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â Deixe-me sĂł
Uma verdade Ă© cinzenta,Â
Outra verdade Ă© cor de planeta;
Mas todas as verdades, desde o chão até o chão,
NĂŁo valem a verdade sem cor das verdades,
A verdade ignorante de como o homem costuma
encarnar-se na neve.
Quanto Ă mentira, basta dizer "quero"Â
Para que brote entre as pernas
Sua flor, que em vez de folhas brilham beijos,
Espinhos no lugar de espinhos.
A verdade, a mentira,Â
Como lĂĄbios azuis,
Uma disse, outra disse;
Mas nunca pronunciam verdades ou mentiras
seu segredo torcido;
Verdades e mentiras
SĂŁo pĂĄssaros que emigram quando os olhos morrem.
â NĂŁo basta sĂł sonhar, vocĂȘ tem que buscar realiza-los e isso exigirĂĄ de vocĂȘ, esforço, dedicação e perseverança. EntĂŁo vĂĄ e alcance os teus sonhos. - Ana ChahinÂ
â O rancor sĂł causa mais dor...
Refletir e entender que pode se refazer.
Guardar mĂĄgoa sĂł atrasa a vida...
Agir e surpreender em aceitar, Ă© se satisfazer.Â
â Se apaixone pelo que demonstrarem por fora.
Agora sĂł ame a verdade de conteĂșdos revelados e nĂŁo descobertosÂ
AdmirĂĄvel o sucesso do prĂłximo, e continuar parado ficarĂĄ sĂł olhando ao invĂ©s de estĂĄ realizando.Â
â
â SĂł eu?
Conta-me um segredo e serĂĄ nosso pra sempre.
Chore suas mĂĄgoas que terei ouvidos pra ouvir e se quiser nĂŁo terei boca pra falar.
Ame-me, odeie-me , elogia-me e reclame de mim mas, sĂł pra mim.
Segredos, mågoas e paixÔes também os tenho, estes não divido.
Talvez temo que as mentiras das nĂŁo recĂprocas paixĂ”es que contei pra mim mesmo possa ser as verdades que nĂŁo dividiria com ninguĂ©m
â #Medo De Morrer
Sorte de quem jĂĄ nĂŁo estĂĄ vivoÂ
Ao menos nĂŁo teme a morte
Enquanto eu procuro a sorteÂ
Outros tentam ser fortesÂ
Sinto uma dor no meu peito
Que atormenta meus pensamentos
Sinto medo....De Partir CedoÂ
NĂŁo poder abrir nunca mais os meus olhosÂ
Para apreciar os seus
Hoje vejo as lĂĄgrimas farejandoÂ
No rosto de quem disse nĂŁo chorarÂ
Pedindo a Deus que aumente os seus diasÂ
Mesmo nĂŁo sabendo quantos tem!
Dizem que tudo que vem tambĂ©m vaiÂ
Hoje sinto que as almas se lamentamÂ
Porque a dor de uma partidaÂ
Ă o pior pesadelo de uma vida
Eu adorava ver o sol sorrirÂ
SĂł espero que sinta minha falta quando eu partir
 _Se Fosse PossĂvel_
â Na guerra da sobrevivĂȘncia
Nessa guerra que Ă© viver e sobreviver neste paĂs (Brasil), sĂł me restou ser bom (excelente) em tudo o que eu faço.
â Quem foi que disse que o mundo Ă© sĂł flores?
Te trouxe uma pra se lembrar e aliviar suas dores
Amores de verão, amores de estação, amores vem e vão, uns trazem mais cores.
â O olhar das ruas: realidade de um paĂs. Mas sĂł enxerga quem anda por elas
Ao andar pelas ruas Ă© certo que nos encontramos com diversas pessoas, cada uma diferente da outra, seja pela aparĂȘncia ou tambĂ©m pelo jeito de ser. Ao andar pelas ruas observamos que cada pessoa , pedestre, passageiro ou motorista, possui um objetivo, um local para chegar, alguma atividade para fazer ou nada para fazer. Ao andar pelas ruas enxergamos coisas que fingimos nĂŁo ver, passamos ignorando, menosprezando e conseqĂŒentemente olhamos com um olhar de frieza, desamor, desprezo e arrogĂąncia. Ao andar pelas ruas vemos pessoas precisando de algum tipo de ajuda, pessoas que passam fome, que nĂŁo tĂȘm emprego, que nĂŁo tĂȘm casa, que nĂŁo sĂŁo aceitas pela sociedade, pessoas que para nĂłs nĂŁo aparentam ser pessoas e sim um animal qualquer, pois nĂŁo possuem condiçÔes normais de higiene e um mĂnimo de dignidade como gente. Pessoas que sĂŁo de carne e osso como nĂłs e que queira ou nĂŁo sĂŁo filhas de Deus. Ao andar pelas ruas deparamos com pessoas procurando alguma coisa nas lixeiras, nos lixos. O que serĂĄ que elas querem? A que ponto chegou o ser humano? Ăs vezes vemos uma, duas e atĂ© trĂȘs pessoas na mesma rua catando alguma coisa no lixo. Ă a concorrĂȘncia que invade atĂ© a classe mais miserĂĄvel de uma sociedade. E continuando a andar na mesma rua, podemos encontrar um cachorro a vasculhar outro lixo.
Ăs vezes vemos coisas nas ruas por onde andamos que pessoas de gabarito alto nĂŁo vĂȘem, isto por um simples motivo: elas nĂŁo andam a pĂ© pelas ruas. De que adianta andar pelas ruas, ver essas situaçÔes, fingir nĂŁo enxergar e por conseqĂŒĂȘncia nĂŁo fazer nada. De que adianta andar pelas ruas ver muitas pessoas precisando de algum tratamento mais digno e nĂŁo poder ajudar todas. De que adianta nĂŁo andar pelas ruas; nĂŁo enxergar de perto a realidade desse paĂs, que diz que todo cidadĂŁo possui direitos humanos; nĂŁo praticar a empatia, que Ă© um ato que demonstra ter sentimento e que nĂŁo sĂł o faz aquele que possui um coração de pedra, frio, obsoleto, violento, desumano. SerĂĄ qual dessas pessoas Ă© mais miserĂĄvel, aquele que nĂŁo possui nada ou aquele que possui tudo e nĂŁo estĂĄ nem aĂ para o que nada tem? As ruas demonstram a realidade de um paĂs. As pessoas sĂŁo importantes para a convivĂȘncia, para o crescimento individual de cada um e para o desenvolvimento da sociedade de uma nação. E agora, qual atitude tomar? Andar pelas ruas, enxergar nĂŁo apenas com os olhos, mas tambĂ©m com o coração. Aquele que nĂŁo anda a pĂ© pelas ruas, infelizmente nĂŁo consegue enxergar com os olhos nem com o coração, simplesmente nĂŁo merece comentĂĄrios.
Cleisson Eduardo Vieira
16/01/2004
â SĂł saberĂŁo o poder destrutivo de algumas palavras, quando parte da sua histĂłria marquem a sua vida.
