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Ă sĂł dinheiro! Mas, sobre o que mesmo Ă© o jogo? Dinheiro.
E quem quer ganhar o jogo deve ganhar? Dinheiro.
E sobre o que mesmo Ă© a vida? NĂŁo Ă© um jogo!
Dinheiro nĂŁo Ă© a razĂŁo da vida. Mas Ă© o que ganha o jogo!
Por muito tempo eu vivi sendo enganado por oque via, SĂł fui ver que nĂŁo era bom depois que vivi tudo oque via, E hoje eu aprendo vendo por cansei de aprender vivendo, Com angĂșstias e sofrimentos.
A gente nunca esquece...
SĂŁo sĂł rabiscos na parede, a luz mansa da tv tocando boyce avenue...
E dias de inverno que ja se foram...
E esquecendo no meu quarto o quente do teu peito...
Ă sĂł a velocidade da luz que entra pela brecha, e quanto mais aberta estiver a janela mais luz verĂĄs...
Ă sĂł a furia escondida que exala, em um ou dois passos mais...
E a mĂșsica continua, serena e clara ao cair da chuva calma sob a luz...
SĂŁo sĂł teus lĂĄbios leves e doces a beijar-me de canto, enquanto envolve os meus cabelos em tuas mĂŁos e me faz senti-lo aqui...
São só teus olhos confusos sem entender a situaçao, e pergutando se deve mesmo arriscar...
SĂŁo sĂł tuas costas nuas para mim, deliradamente nuas sobre o meu cobertor...
à só tua mente perdida, enquanto o coraçao traça os caminhos a mim evitar...
Ă sĂł o nĂŁo saber ao certo onde isso vai dar, mas nĂŁo deixa a minha boca largar a tua...
SĂŁo sĂł carinhos e boas aventuras, enquanto o sol brilha sobre todos...
Ă sĂł a maneira como explica-me as coisas, sem se perder na imensidĂŁo...
Ă sobre ouvir-me, mesmo que fale sem parar por horas inteiras...
Ă sobre idas e vindas sem saber exatamente o que eramos...
Ă sobre receptividade e borbetas que palpitam nesse estĂŽmago adoecido...
Ă sobre como fomos, cada um a um canto, sem mais, sem uma palavra ou expressĂŁo, somente o sabor do Ășltimo beijo...
Ă sobre quantas vezes mais passaremos pelos mesmos lugares e pessoas e as mesmas risadas e idiotices...
E continua a ser sobre o que nos tornamos ou tornaremos, ou até quando....
E se a Ășltima vez foi deverĂĄs a Ășltima...
E suma....
Querido Brian
Mais uma vez estou a pensar, na mina
do cabelo liso e longo, a qual sĂł em
ouvir o nome me apaixono.
E sĂł bastou um olhar, para por ela eu
me apaixonar.
Agradeço muito a ela, porque me fez
perceber que sĂł amar em secreto nĂŁo
vale a pena.
Do lado dela senti o que Ă© amar e ser correspondido, pra sempre levarei essa
sensação comigo.
Com um forte aperto de mĂŁo, jĂĄ acelerou
meu coração.
E na hora da despedida nós abraçando,
as lĂĄgrimas derramando.
E aqui termina,mais quando me lembro desta história, meu coração ainda se anima.
Para o seu passado vocĂȘ Ă© sĂł lembranças,para o seu futuro vocĂȘ nem existe.
A fĂ© Ă© a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que nĂŁo podemos ver. A fĂ© que hĂĄ em vocĂȘ Ă© o que te move para vida.
Relatos de uma madrugada
Eu sĂł queria conversar,
ter alguém para me escutar,
eu que ajudo todos,
dessa vez não tenho ninguém,
ou talvez nunca tive.
Um porto seguro, alguém para confiar,
falar e escutar,
droga, assim nĂŁo dĂĄ.
Tenho vĂĄrios contatos e
me sinto solitĂĄrio,
conheço vårias pessoas,
porém, elas me magoam.
Passo o tempo e
o tempo me passa,
apenas ouço a mĂșsica e
me sinto um rei vestido
com sua tĂșnica.
Um pobre rei de um reino abandonado,
um soldado de um exército desprezado,
um poeta que nĂŁo Ă© escutado.
Grito no silĂȘncio,
um olhar de desalento e
uma lĂĄgrima por dentro.
