S. inácio
Lembranças
Lembrar é não deixar algo morrer 100%
É tentar deixar viva, aquela lembrança
Independente do tempo, da vida nova
Ou da velha aparência já sem essência,
E mesmo que um dia venha a se esquecer
Como uma "mera" lembrança que se perdeu
Na cabeça já cheia de problemas,
Seremos eternos na vida de muitos ainda.
A vida é como se fosse um jogo de xadrez, com dificuldades, jogadas arriscadas e também perdemos peças importantes ao longo do tempo do jogo.
A vida é da mesma forma, por base disso descobrimos que a vida é apenas pra quelas pessoas que realmente sabem jogar o jogo da vida.
Nessa vida medíocre que você leva, nunca pode ser perdido uma boa oportunidade. Se o cachorro corre mais rápido que sua moto, largue sua moto e suba no cachorro!
A felicidade é uma joia rara que pra vc conseguir muitas vezes é necessário alguns sacrifícios !
Algumas lutas são travadas pra que se consiga essa joia rara .
A felicidade não vem de graça.
Ah nao meu caro! Muitas vezes o preço dela são horas de trabalho , ou momentos adiados , ou longas distâncias a se percorrer para se estar com a pessoa amada .
Mas pensando bem ... vale a pena cada gota de sacrifício derramado pra ser feliz !
O último Poema de Amor
Eu fui sua de todas as maneiras possíveis e imagináveis
Meu corpo foi seu , minha alma foi sua , meu coração foi seu .
Me entreguei a vc de todas as formas que eu pude e que eu quis
Amei tudo em vc
Eu vivi pra vc
Eu vivi vc
Amava a sua boca , seu olhar , suas mãos em mim.
Dentro de mim moram 4 sentimentos : angústia, saudade , tristeza e amor
Angústia : ter a certeza de ter perdido um grande amor
Uma saudade : do que vivemos
Uma tristeza : de ter a certeza de não ter mais vc junto a mim
Um amor eterno: você
O amor me anula,
tira tudo de mim!
Troca minha alegria pela tristeza,
meu sono pela insônia,
meu sorriso por lágrimas.
Me faz esquecer de mim, agir exageradamente ou indiferente,
me deixa perdida, mesmo com todas setas mostrando a direção.
Me escraviza!
Faz entregar o meu melhor aos outros sem nada em troca.
O amor a mim só tem causado desgosto, um prejuízo sem fim. Leva quem eu sou para bem distante de mim.
"O homem durante a sua existência nunca deixará de aprender, porém, só deixará de adquirir conhecimento, no dia em que deixar de existir.
É próprio do filósofo em sua existência, contemplar a natureza, observando com admiração para entender a si mesmo.
Que as futuras gerações entendam e também colocam em prática, os ensinamentos passado, tendo-se como exemplo para superar suas adversidades.
O homem por ser dotado de sentimentos, psicologicamente dentro de si mesmo é travada inúmeras batalhas, entretanto, cabe a ele a sucumbir ou vence-las os fenômenos causado pela adversidade em seu interior.
Que possamos ser iguais as pipas, utilizando os ventos fortes como aliadas, para subir nas alturas, e que as dificuldades apresentadas no caminho para crescer e ir de encontro à própria conquista.
O homem por excelência diferente dos animais adquirem Virtudes, e alguma dessas qualidades morais, entretanto definirá o seu caráter.
O QUE VOCÊ CHAMA DE VIDA?
Muitas pessoas ao longo de suas vidas, sempre se perguntaram acerca do real sentido de viver e esta aparentemente nos parece ser uma pergunta de resposta fácil. Logo pensamos que para viver basta existir. Será que é só isso mesmo? Segundo a bíblia, nós, pobres mortais, criaturas divinas, ganhamos o livre arbítrio de viver as nossas vidas, ou seja, a possibilidade de fazer escolhas boas ou ruins.
A pergunta é: O que estamos fazendo da vida com as nossas escolhas que fazemos? Qual o real sentido estamos dando à nossa breve passagem na terra? O que estamos fazendo de bom ou ruim? Que tipo de valor estamos gerando para nós ou para os outros?
A primeira hipótese a que chegamos é que ainda não sabemos o real propósito de viver, por se tratar da existência de um mundo de guerras, fome, tragédias, destruição ambiental e dominado pelo Deus Mamom, o Deus do dinheiro. Neste mundo a coisa tem vida e as pessoas apenas existem. Karl Marx vai chamar isso de coisificação, que em síntese é o ato de reduzir tudo, inclusive as relações sociais para um processo de utilidade prática e não reflexiva.
As mercadorias se relacionam nos mercados e na vida real, já as pessoas apenas seguem o jogo da existência. As pessoas seguem os rastros das mercadorias buscando ganhar mais dinheiro, e tirar proveitos de um mundo material de fantasias. Nisso, as pessoas acabam deixando de fazer o que é essencial, que é o ato de viver e não apenas existir.
Poderíamos dizer que viver não significa apenas estar vivo, os animais também existem, e sim aproveitar a vida, vivendo com todo o seu potencial. Experimentar todos os tipos de coisas, realizar seus projetos ou simplesmente viver livremente enquanto se preocupa apenas em satisfazer seus gostos e desejos, pois o verbo viver pode significar todas as suas coisas. Marx vai dizer que há sim um propósito e um sentido em tudo existir. “A quantidade de dinheiro se torna cada vez mais seu único atributo poderoso; assim como ele reduz todo o ser à sua abstração, reduz-se ele em seu próprio movimento a ser quantitativo. A imoderação e o descomedimento tornam-se a sua verdadeira medida...”
As nossas vidas não são tão ditadas por um ser superior, o quanto ela é pelo dinheiro e pelas relações materiais de nossa existência. É como dizer: estamos mais preocupados em salvar as nossas peles do que nosso espírito. Estou dizendo isto sem a menor intenção de crítica ao caro leitor, mas no sentido de dizer que as coisas pelas quais nos preocupamos são tão incipientes, que acabam sucumbindo até mesmo ao nosso ato de existir e viver.
É possível viver? É possível ser feliz em um mundo de relações líquidas ditadas pelo capitalismo?. Como conduzir sua própria vida quando a mesma é organizada por algoritmos e suas vontades em síntese não são suas e sim daquelas empresas que pretendem lhes vender coisas? A resposta não poderia ser simples. Viver nestas circunstâncias requer de todos nós autoconhecimento e autocontrole da situação.
O primeiro passo é entender o nosso papel e função no mundo e no universo. As pessoas gostam de ser servidas, mas poderíamos começar pelo ato de servir e dar valor e sentido real às coisas que de fato fazem mudanças significativas em nossas vidas. O nosso principal oponente é nosso próprio Eu. O nosso Eu, mesquinho, tacanho, imediatista e consumista é a real pedra no meio do caminho e para superação será preciso rever nossos padrões ruins de comportamento de raça, de bicho, de ser humano. É preciso superar os egos, nossos vícios que nos conduzem ao abismo. Um segundo passo importante é entender a situação. Quais as nossas forças e fraquezas? Quais são as barreiras impostas que nos impedem de sermos felizes e gerar valor nesta vida. E aqui residem as tomadas de decisões mais importantes.
Neste primeiro texto introdutório gostaríamos apenas de deixar uma questão ao nosso nobre leitor: Você sabe a diferença entre viver e existir?
José Ronaldo S Santos
