Rudolf eucken
E se o mundo não tivesse cor.
Talvez não haveria dessabor.
Então assim é o mundo de quem rejeita sentimentos puros em seu coração.
Aceitar é respeitar, ter empatia e viver sem comparação.
O paradoxo das coisas, leva ao despejo da razão.
Onde não haverá mais espaço de compreensão.
E jamais em tudo que fizermos haverá emoção.
Torne seus dias reluzentes e radiantes.
Esqueça tudo q te faz mal e torne as coisas mais interessantes.
Esquente seu coração com o calor da luz dessa emoção.
Torne colorido seus ideais, para não se tornar dependente de uma opção.
O mundo tem luz onde o seu reluz.
Só se conhece aquele que permite-se abrir-se.
Caso contrário, sempre será um desconhecido até que o tempo o revela.
O amor faz de nós mais criativos.
E torna os corações mais ativos.
Não são somente as emoções que controlam as nossas ações.
Também partem de sentimentos q influenciam os nossos corações.
Quisera eu, se soubesse explicar quanto vale o amor.
Mas infelizmente um humano, jamais saberá entender o poder e o valor.
Tenho-te na mente como antes.
Ainda sinto o calor arrepiante.
Não são as cores q definem o mundo.
Somos nós que definimos tudo.
Como seria bom se pudéssemos escolher e definir o que desejamos.
Mas não, embora os sentimentos sejam traiçoeiros. São eles a quem deixamos.
Por vezes acho e chego a pensar q não nos conhecemos no todo.
Pois o amor nos derrete e nos transforma de certo modo.
Queria eu saber falar de amor.
E jamais por ele tivesse passado por dessabor.
Ah! Que se dane a vida, eu só quero amor. ❤️
A justiça tem numa das mãos a balança em que pesa o direito, e na outra a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal, a balança sem a espada é a impotência do direito.
Pode dizer-se de um direito obtido sem esforço o que se diz dos filhos da cegonha, — a raposa ou o abutre pode perfeitamente roubar-lhos, porém — quem arrancará facilmente o filho dos braços de sua mãe.
Não é o interesse material vulnerado, que impele o indivíduo que sofre tal lesão a exigir uma satisfação, mas sim a dor moral que lhe causa a injustiça de que é vítima.
Resistir à injustiça é um dever do indivíduo para consigo mesmo, porque é um preceito da existência moral; é um dever para com a sociedade, porque esta resistência não pode ser coroada com o triunfo, senão quando for geral.
Um direito concreto não pode originar-se senão da reunião das condições que o princípio do direito abstrato liga à sua existência.
Se viveis na paz e na abundância, deveis ponderar que outros têm lutado e trabalhado por vós.
O direito não é uma ideia lógica, porém ideia de força; é a razão porque a justiça, que sustenta em uma das mãos a balança em que pesa o direito, empunha na outra a espada que serve para fazê-lo valer. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é o direito impotente; completam-se mutuamente: e, na realidade, o direito só reina quando a força dispendida pela justiça para empunhar a espada corresponde à habilidade que emprega em manejar a balança.
"Em um encontro de forças letais, da lei contra o crime, a ênfase exagerada no requisito da modicidade da defesa restringe indevidamente o uso deste instrumento de realização do direito."
É o esforço constante, não a ação momentânea, que revela o verdadeiro caráter do ser. O adepto não é aquele que busca a perfeição de um único ato, mas aquele que, com disciplina, aperfeiçoa-se dia após dia, mês após mês, até que toda a sua vida se torne um reflexo da obra interna que busca realizar.
É pelo exercício constante da prática, pela repetição dos gestos mais simples, que se chega à verdadeira maestria. A força do espírito reside naqueles que sabem transformar a rotina em magia e o hábito em potência.
