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"É única a sensação quando estou com você.
Eu poderia procurar no dicionário uma palavra que descrevesse esse momento, mas sei que falharia miseravelmente.
Como colocar em palavras aquilo que nasce em meu coração e se espalha silenciosamente por todo o meu ser?
Quando percebo que as palavras são pequenas demais para explicar o que sinto, prefiro o silêncio.
Fecho os olhos e apenas sinto…
E nesse instante, meu coração encontra o teu e se entrelaça nele, como se sempre soubesse que era ali o seu lugar".
Em alguns momentos, por circunstâncias, você pensa que é preciso ajeitar o seu corpo em uma cademia, mas, na verdade, talvez de fato você precise ajustar o seu modo de agir e de pensar, isso sim talvez, lhe abra novos horizontes....
Uma das graças da sabedoria é a etapa de construção dos momentos evolutivos presentes: Jesus nos ensina que pensar é a emanação do espírito.
Na profundidade de um silêncio sereno, surge uma fonte de sabedoria,
Fluindo incessante, como rio de luz, em busca de verdades etéreas.
Indagações profundas ecoam no vento, perguntando sobre a vida,
E a fonte, sábia e paciente, responde com serenidade e graça.
"O que é a vida?", pergunta uma alma inquieta,
E a fonte murmura, com voz de veludo e mistério:
"A vida é o compasso do tempo no vasto cosmos,
É a dança do acaso e da intenção, entrelaçando destinos."
"De onde viemos?", indaga um espírito curioso,
E a fonte responde, com a calma da eternidade:
"Viemos das estrelas, do pó do infinito,
Semeados pela vontade divina, crescemos como árvores cósmicas."
"Qual o propósito do nosso ser?", questiona o buscador incansável,
E a fonte, sábia como sempre, revela:
"Nosso propósito é descobrir a luz oculta dentro de nós,
Transformar o conhecimento em sabedoria, e a sabedoria em amor."
"Por que sofremos?", sussurra uma voz em meio às lágrimas,
E a fonte responde, como mãe acolhedora:
"O sofrimento é a forja onde se tempera a alma,
É o fogo que purifica e transforma, revelando a essência verdadeira."
A fonte de sabedoria, eterna e imutável,
Reflete as estrelas em suas águas claras,
Cada resposta, um reflexo de verdades antigas,
Cada pergunta, um passo na jornada da alma.
Ao final, a alma compreende que a fonte não está fora,
Mas dentro de cada ser, em cada coração que busca.
A sabedoria é a viagem e o destino, a pergunta e a resposta,
É a chama eterna que ilumina o caminho do autoconhecimento.
E assim, no silêncio da noite, sob o manto das estrelas,
A fonte continua a fluir, incessante e luminosa,
Guiando os buscadores, os curiosos, os aflitos,
Para a verdade suprema: o encontro consigo mesmo.
Medo é uma moeda eleitoral estável. O desafio real é criar ordem sem perder legitimidade. Quem resolver isso vira modelo.
Quem encontra uma esposa recebe uma Bênção do Senhor; quem encontra um esposo recebe um Presente Divino. Pois é Ele quem escreve a história do amor verdadeiro, unindo corações imperfeitos que se tornam perfeitos no Amor a Deus.
Noto que começa a ter uma séria dificuldade com a escrita...
É possível que estou próximo do meu destino...
Se meu juízo me deixar e minha loucura avançar quero que meus filhos e meus amores não se esqueçam de quem eu fui até hoje...
E se os erros continuarem é melhor eu...
Dizem os antigos — e não sem razão — que a palavra, uma vez emitida, não possui destino próprio; ela é mera possibilidade em trânsito.
Somente encontra existência real quando aceita pelo espírito que a recebe.
A fofoca, nesse sentido, não é intrinsecamente nociva.
Ela assemelha-se a uma substância inerte até o momento da ingestão:
um veneno potencial que depende menos de quem o oferece
e inteiramente de quem consente em absorvê-lo.
Ao ouvi-la, não a retive de imediato.
Percorri o caminho até sua origem, confrontei sua natureza,
submeti-a ao crivo da verificação — e, diante da verdade, desfiz sua força.
Assim, neutralizada pela razão, seguiu sem efeito.
