esperar de volta uma boa ação, construĂmos um mundo melhor quando nossas palavras se transformam verdadeiramente em ação.
Chamar a atenção de alguĂ©m ou apontar uma falha especĂfica sĂł para tripudiar, humilhar, destruir ou ferir, Ă© forma segura de atrair para a prĂłpria vida o mesmo tipo de pessoas crĂticas que irĂŁo nos devastar no futuro. Falhas sĂł devem ser apontadas quando nosso intento Ă© o de ajudar na correção e no ajustamento.
Eu sĂł queria estĂĄ morto mais nĂŁo posso me matar. Pois desgosto para minha mĂŁe nĂŁo quero dar , sonho com a morte todos os dias todos os minutos do meu dia espero a morte me visitar
Abri mĂŁo
Deixei meu orgulho de lado muitas vezes por vocĂȘ.
Abri mĂŁo de muita coisa na vida sĂł para estar ao seu lado.
Deixei meus amigos, Meus vĂcios.
Deixei meus hobbies, Para poder ficar ao seu lado,
E tentar viver com vocĂȘ e apenas para vocĂȘ.
Tentei de varias maneiras mesmo que algumas delas tenham
sido errantes, Pra te fazer a mulher mas feliz possĂvel.
Jurei que tentei, Mas nunca consegui saber o que vocĂȘ realmente queria.
Muitas das vezes te chamei para conversar, E vocĂȘ como sempre dizia
que nĂŁo era nada.
Tantas vezes tentei te entender, Entender as suas maneiras, Os seus jeitos,
Suas manias, Seus gostos.
Por muitas vezes tentei desistir.
Mas no final sempre estava ali ao seu lado.
Muitas vezes morri de amor por vocĂȘ.
Muitas vezes quase morri de Ăłdio de vocĂȘ.
Por muitas vezes atendia o seu telefonema na madrugada.
Com aquela voz de choro, Apenas querendo um carinho.
TambĂ©m muitas vezes atendia com vocĂȘ do outro lado da linha
brigando por coisas que muitas vezes eu nĂŁo sabia.
Hoje vocĂȘ partiu, E ainda sinto aquela angustia no peito
de nĂŁo saber o que vocĂȘ buscava, o que realmente vocĂȘ queria.
Ainda me pergunto o que te faz feliz, Pois nem todo amor que fui
capaz de te dar foi o suficiente para te tornar feliz.
Era tĂŁo raro teu sorriso, Era tĂŁo belo e difĂcil de se ver.
Mas era tĂŁo belo, Que a noite se tornava dia.
Sei que respostas nunca terei, Mas queria a chance de tentar mesmo assim
novamente te fazer sorrir.
