Jean la bruyère
deixo assim, quieto, sem estardalhaço ou alvoroço, para que complicar algo que se mostra tão simples? Irracional é mostrar a todos o que só cabe a duas pessoas manter!
Não lhe prendo, não lhe solto, não lhe seguro, muito menos lhe sufoco.
Não me apego, não me entrego, não disfarço e nem demonstro.
Eu sou assim, sou agora, sou pra ontem, sou intenso e sou diminuto.
Eu sou eu, sou pra você, se quer vai ter que ser agora, eu não quero pra depois, não quero pra daqui meia hora.
Venha pronta, venha linda, de shorts rasgado e camiseta amassada, mas venha agora, porque amanhã eu posso não ser mais isso e aí meu bem, não será mais você, será outra, será intensa ou será apenas outro alguém, mas pode ser que não, pode ser que eu lhe queira, só que agora, de outra maneira.
guarda, não a sete chaves, nem a mais que isso, deixa destrancado, aberto, livre assim por ser! Não há necessidade de prender o que você sabe que tem pra si!
Tema por tudo e por todas pessoas que ainda tem por perto. Ter medo de perder não significa insegurança a todo momento, mas sim que você dificilmente sairá ileso se perdê-las!
Numa sociedade onde os governantes impostores implantam a temível medição de palavras, a voz do povo esta fadada a reduzir-se a gemidos.
Acho digno uma pessoa desmerecer algo que uma pessoa luta pra conseguir, ainda mais quando essa pessoa não tem moral pra falar, zumbidos de moscas as vezes são necessários também!
Desnecessário e dispensável, assim me julgo a toda e qualquer tipo de pessoa.
Não é por medo de criar laços ou qualquer coisa do gênero, mas sim pra evitar que depositem esperança demais onde nada será correspondido.
A essência de tudo não está em saber dizer a verdade, mas sim em conseguir levar adiante uma mentira bem ou mal contada, tanto faz!
Na natureza humana seremos depois de uma noite ou uma vida o que significamos, cabe somente a nós o que significar
Amo os animais, porém, enquanto houverem países onde a vaca é sagrada e a mulher humilhada, tem lutas que não fazem sentido.
Prefiro delirar que o saudoso Oscar Niemeyer, no auge de seu comunismo apaixonado, esculpiu Brasília em curvas e arcos para que entendêssemos no contraste a seriedade retilínea que deveríamos tratar nosso país.
Às vezes, mais do que fazer escolhas simplesmente, precisamos fazer apostas. A escolha calculada é sábia mas a aposta apaixonada faz parte do amor humano. A coragem vitoriosa dá um sabor especial ao enredo que muda a história.
