S. inácio
Fico preso em meus pensamentos,
Mesmo com o passar do tempo, ainda me vejo como um menino inocente.
No turbilhão da vida diária,
Percebo o menino perdido em mim, buscando seu caminho.
Ao longo dos anos, carrego a tristeza,
Mas vejo o menino dos sonhos, ansiando por felicidade.
Quisera voltar a ser aquele menino do interior,
Perdido nas memórias do tempo que se foi.
Busco encontrar-me no âmago daquele menino,
Que um dia sonhou em alcançar a felicidade plena.
E, com a passagem dos anos,
Esforço-me para ser a pessoa feliz que o menino idealizou.
Ela é força, com um olhar que revela personalidade. É mistério, como uma flor de lótus. Tem um jeito de menina, mas a firmeza de uma mulher decidida. E é bela, em sua essência.
Beleza que vem de dentro para fora. Conquista com um olhar; mesmo com seu mistério, carrega consigo verdade, sua verdade. Nos prende com seu magnetismo, uma força sutil que nos atrai. Sua presença traz equilíbrio entre suavidade e poder, uma combinação rara que encanta e desafia.
Ela tem uma essência pura que nos intriga, nos levando a querer decifrá-la. A cada dia, desejamos conhecê-la mais, mas nunca conseguimos defini-la por completo. Com seu olhar e seu mistério, ela é... pura poesia.
“Nesse jogo político de porcos, a minha ou a sua opinião não valem de nada: o que vale é o dinheiro e o quanto cada um está disposto a vender sua própria alma por ele.”
"Não há como ser diferente: enquanto existirem estúpidos exigindo submissão dos inteligentes, sempre haverá conflito.
Trata-se de questão de sobrevivência: através da coerência ou da violência."
“Um cego que consegue sentir as estrelas vê mais do que aqueles que conseguem apenas enxergá-las.”
“Criar o que quiser não é nenhum desafio para o ser humano; o grande drama do homem é não saber o quê ele quer criar.”
“A liberdade criadora do espírito humano torna-se a própria prisão do homem quando ele duvida de si mesmo e se julga incapaz de dar respostas criativas diante do desconhecido.”
"A Vida nos confiou o poder criador. Mas o homem perdeu a medida certa daquilo que cria quando passou a se omitir das responsabilidades pelos seus próprios atos."
"Enquanto o ser humano eleger a própria humanidade como sua inimiga, ele sempre criará uma realidade incoerente e desarmônica para si."
