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E eu que fui pensar em como a pessoa teve coragem de me fazer mau assim, logo eu que só fiz bem a pessoa, descobrir que cada um dar o que é e isso não tem como esconder.
Não é que eu fiquei ruim. Só estou casada. O desânimo é apenas um fruto de uma árvore chamada ingratidão que é regada pela estupidez de pessoas egoísta e cegas pelo próprio ego e frustrações de si mesmo.
Amor de mãe só se esquece se não tiver problemas.
Mãe de verdade atrai o bem e o mal pra ensinar, e não simplesmente é ruim a não ser que queira.
Estádios da CBF ou templos da FIFA
padrão Bispo é dogmatismo,cismo.
Só sei que os meus irmãos Africanos
na grande área sofre danos.
Mas na pequena área, ebola é quem domina
e no ataque Brasileiro o artilheiro crack fulmina
igual mina nos campos na Palestina.
Esse é o jogo onde o povo é jogado
sendo explorado,
por fascistas exploradores de fé,
apologistas.
A divisão de base é a desigualdade
na cidade sede do povo com sede.
No torneio sub-desenvolvido,
onde cartolas exploram paixões e
governantes exploram o gado desnutrido.
“Nesse solo vou
como sólido estou
só, sou mito, admito
como gotas do olhar
transmito ao céu
sem cel, sem tel
te comunico
que o planeta
já tinha me dito
que juntos somos vomito
só sabemos sujar
e que venha vento, venha mar
tomar tudo de volta
por não sabermos
viver e preservar”.
"A magia não invade — ela espera. E só se revela quando você se rende ao toque que desfaz as barreiras entre o que se é e o que se teme ser."
A Solidão e os Abutres
Viver só, ou cercado — dá quase no mesmo.
Às vezes, estamos entre mil… e ninguém.
Sorrisos nos cercam como urubus em assembleia,
e o afeto? Uma encenação de quinta categoria.
Somos carneiros calados, sendo bicados aos poucos,
comendo da podridão com cara de gratidão —
porque, veja bem, é feio reclamar.
Enquanto isso, no alto, um abutre elegante
espera sua hora:
espera você cair, apodrecer direitinho.
Quer o melhor corte, o mais macio.
Mas a solidão — ah, essa sim — é honesta.
Não finge amor.
Não sorri para depois morder.
Ela arranca suas ilusões como quem tira um curativo podre.
Dói? Sim. Mas é limpeza.
Estar só é ver o mundo sem o Instagram alheio,
sem a lente do desejo do outro,
sem o eco dos que te querem menor —
ou igual, o que é quase pior.
É você com você. Uma conversa sem filtro.
Onde ninguém interrompe com conselhos
que nem servem pra eles mesmos.
E então, no meio desse abismo limpo,
você começa a pensar.
(De verdade, não com frases prontas.)
Descobre que sabe andar,
criar, e até gostar de si —
o que, convenhamos,
deixa muita gente incomodada.
Porque quem se basta
não é fácil de enganar.
Quem anda só
não serve pra rebanho.
A solidão tem esse poder:
te limpa dos abutres
e ainda te dá o prazer
de vê-los passando fome.
Uma guerra está sendo travada.
Não uma só.
São guerras sobrepostas —
territórios, ideias, narrativas.
Guerras que atravessam continentes como ventos quentes,
queimando o que resta de paz nas esquinas do mundo.
De um lado, um povo.
Do outro, outro povo.
No meio, o pó dos edifícios,
o silêncio após a explosão,
os olhos vidrados de quem ainda respira.
As fronteiras não são mais apenas linhas no mapa.
Viraram cicatrizes abertas na carne da Terra.
As crianças correm, mas não sabem mais para onde.
Correm entre os escombros, entre pernas amputadas,
entre bonecas queimadas, entre memórias que se desintegram no ar.
O planeta inteiro sente.
Não há lugar onde o eco dessa violência não alcance.
As telas transmitem em tempo real a queda do outro
como se a dor pudesse ser consumida com um clique.
Não há heróis.
Não há vencedores.
A pólvora tem o mesmo gosto amargo dos discursos.
Os céus escurecem de fumaça,
o chão afunda sob os pés de quem perdeu tudo
e ainda tenta nomear o que restou.
O tempo desacelera diante da destruição.
Uma escola se desfaz em poeira.
Uma mulher grita.
Um velho cava com as mãos o corpo do filho.
O mundo gira, mas nada se move para impedir.
A geopolítica dança em salões gelados
enquanto os corpos ainda estão quentes no chão.
É por isso que não é apenas uma guerra.
É o colapso da empatia,
é a falência da escuta,
é a ausência de humanidade sendo televisionada como espetáculo.
E ainda assim,
seguimos.
"Assim como no jogo de xadrez, só contar com o conhecimento e a sabedoria das jogadas não leva a vitória. Não se vence se não movermos às peças e se não compreendemos que cada peça tem a sua importância. Quando perdemos peças por falta de ação, tudo fica mais difícil."
" Tem gente que só vai conhecer a tua história depois que você se for, e isso, se você deixar algo para ser visto. Como você quer ser lembrado faz toda a diferença! Se hoje não te agrada a maneira que você se vê ou é visto, converta-se e se aproxime de Deus, pois quando estamos ligados a Ele damos frutos e somos reconhecido durante a jornada."
"Se você me ver "falando sozinho" não se assuste e nem pense que sou louco, só estou conversando com Deus em voz alta"
