Luis da camões
Só a excelência é bastante para mim.
Por tal facto, vale sempre a pena partir à descoberta do novo, logo que seja para melhor.
15 de dezembro de 1987
Sou uma pessoa extremamente Feliz enquanto estou com os meus, mas, quando olho para o lado e vejo com olhos de ver os meus outros semelhantes, fico extremamente infeliz por não conseguir chegar a todos.
25 de abril de 1980
Quando falamos em ética e responsabilidade deveremos, sempre, ter em mente os seguintes propósitos de orientação: Na vida, nós devemos atuar com consciência e consequência. Só assim, é que puderemos fazer a diferença para além dos resultados.
30 de maio de 2004
Uma organização bem sucedida é aquela que visiona o futuro a partir dos olhos dos seus clientes/utentes.
20 de maio de 1995
As organizações melhor sucedidas são aquelas que colocam ao seu dispor de forma mais eficaz e eficiente o seu Capital Intelectual.
20 de abril de 1995
PARALAXE SEM DONO
Neste século e nos demais que onde provir, sempre que, alguém sai “fora da caixa” com alguma ideia criativa, pensamento entusiasta, estudo memorável, descoberta promissora …, haverá sempre alguém, que o posicionará na linha do igual a tantos outros. E isto é terrível.
15 março de 2005
Uma das coisas que mais me chateia neste século XXI é que, toda a gente se sente orgulhosa e regozija-se daquilo que sabe e diz ter razão; mas, face àquilo que não sabe e desconhece mostram-se, severamente, arrogantes e logo querem, travar-se de razões.
22 de fevereiro de 2002
Ter TRABALHO poupa-nos de 7 Grandes Constrangimentos na Vida:
(i) Infelicidade,
(ii) Desgraça,
(iii) Angústia,
(iv) Aflições,
(v) Doenças,
(vi) Vícios
(vii) Privações.
Todavia, existem indivíduos que querem ter Empregos para ter tudo isto!
Ter Emprego poupa-nos de 1 Grande Constrangimento na Vida:
(i) Não ter que andar a procurar Trabalho.
© 14 de abril de 1980 | Luís Ribães Monteiro
Quando alguém ERRA, costumo dizer em tom de alerta o seguinte:
- A primeira tem graça;
- A segunda graça tem;
- A terceira não tem graça nenhuma!
A partir daqui, nada mais há a dizer.
© 14 de março de 1978 | Luís Filipe Ribães Monteiro
O chefe é aquele que vem cedo quando tu chegas tarde e vem tarde quando tu chegas cedo.
O líder é aquele que entra em primeiro e sai em último para poder lidar contigo e com o chefe.
Mas atenção: tudo isto tem limites!
O verdadeiro Amor, sente-se ferido com a simples e indelével ruga de uma flor. Todavia, tudo perdoa!
© 17 de junho de 1983 | Luís Filipe Ribães Monteiro
As melhores pessoas com as melhores ideias podem ser, facilmente derrubadas pelas piores pessoas com as piores ideias. Todavia, devemos continuar a Ser, melhores pessoas e a Ter, cada vez mais, melhores ideias! Só, assim, é que a Excelência será reconhecida nas melhores pessoas e a Mediocridade nas piores.
Mas atenção, isto leva o seu tempo!
© 25 de abril de 1987 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Há gente muito parva no mundo, mas, os maiores, são aqueles que nos tentam fazer iguais a eles. E isso é terrível!
© 5 de abril de 1985 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Entre o ruído das armas e as falas de um ditador, as leis do homem não se conseguem escutar. Nós, a isto, podemos chamar de Tirania.
Mas, quando entre o ruído das leis do homem, nem o próprio é reconhecido, nós, a isto, apelidamos de Democracia.
No primeiro caso, desejamos a Democracia.
No segundo caso, desejamos a Tirania.
© 10 de março de 1984 | Luís Filipe Ribães Monteiro
EU sou uma pessoa extremamente FELIZ quando estou sozinho ou com os meus; mas sou uma pessoa extremamente INFELIZ quando olho para os outros.
© 12 de agosto de 1984 | Luís Filipe Ribães Monteiro
As ciências constroem-se a si mesmas de dupla forma: ou pela extensão em que se recriam ou pela profundidade em que se elevam.
© 11 setembro de 1982 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Os gramáticos e os linguistas são todos uns pedantes, ora se alardeiam de sábios ou censor dos outros; ora, se vangloriam no falar e na apresentação.
© 21 setembro de 1992 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Hoje em dia fala-se muito em Quadratura do Circulo, até existem programas de rádio e televisão idealizados para o efeito. Neles discute-se de tudo mas nunca chegam a conclusão qualquer. A razão é simples: é que nenhum dos intervenientes sabe o que aquilo é.
© 21 maio de 1995 | Luís Filipe Ribães Monteiro
