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MarabĂĄÂ
â Veja o amanhecer do sol,
Eu sigo assim, tĂŁo sĂł,
Sem estar com vocĂȘ.
Sinto a incerteza acostumada a avisos concretos,
Que fala a verdade e gagueja, jĂĄ que Ă© gaga.
Quando o vento passa, o vento leva.
Leva tudo, todo o meu amor,
Leva, simples, uma flor.
Uma vila que encontraste,
Uma cidade pequena que amaste,
Um ParĂĄ â açaĂ, praças...
Quase passei de tanto ir,
E nĂŁo te vi.
MarabĂĄ, encontraste minha vida?
Encontraste tua filha?
MarabĂĄ, encontraste meu amor?
Porque saiba: existe em ti
O que falta em mim.
â Na vida sĂł existiu um amor-perfeito.
Aquele que fez de tudo, mas nĂŁo teve jeito.
Quem sabe encontramos o amor que estĂĄ escondido.
Um amor para curar nosso coração partido.
Que na vida tudo muda, basta vocĂȘ esperar.
Mas nĂŁo fique deitado, vĂĄ procurar.
Quando a encontrar, lembre de cheirar e beijar.
E também nunca esqueça, de amar.
E que, no caminhar da vida, eu encontre a paz nela.
Para podermos fazer jantares Ă luz de vela.
E nĂŁo irei soltar a sua mĂŁo.
Pois quero te dar todo amor, carinho e compreensão que tenho aqui dentro do meu coração.
De fatoâ : O vilĂŁo sĂł e vilĂŁo quando a histĂłria Ă© contada pelo herĂłi. PorĂ©m quem garante que o vilĂŁo seja mesmo o vilĂŁo e ele engana para as pessoas pensarem que o herĂłi que contou a histĂłria Ă© o vilĂŁo?
A Guerra InvisĂvel
O diabo nĂŁo dorme, vive a rondar,
Semeia dĂșvidas sĂł pra te derrubar.
Vem com mentira, vestido de verdade,
Te afasta da fé, rouba tua vontade.
Ele conhece teus passos, teus sonhos, teus planos,
Sabe onde te pega nos dias insanos.
Te oferece o brilho que logo se apaga,
E planta no peito uma dor que nĂŁo larga.
Te ilude com fama, prazer e poder,
Mas tudo que dĂĄ, ele cobra com sofrer.
Te leva a lugares que nĂŁo sĂŁo teus,
Te afasta da essĂȘncia, te afasta de Deus.
Mas quando o coração clama e se abre,
Mesmo quebrado, cansado, com a alma em alarde,
Deus escuta, te acolhe, te limpa, te sara,
Te levanta do pĂł e te prepara.
Pra Deus nĂŁo existe caso perdido,
NĂŁo hĂĄ pecado que Ele nĂŁo tenha redimido.
Ele pega os cacos e faz obra-prima,
Transforma a ruĂna em nova rima.
Mesmo que o mal te rodeie com laço,
Deus te då força, te guia no passo.
Ele é escudo, abrigo, direção,
Ă quem restaura o que foi ao chĂŁo.
A batalha Ă© diĂĄria, a guerra Ă© real,
Mas com Deus ao lado, nĂŁo existe final.
Porque o mal até tenta, mas não tem vez,
Quando a luz do AltĂssimo te cobre outra vez.
â A educação nĂŁo sĂł enriquece a cultura⊠à a primeira condição para a liberdade, a democracia e o desenvolvimento sustentĂĄvel.
â Meu ponto de vista sĂł me permite enxergar atĂ© onde minha capacidade de percepção da realidade me permite ver.Â
Ă por isso que ha tanto desrespeito hoje nas redes sociais, é todos contra todos querendo impor sua prĂłprias percepçÔes.Â
â O amor nĂŁo Ă© perfeito
Mas sim interesseiro
Os homens nĂŁo amam realmenteÂ
Só começam a ficar com as mulheres por dinheiro
Agora até existem namoros/casamentos por contrato
â Palavras NĂŁo SĂŁo SĂł Palavras
Se ao menos pensasses
nas palavras que lançam dos teus låbios
como flechas nuas,
sem rumo,
sem compaixĂŁo...
Se soubesses o peso
de cada sĂlaba que despejas,
em coraçÔes que só querem abrigo...
Se tivesses o dom
de desenhar as palavras
sem fazĂȘ-las sangrar
em quem te ouve e te ama...
Se teu olhar nĂŁo moldasse
pensamentos frĂĄgeis,
se tua voz nĂŁo ditasse
verdades que rasgam...
Se, ao menos,
guardasses em silĂȘncio
o que nĂŁo constrĂłi,
o que nĂŁo consola...
Se tuas verdades
nĂŁo viessem cruas
nos momentos
em que o outro
mal consegue respirar...
Demorei â
mas hoje entendo:
palavras nĂŁo sĂŁo sĂł palavras.
SĂŁo pontes ou abismos.
Cura ou cicatriz.
Amor ou fim.
â A Voz Que Me Iludiu
Foram sĂł palavras,
sem corpo, sem abrigo,
mas nelas encontrei sentido,
achei amor onde era vazio,
vi promessa onde era ruĂdo.
Seria melhor que nĂŁo tivessem vindo,
que tivessem se calado
antes de me tocarem tĂŁo fundo,
antes de fazerem do engano
um mundo.
