đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
SĂł conhecemos os verdadeiros amigos nos momentos difĂceis e nas horas da doença...quando tudo vai bem, os amigos sempre aparecem sorridentes.Esse Ă© o teste revelador das boas amizades.
SĂł mesmo vocĂȘ pode identificar onde estĂŁo os seus gargalos (bloqueios) e conceber como vocĂȘ pode estimular uma mudança. MĂŁos Ă obra!
Se pode ser imaginado, pode ser concretizado.
SĂł os que um dia foram chamados de loucos conseguiram mudar o mundo para melhor.
Se lembra que um dia ficamos juntos. Agora so são lembranças , E oque mais gosto de Lembra é que um dia eu Realmente Gostei de Alguém .
E ser revolta
quando se quer um tantinho de mansidĂŁo...
ser passageira,
quando no fundo sĂł quer ir ficando...
ficando
e ser rasa demais, quando, de verdade, se quer profundezas
profundidades aconchegantes,
profundidade mais tranquilizadora.
e no fim de tudo, invejar o barquinho,
ficar querendo sĂł de deixar levar pela correnteza.
'relaxa e flui,
barquinho na correnteza'
Existe algo ainda preso dentro de mim.
iĂȘiĂȘ ĂŽ
Com vocĂȘ me sinto a vontade
Com vocĂȘ sĂł falo a verdade
Pra vocĂȘ conto meu maior segredo
Abro-me sem ter medo
Por vocĂȘ eu deveria ter me apaixonado
Sabendo que meu intimo estĂĄ guardado
Eu vou com vocĂȘ seja no inferno ou no cĂ©u
Meu amor e companheiro: papel!
âMe dĂĄ sĂł mais um motivozinho pra desistir. Anda! Me xinga, me expulsa do teu quarto, da tua vida, dos teus problemas. Bate com a porta no meu rosto, queima as nossas lembranças, o meu telefone. Esquece o meu endereço que eu prometo esquecer o teu gosto. Muda de perfume e faz outra garota decorar a essĂȘncia dele e levĂĄ-la aos sonhos tambĂ©m. Vamos! Troca de cidade, de nome, de arcada dentĂĄria. Some! Aprende outra lĂngua, aprende a dizer âEu te amoâ em francĂȘs e ilude mais algumas outras. Por favor! Eu que nunca chorava por nada agora te transbordo de dentro de mim todas as noites. Estou cansada! Desta obsessĂŁo pela tua respiração e por esse sorriso que tirou a graça de todos os outros. Nasce de novo, se joga da janela do oitavo andar e sinta a dor de nĂŁo ter notĂcias tuas. Anda, me promete! Diz que nunca mais vai ligar, que vai arranjar amigos novos, que vai pintar a Ăris com giz de cera preto. Pega os meus ombros, balance com todas as tuas forças. Diga-me que tudo foi um sonho, que no mundo real nĂłs nem nos conhecemos. Me manda uma carta pedindo desculpa pelos mais de cem textos iguais ou pelas horas de insĂŽnia e atĂ© pelos rostos tĂŁo borrados nas ruas. Porque eu te procuro em todos os corpos desde o dia que te vi pela Ășltima vez. Vamos! Diga que nunca foi ao meu apartamento e que sequer sabe o nome da minha rua. Fala pra mim que vocĂȘ nunca deu âbom diaâ pro porteiro ou pegou os jornais na porta. Murmura que nĂŁo tem a menor noção de onde eu escondo a chave reserva, que nĂŁo sabe os tons das cortinas e dos meu olhos. Morre um pouquinho, sĂł um pouquinho. Experimenta a agonia do impossĂvel que Ă© te olhar sem te tocar. Sinta a falta de ar que Ă© a dor comprimindo os teus pulmĂ”es e ossos. Diz que eu estava meio grogue quando disse que queria tatuagens iguais e entrar de branco na igreja. Risca o nome dos nossos futuros pequenos que eu risco as quatro paredes para que elas nunca contem os nossos segredos. VocĂȘ vai ter que morrer para me entender. Vai ter que amar a sua metade atĂ© se dar conta de que, se ela se for, uma parte de vocĂȘ tambĂ©m irĂĄ partir. Se nĂŁo quiser me assombrar, pelo menos me passa a fĂłrmula mĂĄgica para esquecer as tuas risadas e vocabulĂĄrio sacana. Me ajuda a ser mais eu e menos vocĂȘ. Eu sĂł te peço paz, trĂ©gua, carta branca. Ainda nĂŁo percebeu? VocĂȘ precisa estar morto para que eu possa viver.â
Ou quem sabe renascer.
