đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Voa, coração, como pluma ou dente de leão, e, como leão, só quer a liberdade de amar sem cobranças.
Um luar cintilando por cima das cidades separadas, se move, para dar lugar ao sol de um novo dia, sob o controle de Quem retoca cada detalhe.
â Eu queria ter sĂł um pedacinho da força desse mar de hoje. O impulso que nĂŁo desiste, na coragem que cativa a maresia da vida, alta, baixa e na calmaria. Â
â Quando abraço a noite e me entrego ao descanso, alforriado estou destas horas fragmentadas e aos sonhos dou asas.
â Na cidade da garoa salpiscos...
Vento voa, rua afora se alastra chuviscos.
âąNem se chora sĂłÂ
âąNem se anda leve.
âąNem cabelos soltos.
Como peixes em tarrafa, meio tristes, encharcados, gorros envoltos.Â
â Pra que ter pressa sem prece? Â
Ao que estamos mesmo dando apreço?Â
Porque sĂł uma parte Ă© necessĂĄrio apreciar:Â
_A Tua Palavra Senhor. Â
_Escondes tuas saudades!
SĂł contes pro mar, nas noites em que a lua encalha na margem de lĂĄ. Â
E seu vestido alanjado se treme nas ĂĄguas.
Pois ali hĂĄ o sagrado encanto da vida.
Que ameniza a dor exposta e despida.Â
â "Quando estou voando a 40 mil pĂ©s de altura, sem Airbus e ainda com os pĂ©s no chĂŁo...
_SĂł posso estĂĄ observando as estrelas".Â
SĂł de observar a lua, jĂĄ sinto um desejo sutil, â que insiste em espalhar sonhos no quintal da vida.Â
â Eu sĂł quero ter um olhar manso sobre o dia que cai, a hora que vai...
SĂł quero ver a beleza do encontro inesperado, num mundo vituperado...  Â
Ciente que de Deus vem o carinho...Â
Entre flores e espinhos...
Ariado e no caminho...
Na calmaria, no redemoinho...
Seja sĂłbrio ou no vinho...
Nos farrapos e no linho...
Porque a vida nĂŁo nos trouxe sĂł para Ăąncora, mas tambĂ©m para um reboliço de mar azul.Â
Leonice Santos......đïžđ·đŒđŠđ«đ
â Na era das estrelas, em que o reino era sĂł delas, eu portava uma lanterna luzente, vi a lua usando um colar bordado de crĂŽnicas, inebriada naquelas proporçÔes, ouvi sua voz maciça, cortando espaços, nem pĂŽde encarar, me acendeu...
Que calibre, mĂssel, ou alento usaste?Â
meu coração batia forte, aorta em chamas, era vocĂȘ, que sĂł olhava para os meus dedos.
Leonice SantâĄsÂ
â Vivemos tentando preencher um vazio que sĂł cresce, buscando sentido em um mundo onde tudo parece efĂȘmero. Criamos metas, relaçÔes, crenças, nos apegamos a ideias e ilusĂ”es para nĂŁo encarar o fato mais aterrador: estamos sozinhos dentro de nĂłs mesmos. Podemos ter tudo e, ainda assim, nos sentir vazios. Podemos conquistar o mundo e perceber que ele nunca foi o bastante. Porque a liberdade nos permite querer, mas nunca nos ensina a ser satisfeitos.
Sinto-me como alguém que estabelece uma ponte entre a construção de conhecimentos e o saber. Sim, sou professor. Sou professor porque acredito nas novas geraçÔes e na sua infinita capacidade de arquitetar um mundo melhor, mais humanizado! Considerando a diversidade de pessoas e a pluralidade cultural.
â Vivemos em busca de sermos melhores,
projetando dias melhores;
o presente, entĂŁo, sempre serĂĄ sĂł o que vivemos.
â Alguns acreditam que perdemos a razĂŁo quando se ama, mas eu acredito que temos razĂŁo sĂł por amar.
â Sim... revela um sorriso no rosto.
O NĂŁo... sĂł o esconde mais um pouco.
Vencer... recompensa a luta...
Perder... ensina a lutar...
Desistir... Ă aĂ que eu me lembro que preciso existir!