O que era fato, parecia mentira,
o que era sombra, parecia luz.
Demorou â
mas aprendi a ler o silĂȘncio
por trĂĄs do que se traduz.
Hoje sei:
palavras sĂŁo sĂł palavras,
mas quando tocam um coração,
ganham voz, forma e direção.
Nunca esquecerei...
aquelas belas palavras
que mudaram minha vida
â e tambĂ©m meu viver.
â SĂł quero os meus feliz e nada mais me falta. Jurei pa minha mĂŁe que eu vou vencer a jornada.
â O Caçador por Natureza
QuĂŁo profundas riquezas que sĂł um homem pode conquistar,
Quão profundos poderes que só um homem pode alcançar.
O homem Ă© caçador por natureza â
por isso perde o seu valor,
pois quem då valor é aquele que caça,
e o que caça då valor apenas à conquista,
e nunca a outro caçador.
Mulheres e crianças. Dinheiro e poder.
A conquista que o caçador deseja.
A disputa, por si só, entre caçadores,
faz com que a conquista tenha maior valor â
como um leilĂŁo.
O real desafio não é fazer uma boa caçada e conquistar.
O real desafio Ă© manter a conquista.
O homem que aprende a amar a mesma mulher,
e educa sabiamente as crianças,
esse Ă© um verdadeiro vencedor.
Mas o homem que teme um forte,
jĂĄ perdeu por aquilo que nĂŁo teme.
Bem-aventurado o homem que se junta ao seu inimigo forte,
para juntos derrotarem os fracos.
Pois os covardes sĂŁo capazes de cometer absurdos,
por não terem capacidade de caça.
Se ele não caça uma boa mulher, ele a abusa.
Se ele não caça riquezas, ele as rouba.
Enquanto homens de poder vĂŁo crescendo e caindo em disputa,
o covarde sonda.
Roubando de pouco em pouco,
sem que ninguém perceba.
Mate o covarde.
â A vida nĂŁo vai te esperar, um dia vĂŁo puxar seu tapete, sĂł que a vida Ă© um grande andaime, um dia podem cortar a sua corda, sĂł que o peso maior vai fazer cortar a corda, a mesma corda usada para se enforcar. As vezes a vida Ă© perceber que nĂŁo existe vencedorÂ
â recado
hoje olhei para o nada
e me senti poeta
escrevi tanto sobre ti
que sĂł escrevi sobre amor
(como de costume)
mas nĂŁo se acostume
que nĂŁo sou de ferro
que sĂł me ferro no amor
(como de costume)Â
mas jĂĄ vai se acostumando
que vou seguir te amando
te escrevendo poemas
meus lemas de amor
meus lemas dramĂĄticos
meus mais queridos recados.
â A pessoa tĂłxica e o narcisista sĂł terĂŁo poder sobre seu mental, se vocĂȘ estiver disposto ( a) a tolerar o que eles fazem e quiser permanecer sendo menosprezado.Â
A sua dor nĂŁo gera empatia, mas com certeza irĂĄ massagear o ego deles; o descarte Ă© natural e os destroços que ficaram Ă© vocĂȘ que terĂĄ que recolher.
Os ricos compram ativos, os pobres sĂł tĂȘm despesas e a classe mĂ©dia compra passivos pensando que sĂŁo ativos
Por vezes a solidĂŁo que vocĂȘ sente Ă© a consequĂȘncia de ter dado tudo pra uma pessoa que sĂł merecia sua ausĂȘncia, e quando percebe a solidĂŁo mora em vocĂȘ!
Eu sĂł desejo olhar pra mim da mesma forma que olhei pra tantas pessoas e nĂŁo recebi nada em troca.
Quero me olhar com os olhos que olhei pra pessoas que sĂł mereciam meu olhar de um ponto cego e mesmo assim via nelas tudo que eu procurava em mim, porque nĂŁo tinha amor prĂłprio o suficiente pra procurar em mim primeiro!
â "Vivendo as BĂȘnçãos e o Amor de Deus"
Nos braços de Deus, repouso em silĂȘncio,
Seu sopro dissipa as sombras da dor.
Ă dâEle o tempo, o instante e o alento,
Ă nâEle que encontro o mais puro amor.
A cada manhã, renasço em Seu ventre,
Filho da graça, herdeiro do céu.
No vento que passa, Sua voz me acende,
Na brisa que embala, Ele escreve o meu véu.
Se as dores do mundo me fazem vergar,
Se a noite se veste de angĂșstia e pranto,
Em Suas promessas descanso meu mar,
Em Suas mĂŁos, toda lĂĄgrima Ă© encanto.
No cĂąntico mudo que nasce do peito,
Um doce sussurro me leva a seguir.
Sua luz me habita, refaz-me em Seu leito,
E em cada passo me ensina a existir.
Se o medo me cerca com sombras e abismos,
Se os dias sĂŁo feitos de pedra e espinho,
Seus olhos colhem meu choro em lirismos,
E fazem da dor um novo caminho.
Nos vales escuros, nos montes sem trilha,
Seu amor me envolve, farol imortal.
Nada me falta, pois tudo brilha
No peito aceso por luz celestial.
E assim sigo em paz, rendido e inteiro,
No colo divino que tudo refaz.
Pois quem se entrega ao Amor verdadeiro
Jamais se perde, jamais estĂĄ sĂł.
