đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â Escrever poemas sĂł para a leitura, Ă© como escrever uma carta apaixonada, para a (o) garota (o) que nĂŁo te ama.
â O PolĂtico sĂł tem o povo quando esse mesmo povo nĂŁo tem dinheiro, o povo sem dinheiro nĂŁo tem o polĂtico.
â O amor parece que a gente nĂŁo sente, sĂł dĂłi, Ă© uma dor que nĂŁo Ă© no peito, mas Ă© um nĂł na garganta, e uma ardĂȘncia nos olhos; o amor parece que a gente nĂŁo sente, chora. O amor nos faz chorar pelo amar.
O amor chora.
As lågrimas só caem quando o rosto que dantes havia o sorriso desabrocha como uma flor que em meio ao seu esplendor exala o cheio mas por causa das lutas e os ventos da vida tira o seu vigor e então suas pétalas não conseguindo resistir ao tempo cai e logo mais ninguém lembra dela e por fim o que só restarå é a vasta lembranças das lågrimas daquela flor que um dia era tão lembrada pelo seu vigor.... POEMA:Jefferson Almeida
O Ăłdio sĂł serve para os fracos de espĂrito pois os sĂĄbios aprendem com a dor, e o desamor a amar mais. E assim mostrar aqueles que o odeia que nem todos sĂŁo iguais,mas que sempre existe uma escolha a se fazer e quem escolhe amar Ă© feliz pois nĂŁo fica preso ao passado de sofrimento vĂŁo que traz a angĂșstia ao coração... Autor JEFFERSON ALMEIDA
Dor todo mundo pode ter mas saber tratar dela sĂł vocĂȘ mesmo pode saber..... By: Jefferson Allmeidaâ
Poema da noite.
DiscussÔes
O que resta na nossa sala Ă© cacos,
cacos nĂŁo sĂł de vidro mas do nosso amor que aos poucos se quebrou,
seu modo sĂștil parece ter desaparecido ou ate mesmo nunca ter existido.
Recolho do chĂŁo aquilo que sobrou de nĂłs,palavras foram jogadas e jĂĄ mais poderĂŁo ser retiradas.
Discutimos mas o que eu sinto ainda arde dentro de mim,
lembrei do dia que nos beijamos e como o seu olha estava fixado no meu tĂŁo tĂmida e doce que atĂ© meu coração virou o seu.
Hoje eu sei que sĂł o amor pode nos unir novamente pois com tudo que aconteceu essa chama acendeu.
Acendeu o fogo da raiva,porém a chama do amor,
acendeu a fĂșria,mas tambĂ©m o vigor,
vigor de te amar,de te olhar,abraçar,vigor de sonhar todos os dias com vocĂȘ.
Simplesmente as discussĂ”es nĂŁo sĂŁo maiores que eu e vocĂȘ,
elas sĂł nos uni mais e mais me achego a ti e vocĂȘ a mim.
Autor: Jefferson Allmeidaâ
Poema:
Simples palavras....
Palavras simplesmente serĂŁo sĂł um sobro na escuridĂŁo,
se o efeito não for atingir o coração.
Se aquilo que entendemos for o melhor serå um bom começo,para recomeçar,entender o que errou é a chance para acertar.
Questionar aquilo que foi dito nem sempre te farĂĄ feliz mas o calar nĂŁo te completarĂĄ como quis.
O completo nem sempre serå o que tentas achar mas o que amas sempre estarå bem perto para te abraçar.
O amor nem sempre Ă© doce as vezes a lĂĄgrima vem salgar,salgar aquilo que aos poucos ficou insosso pois nĂŁo conseguimos completar.
A fortaleça entre gentilezas é o que te faz sonhar pois a humildade os såbios só sabem ensinar.
Autor: Jefferson Allmeidaâ
Poema:
A felicidade Ă© encontrada na Fidelidade.
A falsidade só destrói coração frustado que ao mesmo não consegue ter fidelidade ao seu próximo que se esconde por detrås de måscaras obscuras do medo e erro.
Agir dessa forma só nos faz entender o quanto a infelicidade é maquiada ou esquecida por quem não consegue ver através do sorriso.
A grandeza que sĂł o amor pode declarar e ate mesmo ofertar,
é descoberta quando provamos de uma forma simples que aprendemos a ser fiel sem apontar alguém.
Autor: Jefferson Allmeidaâ
Estou apaixonado outra vez,mas que droga de coração!
SĂł sabe fazer confusĂŁo,me deixa confuso sem ter a razĂŁo.
Olha nĂŁo da mais para viver nessa indecisĂŁo;pois sem vocĂȘ eu nĂŁo vivo pois Ă© mera ilusĂŁo.
Chega de mentiras pois sou enganado por cada ocasiĂŁo.VocĂȘ me engana sorrindo para mim me seduzindo com esses lĂĄbios que parece a estação. Estação esta que ao menos consigo alcançar.
Viaja o trem..... E chega ao teu coração.
E agora o que eu faço? Só esperarei a tua decisão.
Pseudo: Martiliano Silva.
Jefferson almeida
Quero que o mundo acabe logo e leve consigo todos que com sua maldade o mata.
Quero que ele faça sofrer como sofreu,esses milĂȘnios todo da existĂȘncia do homem.
Maldade sempre foi o feitio da humanidade,que as vezes demonstra o afeto e amor de fato.
Interesses socioeconÎmicos assistimos em nossas tvs de ultima geração,o sofrimento do nosso próximo é a maior atração.
Que ate entĂŁo torna-se a audiĂȘncia para redes da a telecomunicação.
As pessoas parecem ser inércia aos fatos,ficam paradas no seu canto ao menos que ao venha algo lhe incomodar ou lhe tirar do seu descanso.
Guilherme Arantes.
Autor Jefferson Almeida.
â MĂĄgoas
Eu sĂł tenho vinte e sete, mas jĂĄ naveguei mares turbulentos.
Amei tanto que me esgotei, me doei tanto que me esvaziei.
Eu sĂł tenho vinte e sete, ah, se o tempo voltasse
E as mĂĄgoas nĂŁo me maltratassem.
Mas eu sĂł tenho vinte e sete, e sei que o foco deve ser em mim,
Mas nĂŁo sei amar pouco, nem me doar pouco
Para aqueles a quem digo amar.
SerĂĄ que o erro sou eu?
Mas eu sĂł tenho vinte e sete,
E esses anos moldaram quem sou eu.
Sei que um dia encontrarei alguém
Para amar e ser amado,
E assim, encontrar meu porto seguro
Onde meu barco finalmente atracarĂĄ.
Eu sĂł tenho vinte e sete anos,
Mas uma vida inteira para me aventurar.
â A auto cobrança nem sempre se origina do medo. As vezes Ă© sĂł uma vontade profunda de melhorar cada vez mais!
â ChamarĂŁo de vitimismo os desafios de diversas ordens que sĂł vocĂȘ sabe o que te custou, superar!
â Quando o ambiente Ă© humano e acolhedor, sĂł nos resta uma opção que Ă© ser humano e acolhedor tambĂ©m!
