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NĂŁo se apegue ao pensamento de que sĂł as vitĂłrias te conduzem ao sucesso, os esforços positivos e aprendizados adquiridos na tentativa de conquistĂĄ-las, ainda que vocĂȘ tenha sido derrotado, tambĂ©m servem como objetos de escalada para se chegar ao ĂȘxito.

Inserida por ALISON2

⁠Uma pessoa justa só permanece motivada para o trabalho num ambiente desigual  enquanto sua ingenuidade a engessa. 

Inserida por ALISON2

⁠O fracasso só é oportuno para quem sabe transformar suas liçÔes amargas em doces sucessos futuros.  

Inserida por ALISON2

⁠O poder de nossas açÔes só é canalizado a nosso favor  quando ele é empregado em ambientes ou situaçÔes onde hå possibilidades de geração de resultados. 

Inserida por ALISON2

⁠Muitos inconsequentes, quando escapam de serem vítimas fatais de seus próprios atos, só notam que agiram dessa maneira, quando a desgraça jå é um fato consumado. 

Inserida por ALISON2

⁠Jå chorei e jå sorri, jå "matei e só não morri."

Inserida por adrianobarcellos777

"Jå chorei e jå sorri, jå matei é só não morri.⁠"

Inserida por adrianobarcellos777

⁠me cobre, me esconde, me cega
porque deste meu mundo sĂł saem guerras.
eu amo ficar mas se hĂĄ de ir,
que vocĂȘ me leve.
do seu abraço assim, não devo sair
porque por aqui posso me sentir
e correr para onde quiser ir.
somos yin e yang, mas nĂŁo do mesmo sangue.
somos a mistura do Ăștil e agradĂĄvel,
da foz e do cais,
do "eu quero" ou do "tanto faz".
quando a gente não parava de dançar,
quando fizemos um show sem saber cantar,
quando rimos do nada sem ninguém conseguir nos calar.
20 de junho: nĂŁo faltou testemunho,
o dia em que nosso futuro ganhou um novo rascunho.
lĂĄgrimas em nossos ombros encharcaram,
mas memĂłrias, histĂłrias, VitĂłrias passadas
nĂŁo naufragam, nunca se apagam.
a gente se apossa, nĂŁo hĂĄ sintonia como a nossa.
empatema, por que somos tanto
em um mundo de tĂŁo pouco?
por que sĂł podemos nos encontrar
quando o céu toca o mar?
por que o mundo nos esconde
quando temos tanto a mostrar?
somos tudo aquilo que o universo queria aproximar,
piquenique na praia até tardar,
banho de piscina enquanto todo mundo nos odiar,
esquecer de tudo lĂĄ fora
e amar o que nos tornamos e o que nos fez despertar.

Inserida por davilimagunther

⁠empatema, por que somos tanto
em um mundo de tĂŁo pouco?
por que sĂł podemos nos encontrar
quando o céu toca o mar?
por que o mundo nos esconde
quando temos tanto a mostrar?
somos tudo aquilo que o universo queria aproximar,
piquenique na praia até tardar,
banho de piscina enquanto todo mundo nos odiar,
esquecer de tudo lĂĄ fora
e amar o que nos tornamos e o que nos fez despertar.

Inserida por davilimagunther

⁠uma luz no fim do tĂșnel,
esperança de um dia incrível.
o meu novo eu vai surgir,
agora sim, só pertenço a mim.
hoje, o céu ganha um novo querubim.
tempos de glĂłria.
adeus, sociedade escĂłria.

