Jean la bruyère
Puro disfarce, meu verão acabou
Minha hora já deu, eu vou lá
Sorri, consegui me virar pra sair
O amor pode vir que eu já vou
Ficou deitado lá, sentindo-se como uma bomba-relógio sendo transportada bem para o centro nervoso do território inimigo. Sentiu a inundação de ódio e vibrou com ela, e a saboreou, e a acolheu.
O garotinho Hannibal morreu em 1945 lá na neve, tentando salvar a sua irmã. Seu coração morreu com Mischa. O que ele é agora? Ainda não existe uma palavra para isto. Por falta de uma palavra melhor, o chamaremos de monstro.
Luta de um guerreiro
Deixe a dor lá fora, tenha a alegria na alma, o guerreiro da vitória...
Coloque esse sorriso mágico no rosto...
Empunhe a lança de guerra com alegria e força...
Deixe a sua alma emanar felicidade no ar...
Conquiste suas vitórias a cada dia, com muita esperança, determinação...
Perseverar, não deixe a depressão tomar conta do seu ser, és guerreiro, valente e corajoso...
Deixe a luz do amor te guiar rumo a vitória, a guerra será vencida...
Tu és o guerreiro da alma e de coração rumo a vitória certa!
Tornar-se essencialista exige a conscientização da capacidade de escolher. Precisamos reconhecê-la como um poder invencível dentro de nós, que existe separado e distinto de todas as outras coisas, pessoas ou forças.
“Compreenda bem que, devemos respeitar nossa ignorância humana, mas nunca deixá-la tomar posse de nossas decisões.”
A diferença entre dor e sofrimento é simples. A dor está sempre lá, porque a vida dói, mas sofrer é opcional.
Eu resisti à tentação de abraçá-la, e esquecer tudo que havia passado, essa vida e mesmo assim eu não sei se vai para frente ou para trás, envelhecer não é fazer aniversário, envelhecer e chorar a noite toda e ao acordar colocar um sorriso no rosto para não dar saber a ninguém suas tristezas, estou arrumando as malas desfazendo os laços Estou limpando a poeira das minhas lembranças vou arrumar o armário das tristezas jogar algumas fora Sei que não e bastante existir, é preciso viver. Preciso encontrar-me com a paz, encontrar um verdadeiro amigo, fugir da solidão quero dar assas a sabedoria preciso achar um mundo diferente para assim evitar a contaminação da minha alma. Boa noite
Uma coisa é certa, a vida sempre dará um jeito de te mostrar a verdade. Se vai ou não aceitá-la é outra história.
Estava aqui a pensar, se a semântica já consegue descrevê-la....
Será que cabe na nomenclatura o castanho dos teus olhos , e a alegria que sinto em vê-la ?
Sempre ouvi que deveríamos dizer “sim” para a vida
De lá para cá aceitei de um tudo:
Convites para aniversário de cachorro
Inauguração de prédios comerciais
Comidas com coentro
E presenças vazias
Sem mencionar que nada daquilo me apetecia
Quando decidi, um dia, caminhar na contramão
Decretaram proibida qualquer negação
Desde então reviro os olhos
Cruzo os braços, bato os pés
Giro a cabeça para a direita e esquerda
Faço o movimento de parabrisa com os dedos
Deixo o corpo imóvel, estatelado
E discordo sem o uso da palavra
Durante as frases ainda é difícil deixar de mencioná-la e corro o risco do exagero quando a
substituo por “jamais”, “negativo” ou “nunca”
Mas quando preciso verbalizar deixo que meu corpo fale e a carrego na testa.
Só é imperceptível para aqueles que querem ver
Agradeça o livramento e aceite o seu destino sem medo. Lá na frente você terá todas as respostas que não teve no momento.
"Brasileiros só votarão em propostas quando souberem ler, até lá votarão em ídolos, pois só foram ensinadas a torcer."
A porta, a chave e o tapete
De novo estava lá aquela porta que há tempo não conseguia abrir.
Forçosamente tentei com minhas mão empurrar, com o pé e ombro derrubar.
Ela ficava ali intacta como me provocasse, de eu rir.
A chave, não sabia onde estava, se foi perdida, quebrada ou escondida.
Desisti, dei as costas para ela como se isto resolvesse o problema.
Tropecei num tapete no meio do caminho de minha desistência, estava sujo, pesado e com muita sujeira embaixo.
Livrei-me de todo aquele lixo acumulado por anos e estava lá a chave da porta e de outras que ainda estavam por vir.
A vida é assim
meu violão me disse que a dor não tem Dó. Ele também me disse que amor não tem Lá. Também me contou um segredo, o Tempo é um carro que não tem RÉ.
Todo mundo é idêntico na sua tácita crença secreta de que bem lá no fundo é diferente de todo mundo.
Assim como Peter Pan, eu queria viver na terra do nunca, lá eu não iria me preocupar em ter que crescer.