Ă garota...
Hoje foi mesmo um excelente dia. Ontem também foi.
SĂł posso agradecer a Deus pela amizade que me deu de presente. VocĂȘ Ă© um presente para mim.
Obrigado por todo carinho e mimo que vocĂȘ me dĂĄ.
Por essas e outras que quanto mais o tempo passa, mais eu penso em vocĂȘ.
Penso em vocĂȘ quando acordo, quando tomo cafĂ©, quando saio pra trabalhar, quando chego no trabalho, quando vou almoçar, quando volto do almoço, quando trabalho, quando vou embora, penso em vocĂȘ quando dirijo, quando estou sorrindo, quando estou alegre, quando estou triste, quando choro... penso em vocĂȘ quando pisco os olhos, penso em vocĂȘ todas as vezes que respiro...
Muito especial vocĂȘ Ă©.
Promete pra mim que nunca vai esquecer disso?
Um grande beijo a amiga mais linda que uma pessoa poderia ter.
A vida tem disso. Ela te mata de tristeza hoje, de saudade amanhĂŁ, de dor depois, para sĂł no final te dar aquele gostinho doce na boca. SĂł depois de provar todos os salgados e amargos, atĂ© mesmo os que machucam o paladar, vai sentir uma pontinha, como meia colher de chĂĄ de um doce que a gente goste. Ă o suficiente? NĂŁo, nĂŁo Ă©. Claro que nĂŁo. Quem quer sofrer uma semana inteira sĂł para comer meia colher de doce? NinguĂ©m, normal pelo menos, ninguĂ©m. Mas Ă© o que te faz querer continuar. Ă o que te mantĂ©m Ă noite acreditando que amanhĂŁ vai ser melhor, que semana que vem tudo vai passar, que daqui um ano vocĂȘ vai estar tĂŁo feliz, que todos vĂŁo parar para te olhar e contar histĂłrias sobre como sua vida foi bonita. Ă esse o momento doce que todos querem, o momento que todo o esforço parece enfim valer a pena. E demora, como demora. Ainda mais pra quem quer mesmo, quem corre atrĂĄs, porque meia colher nĂŁo Ă© o bastante pra quem quer o pote inteiro. Meia colher acaba rĂĄpido, mas Ă© mais fĂĄcil conseguir⊠entĂŁo, se demora tanto, Ă© porque nĂŁo vai vir sĂł meia colher pra vocĂȘ, vai vir mais. Muito mais. A vida sorri de volta quando vocĂȘ nĂŁo deixa de sorrir para ela."
Inebria
Naqueles dias em que sĂł posso sentir a maresia
Ela passa por mim como brisa de uma onda vazia
Eu posso sentir vocĂȘ chegar
Eu perdi toda sinestesia
Que me aproxima do resto do mundo
NĂŁo hĂĄ toque
NĂŁo hĂĄ contato
Eu nĂŁo consigo imaginar mais nada
NĂŁo sei se consigo sonhar a diante
Tem um mundo pela frente
E eu não sei se hå força
Talvez!
Talvez...
Talvez o amanhĂŁ seja melhor
O horizonte nĂŁo Ă© sĂł aquele que avisto ao sol se pĂŽr
Eu estou lĂșcida procurando uma sinapse que reative o calor
NĂŁo passo de mais um ser perdido em si mesmo
Procurando uma razĂŁo para os seus medos
Sofrendo por nĂŁo achar seu lugar
Perambulando, como um cachorro no lixo, buscando seu alimento
Os restos me poluem
Meus anseios sĂł desorientam
Eu nĂŁo sei esperar o amanhĂŁ
Talvez.
Talvez...
Talvez eu nĂŁo permita o amanhĂŁ de planos
Os planejamentos me desnorteiam
Eu nĂŁo consigo viver na angĂșstia da sua expectativa
so foi um lance e nĂŁo um romance ve se agora me esquece
eu sĂł queria curti e prova o que tu oferece..
intĂŁo vai,novinha diz que se apaixono,eu sĂł queria uma aventura e tu queria amor,agora infelismente
tu vai sente dor..