Inserida por davilimagunther

⁠só foi assustador até aceitar que eu tinha medo,
contava os dias da semana em cada dedo,
agora reclamo: porque os dias acabam tĂŁo cedo?
redescobrindo tudo como uma criança ganhando um novo brinquedo.
agradeci pelo céu continuar existindo
e bem alto, sinto a ventania voando entre as nuvens misturadas com a atmosfera azul,
indo de brasil a istambul
sonhando em ser um cowboy fora da lei como cantava o raul.
sou o fogo que surge em cada uma das brasas,
desenhando na terra, o futuro incerto com as penas de minhas asas,
enchendo as antigas almas rasas,
vivendo vidas diferentes dentro de cada uma dessas casas.
a finalidade Ă© morrer de tanto viver,
nĂŁo ficar onde nĂŁo pode me caber,
congelar onde jĂĄ me fizeram derreter,
voltar a tocar onde jĂĄ me deu prazer.
depois da morte, que eu seja o ar que passa pelo globo dentro das frentes frias,
o primeiro oxigĂȘnio de um nenĂȘ, um cantor rodando o mundo em uma turnĂȘ
ou um professor ensinando o planeta todo a como
libertar os corvos que habitam dentro de vocĂȘ.

Inserida por davilimagunther

⁠sempre me contaram que nesse mundo só vivem os corajosos,
pena que nem coragem Ă© o suficiente
jĂĄ que todos clamam para curar esse mundo
mas nĂŁo fazem nada para salvar essa gente.
no céu, caem as estrelas cadentes,
as luzes sĂŁo mais incandecentes,
assim como a claridade que vem da mata que jĂĄ nĂŁo Ă© mais de sua riqueza,
mas de uma brasa burguesa.
a claridade vem de cima
e agora nĂŁo enxergo mais nada,
nĂŁo estou aguardando nenhuma chegada.
a expectativa neles nĂŁo pĂŽde ser criada.
logo eu, antigo invicto de debate
dizendo para os quatro ventos
que se eu for abduzido nĂŁo Ă© sequestro, Ă© resgate.
o universo Ă© imenso para ter o egoĂ­smo
de afirmar que só a raça humana tem voz,
se bem que conhecemos mais o que estĂĄ acima do que entre nĂłs.
veja, um estranho!
esquece, continuem exalando os gnomos...
Ă© mais interessante? Ă© impossĂ­vel?
uma vĂĄlvula de escape que nos faz ter
esperança de fugir do que somos?
mas o que adianta querer escapar daqui,
se Ă© isso que devemos consertar.
longe atĂ© demais, vocĂȘs vĂŁo longe demais.
Objeto Voador Identificado, entrem!
e que os naturais lhes suportem daquele lado,
pois assim como fizeram aqui,
o futuro de lå também serå manchado.

Inserida por davilimagunther

cazuza dizia que era só mais um cara, que via futuro repetir o passado, e nunca notaram que o tempo não påra. ⁠tim maia torcia para que o mundo inteiro lhe pudesse ouvir sobre os sete mares que chegou a descobrir e de lå, me contou que todos notaram o quanto somos o raio de sol, união numa partida de futebol, a aquarela do céu, o azul do mar, o verde da floresta, a cultura divina, a energia dos barzinhos de cada esquina.

Inserida por davilimagunther

⁠sede de sentimento,
as borboletas sĂł estĂŁo no meu estĂŽmago
porque eu tenho as engolido,
pois periodicamente nĂŁo sinto nada.
dizem que isso sĂł melhora com umas ficadas na noitada
mas nem me chamam mais pra nada,
visto que nunca estou presente,
nĂŁo preciso pedir mais nada,
nem pra cupido, nem pra fada.
sou o futuro Ă  caminho de um azul
onde sĂł brilham resquĂ­cios do que um dia jĂĄ foi escrito,
sentindo o vento dos aviÔes sobrevoando ao meu lado,
passageiros me assistindo nos televisores sincronizados.
subindo cada vez mais perto do céu,
olhares me seguem
e mesmo sem falar nada, os fiz descer.
Ă© difĂ­cil olhar e me querer?
mas nĂŁo Ă© sĂł um que quer me prender.
me denominam como a maior estrela,
como astro, como rei,
como um graffite que vai eternizar a sua arte pro resto da vida:
tudo roda em meu mundinho,
eu jĂĄ sei de tudo isso,
portanto de mim, eles sĂł ganham um simples selinho.
sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça Ășnica do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lĂĄgrima de quem por mim sofreu.
de boca em boca, de ouvido em ouvido,
me aumentam mesmo sem eu ter percebido,
o prĂ­ncipe deixou de ser plebeu (se Ă© que um dia foi).
prontos para polir cada troféu meu?
graças ao talento que me cresceu,
por todos os dias que o mundo a mim perdeu,
todos os dias que minha alma mudou e reviveu:
até concordo com eles,
entre todos de mim, também escolho eu.