Há, portanto, uma lei silenciosa operando nas relações humanas:
nenhuma palavra possui poder absoluto;
seu impacto é proporcional ao grau de adesão que lhe concedemos.
Antes de incorporar qualquer discurso alheio, impõe-se um exame interno rigoroso:
essa ideia contribui para minha integridade
ou atua, de forma sutil, como agente de corrosão?
Pois, em última instância, não é o que se diz que define o homem,
mas aquilo que ele escolhe permitir que permaneça dentro de si.
"Quando uma pessoa agrada alguém por obrigação, Ela não é feliz, principalmente se a obrigação é recorrente".
UMA CARTA PARA O MEU EU ADOLESCENTE
Eu percebi isso num dia qualquer, desses em que a gente está lavando um copo e, de repente, descobre que estava carregando um cemitério inteiro dentro do peito… e ninguém avisou que já podia ir embora. Porque tem uma hora em que a dor fica sem CPF, sem rosto, sem história. Ela vira só um costume mal educado que senta na nossa mesa e come sem ser convidado.
E foi aí que me caiu a ficha, meio torta, meio debochada, como quase todas as verdades importantes da vida. Eu não o conheço mais. E pior, talvez nunca tenha conhecido de verdade. Porque a gente não sofre exatamente por alguém… a gente sofre pela ideia que inventou dessa pessoa, pelo personagem que escreveu com todo capricho, como se fosse autora de uma novela das nove, cheia de reviravolta, trilha sonora e final feliz que nunca foi aprovado pela realidade.
E olha que curioso, eu ali, sofrendo com dedicação, quase pedindo um certificado de “melhor sofredora do ano”, enquanto o sujeito real já tinha ido embora há muito tempo… ou talvez nem tivesse existido daquele jeito. Era como chorar por um ator depois que a peça acaba, sendo que ele já tirou o figurino, já foi embora, já está comendo um pastel na esquina e eu aqui, abraçada no palco vazio, pedindo bis.
Não dá mais. Chega uma hora em que o sofrimento perde a lógica, perde a elegância, perde até a vergonha na cara. Porque sofrer por quem você não conhece mais é como mandar mensagem pra número errado e ficar esperando resposta com o coração na mão. Não vem. Não vai vir. E se vier, provavelmente é golpe.
E não é frieza, não. É lucidez com um leve tempero de amor próprio, coisa fina, coisa rara, quase artigo de luxo emocional. É entender que o que acabou não foi só a relação… foi também a versão dele que eu criei dentro de mim. E essa versão, coitada, nunca teve culpa de nada, sempre perfeita, sempre justificável… um verdadeiro santo canonizado pela minha carência.
Mas eu cansei de fazer milagre pra quem nunca foi santo.
Agora eu olho pra trás com aquela mistura de riso e vergonha, tipo quando a gente lembra de uma roupa horrível que jurava que era linda. E era isso… eu estava vestindo um sentimento que não me servia mais, apertado, desconfortável, mas insistindo porque um dia já tinha sido bonito.
Hoje não dói. E se dói, dói diferente, dói com dignidade, sem drama exagerado, sem trilha sonora triste. Dói como quem entende… e segue. Porque eu não consigo mais sofrer por quem eu não conheço. E sinceramente, isso é um alívio tão grande que chega a ser engraçado.
A vida continua, meio bagunçada, meio irônica, mas muito mais leve sem esse peso desnecessário no coração. E no fim das contas, talvez o maior ato de amor que eu poderia ter feito… foi parar de amar sozinha.
Agora me conta… você também já percebeu que estava sofrendo por um completo desconhecido?
E já que você chegou até aqui, aproveita e clica no link da descrição do meu perfil pra conhecer meus e-books… vai que você se encontra em alguma página e resolve, finalmente, parar de sofrer por quem nem merece ser personagem da sua HISTÓRIA.
Uma das incoerências do ser humano é sentir prazer ao ofender, mas sentir vergonha para pedir desculpas.
07/04/26
Escrever é apenas o resultado do que nos tornamos a cada dia ao longo dos anos. É uma bela de uma digital do eu, e é isso. E tudo que foi escrito no passado não é nada; o que é… é só a próxima linha.
Eu não quero criar regras, mas se existe uma, é essa: os únicos escritores que escrevem bem são aqueles que precisam escrever para não enlouquecer.
