Verner von Heidenstam
Eu vivi tempo o suficiente para ver a minha geração tentar destruir a si mesma, e ser incompetente até nisso.
A relação entre o botão e a explosão.
Certa vez, um operário de uma empresa foi pago para apertar um botão para uma máquina sempre funcionar. Ele, sem saber, fazia seu trabalho impecavelmente, pois precisava do dinheiro para sustentar sua família. O patrão escolheu o funcionário, pois saberia que ele faria o trabalho. A máquina em questão era uma máquina que auxiliava na montagem de bombas nucleares, as quais seriam usadas para uma guerra que estava próxima. Quando a guerra começou, o funcionário foi parabenizado pela excelência de seu trabalho. E descobriu para que servira tal botão. As bombas dizimaram cidades inteiras, e o funcionário, sentindo remorsos, conseguiu um outro emprego. Pagaria menos, mas não queria sangue nas mãos.
A lógica toda é simples, cada ação ruim, sem dúvidas começa com uma simples e boa atitude que, após o tempo, pode ser interpretada como ruim. Apertar um botão matará milhões a longo prazo. Como um "eu te amo" pode se tornar ódio a longo prazo da mesma maneira.
Quem eu sou acho que me estaciona. Quem eu posso ser me mantém em movimento.
Quanto mais se eleva o capital investido por indivíduo, mais próspero se torna o país.
Tomemos como exemplo a liberdade de imprensa. Se for dono de todas as máquinas impressoras, o governo determinará o que deve e o que não deve ser impresso. Nesse caso, a possibilidade de publicar qualquer tipo de crítica às ideias oficiais torna-se praticamente nula. A liberdade de imprensa desaparece. E o mesmo se aplica a todas as demais liberdades.
O conceito moderno de liberdade é isto. Todo adulto é livre para moldar sua vida de acordo com seus próprios planos, não é forçado a viver de acordo com o projeto de uma autoridade planejadora que impõe seu único esquema através da polícia, isto é, o aparato social de compulsão e coação. O que restringe a liberdade do indivíduo não é a violência ou a ameaça de violência de outrem, mas a estrutura fisiológica de seu corpo e a inevitável escassez natural dos fatores de produção. É óbvio que o critério do homem para moldar seu destino jamais poderá ultrapassar os limites estabelecidos pelas chamadas leis da natureza.
Estabelecer esses fatos não equivale a uma justificativa da liberdade do indivíduo em relação a padrões absolutos ou noções metafísicas. não expressa qualquer julgamento quanto às doutrinas em voga
dos defensores do totalitarismo, seja “de direita” ou “de esquerda”. Não tem nada a ver com as afirmações de que as massas são muito estúpidas e ignorantes para identificar o que melhor atende as suas “verdadeiras” necessidades e interesses e de que necessitam muito de um protetor, o governo, a fim de não se prejudicarem a si próprias. Tampouco procura discernir se há super-homens disponíveis para exercer tal proteção."
Ludwig Von Mises - A Mentalidade Capitalista pag.14
"Recuse as migalhas de quem não reconhece seu verdadeiro valor; o silêncio é eloquente quando as palavras carecem de substância. Desconfie da dualidade entre o que é dito e oque é praticado, pois há quem se apresente como algo que não é, buscando ser o que não são."
"O amor, uma dualidade complexa, capaz de erguer-nos às alturas da felicidade mais pura, ou afundar-nos nas profundezas da dor mais lancinante, mas, ainda assim, é na sua complexidade que encontramos a verdadeira essência da nossa humanidade."
Tem pessoas na vida que a gente esbarra, e tem pessoas que a gente encontra, você era uma delas, eu realmente acreditei que você era uma delas, até perceber que os seus atos falavam por si só.
Falam sempre para por um ponto final no lugar de uma vírgula, mas eu não quero um ponto final, nem uma vírgula, mas sim um "ponto e vírgula".
"A vida é como grãos de areia em nossas mãos; se não a aproveitarmos, ela escorregará entre nossos dedos e a perderemos."
Nos amores impossíveis que encontramos a essência da nossa humanidade, pois é na luta contra o inatingível que descobrimos o verdadeiro significado do que é amar.