Eu sĂł queria conversar,
desabafar,
desabar e
chorar.
O adeus Ă© um ato,
partirei de imediato,
desculpem o meu relato.
Sabe querida, as vezez, as vezez.
Eu me lembro de vocĂȘ
Mas Ă© sĂł quando eu ouço uma mĂșsica
Ou outra
NĂŁo Ă© nada que eu queira
Não vou deixar meu coração me enganar denovo.
Ă sĂł na madrugada.
Que meu coração ataca
Que minha falta de ar me mata,
Começa a tremedeira, o coração começa a socar meu peito
Isso Ă© ansiedade ou um infarto em meu leito?
Medo de morrer constante
A vontade de sair correndo Ă© enorme
Mas me encontro sem destino,
Ninguém consegue me ajudar,
Eu digo que Ă© como a morte mas acredito eu
Que a morte Ă© rĂĄpida
Mas a ansiedade que me mata se encontra sem previsĂŁo
Para ir embora.
Eu bebo ĂĄgua, sinto ela descer e gelar meu corpo
Mas a ansiedade jĂĄ me congelou por inteira
O choro vem, Ă© como uma queda de pressĂŁo
Mas nĂŁo, estĂĄ tudo normal.
E quando pensares em dizer que o pĂąnico e a ansiedade Ă© frescura, procure quem tem hipertensĂŁo
Ou quem jĂĄ sofreu um infarto
Os sintomas sĂŁo iguais .
Um pensamento só serå um grande começo se tiver meio e fim, caso contrårio, serå apenas um pensamento.
Existe luz no fim do tĂșnel?
NĂŁo hĂĄ nenhuma luz âlĂĄâ no fim do tĂșnel. SĂł pode existir luz aĂ dentro de vocĂȘ mesmo.
Se vocĂȘ nĂŁo iluminar o caminho, pode acabar descarrilando na escuridĂŁo antes de chegar ao âfimâ. Se houver alguma luz vinda de fora Ăłtimo, ajudarĂĄ a reforçar a tua prĂłpria. Caso contrĂĄrio, ilumina-te a ti mesmo.
Ao conseguir fazĂȘ-lo perceberĂĄ que, na verdade, nĂŁo existe tĂșnel algum.
Estive pensando e cheguei Ă conclusĂŁo de que o amor nos consome, mas sĂł vocĂȘ pode dizer se esse consumo estĂĄ vindo de forma saudĂĄvel ou nĂŁo.
Eu acreditei
Eu acreditei que no amor era só amar, mas é preciso que alguém te ame do mesmo jeito. Para formar um par perfeito.
Olhar na mesma direção, andar de mãos dadas sob o Sol e å noite dormir embaixo do mesmo lençol.
Acordar de madrugada, fazer um carinho, ouvir um gemidinho e fazer a cama tremer.
Eu acreditei que a cada amanhecer eu ia acordar com vocĂȘ.
Ăs vezes o par nĂŁo Ă© perfeito, o amor perde para a ingratidĂŁo e tudo aquilo que foi, hoje nĂŁo Ă© mais.
Não adianta correr atrås nem te procurar nas redes sociais. Tenho que convencer o meu coração para expulsar essa paixão que insiste em morar dentro do meu peito.
No amor temos que plantar no mesmo chĂŁo, regar o coração para brotar a semente da felicidade. Independente da idade o amor nasce dentro da gente. Com vocĂȘ me enganei completamente, mas jĂĄ plantei outra semente e ela vai germinar e novamente vou acreditar que todo amor que plantei renascerĂĄ.
poeta Adailton
O comodismo, só poderå nos levar às derrotas consecutivas, pois nunca levaremos nada a sério.
Se nĂŁo matarmos aquele leĂŁo do dia, na semana que vem teremos uma alcateia inteira.
Estes sempre tem como resposta a famigerada falta de tempo, como se este tempo fosse mutĂĄvel e pudesse ser transferido pra frente.
Este referido tempo, para estes, sĂł existiria para a colheita, esquecendo-se que para isto antes, teria que haver o tempo de plantar.
(teorilang)
Com um tempo despertei o amor, mas um tempo se passou e eu o escondi pois ele sĂł me matava aos poucos, ou ele me matava ou matava ele, no final os dois morreram juntos.