Inserida por davilimagunther

⁠os de bem me ensinaram
a nem sempre fazer o que só me convém,
não detestar ninguém, ajudar sem ver a quem,
mas o mundo me mostrou
que Ă© mais fĂĄcil concordar fingindo que escutou no meio do barulho.
pare esse mundo que eu quero descer,
jĂĄ estamos em julho, jĂĄ pulei o muro
e gostei mais do outro lado,
de borboleta nĂŁo sei apenas o nado,
rindo chapado, coração blindado,
se deus vier, que venha armado,
o show principal jĂĄ estĂĄ completo,
agora o after Ă© ir naquela rua e seguir reto.
filho de adĂŁo e eva, fruto do pecado.
em pé sou assim como estaria deitado,
sem direitos e sem deveres,
libertado de todas obrigaçÔes sociais que me apresentaram;
um parasita devora meus ĂłrgĂŁos e a sanidade que jĂĄ fora roubada,
assim como ele, devoro meus sentimentos mais lĂșdicos
e fico calado como o som de uma granada,
enquanto minha prĂłpria mĂŁo me dĂĄ uma bofetada.
rodamos o mundo em busca de ser menos mal,
mas a primeira refeição do dia é o falso moralismo
que grita em urgĂȘncia de invadir o meu prĂłprio espaço,
fazendo parte do mundo sujo que finge querer se limpar,
parte dessa massa deixa mais sem graça,
Ăąnsia de mainstream (mesmo sendo),
ignorando mensagem sendo lida,
bebo da minha comida, comendo da minha bebida.
sou o cheque-mate que leigo joga,
mĂșsica nĂŁo Ă© minha Ășnica droga,
respiro no mar que me afoga,
pois eu jĂĄ era grande antes antes de vocĂȘ chegar,
portanto, estamos quites quando me crucificar.
meus segredos só eram assustadores até aceitar que eu tinha medo,
os quais vocĂȘ sĂł se tranquiliza quando sente o toque do meu dedo;
quando minha mĂșsica toca no seu rĂĄdio,
sem fingir de coitado, pois antes pagava de santo
mas era o que mais fazia pecado.
só obedeço ao que me convém,
maldade virou coisa do cotidiano,
pulo de um prédio, me mato sem causar nenhum dano,
protestos irĂŽnicos queimando pneu, nascido no breu,
uma veia corre sangue latino,
na outra, sangue europeu.
recito poemas, invento romances do avesso;
pelo meu amor, tudo tem seu preço:
belas palavras, pena que eu me conheço,
provando cérebros em ordas de zumbis,
nĂŁo sou um simples aprendiz,
eu tenho a p0rra do fator X. 

Inserida por davilimagunther

⁠meus segredos só eram assustadores até aceitar que eu tinha medo,
os quais vocĂȘ sĂł se tranquiliza quando sente o toque do meu dedo;
quando minha mĂșsica toca no seu rĂĄdio,
sem fingir de coitado, pois antes pagava de santo
mas era o que mais fazia pecado.

Inserida por davilimagunther

⁠só obedeço ao que me convém,
maldade virou coisa do cotidiano,
pulo de um prédio, me mato sem causar nenhum dano,
protestos irĂŽnicos queimando pneu, nascido no breu,
uma veia corre sangue latino,
na outra, sangue europeu.

Inserida por davilimagunther

⁠Cada dia que passa acho mais absurdo sair de casa só para ligar um computador em outro lugar e fazer o mesmo trabalho.

Inserida por mrmbr

⁠"O amor é uma coisa, como um objeto, só que ele depende de que a gente cuide dele pra dar certo, senão ele quebra, então a gente tem que cuidar todo dia."

Inserida por carlamarquesnavoz

"⁠VocĂȘ nĂŁo vai encontrar a paz odiando a guerra. VocĂȘ sĂł vai encontrar a paz amando a paz."

Inserida por carlamarquesnavoz