Vicente aleixandre
Deus com toda a sua soberania, criou o homem do pó
e a mulher com toda a sua simplicidade, o reduz a nada.
Parece que foi ontem quando ouvi aquela banda, parece ontem que eu chorei ouvindo uma das piores musicas deles, para que foi ontem que todos recusavam ela, pare que foi ontem que eu ouvi fresno pela primeira vez ..
Já fui roqueiro, já fui emo, já fui skatista, já fui moderninho até descolado, mais ainda acho que a tribo, mais legal é ser normal, pouca pessoas são e nisso acaba sendo divertido
Não sei porque condenam tanto a televisão, porque tanta gente vê, tanta gente assisti, no fundo ela deveria ser exclusividade de todos nós e não inimiga
Sim eu gosto de novelas mesmo assumo, mais também assumo que é cansativo fica uma hora, durante seis dias, durante oito meses vendo personagens na sua cabeça, isso é
Eu vejo mundo de um jeito bem melhor , num que seja o jeito que vc deve acreditar, mais eu jeito que eu insisto em acreditar, me chame de louco, ate de um bobo palhaço, mais ninguém quis que eu fosse assim, aconteceu. Hoje vivo da alegria em amar, da alegria de viver, alegria de abraçar. Nada faz tanta diferença, na diferença em escolher a amar, não é algo que machuca, ou algo que te prejudicará , algo que vc poderá sonhar , vai ter certeza que poderá acreditar , num ligo das palavras que vou ouvir, porque sei que um dia vc me entenderá, tenho o habito de de gritar, sempre sempre vou sorrir, vou viajar em meus sonhos, num me acorde eu quero sonhar, num sou um cara esperto, mais talvez tenha sorte em poder amar!
Poema de Encomenda (Nuno Ancigan)
Fiz poema de encomenda
Estou em conta,
De alma aflita,
Desci ao chão!
Os poemas
São a grande metáfora da vida.
E vida (que é vida) se desvenda,
Nunca vem pronta.
Ela é escrita
Com a própria mão!
Dedicatória de Poeta ao Destino (Nuno Ancigan)
Ao Destino!
A quem
Amo,
Desconheço,
Temo,
Persigo,
Pelo qual anseio!
Ao Destino!
De quem
Fujo
E me embriago!
A você, Destino,
E só a você
Dedico esta miúda obra-prima:
Minha vida!
Fogueira Alta (Nuno Ancigan)
Fogueira alta como a tua
Não se enguiça
Nem se apaga.
Te tocar é ir à Lua:
Me atiça!
Não tem paga.
Não te ter é fim-de-rua:
Sou só cobiça
E a vida, vaga!
