S. inácio
Viva
Vamos viver, o mundo não para pra você então siga sua vida, não fique dependente de ninguém, se não está fácil é porque você ainda não alcançou a vitória.
Seja um tigre ou um leão, vá atrás das coisas que você deseja, o tigre vai atrás do alimento ele briga para ter aquilo que ele quer, aquilo que ele nessecita ele se machuca chega a sangrar para ter o que quer.
Também temos que ser assim, mesmo que cairmos, mesmo que cause feridas, não desista tenha garra, força, determinação, seja cauteloso e tenha muita fé que tudo dará certo...
Bruno R. S.
A fé é uma bussola dentro do coração, que não importa o caminho que se siga, ela sempre apontará na direção de Deus.
"O limite do homem está sempre no equilíbrio; se for pelo excesso, beira a arrogância, se no mínimo, a imbecilidade.!"
Esperança
Todos têm.
Exercícios da paciência
Adquirem-se pela coragem de lutar
A vitória é fruto da insistência.
#Capricórnio:
Não se sinta vazio por não ter um grande amor...
Pois o vazio é aquele espaço que não é com qualquer pessoa ou de qualquer maneira que se preenche...
Muitas vezes você se sente cheio o tempo passa e você percebe que td não passou de uma ilusão...
Aprenda a ser feliz consigo mesmo, se encha de amor próprio isso sim preenche o vazio que você mesmo causa por não amar a pessoa certa Você...
Incrível é o coração, que ao palpitar no interior do peito bombeia sangue para todo nosso corpo.
Mas o amor, ah o amor é bem mais interessante, ao pulsar no íntimo da alma faz circular vida para todo nosso ser.
As pessoas falsas são como louça,quando em suas mãos escorregar e partida ela estiver,perderá o seu interece.
Quando deixamos para nos desculpar reservadamente, o efeito não é o mesmo. Ofender em público e se desculpar reservadamente não é totalmente honesto.
Voce e bonita.
Voce e muito bonita!
E muito engracada pra se ver!
Mas e mesmo muito bonita para se ter.
Quisera se um dia eu contigo pudesse viver.
Eu te daria uma rosa e um peluche
Sim, mas na certeza de que eu nao iria the perder.
Se eu te fizesse duas promessas,
Em apenas uma de certeza havias de crer.
Tu es mesmo tao bonita que meus olhos adoram te ver.
Se eu tivesse dois minutos,
Pra viver comigo eu tentaria te convencer,
Se me negasse de certeza no momento seguinte eu iria morrer.
Voce e mesmo bonita,
E eu jamais conseguirei te esquecer.
A(mar), tão infinito, tão frágil e perigoso.. Seduz quem nele estar. Tão belo, tão fundo e tão imprevisível! Uma hora lê encanta na outra lê afoga, não podemos controlar. Sé n arriscarmos nunca vamos saber o que é a(mar).
Se você aceitar a natureza como um mestre, ela irá ensinar-lhe justamente as lições que já decidira aprender; isto é só outra maneira dó dizer que a natureza não ensina. A tendência de toma-Ia como mestra é logicamente enxertada com facilidade na experiência que chamamos “amor pela natureza”. Mas, não passa de um enxerto. Enquanto estamos sujeitos a eles, “as disposições” e “espíritos” da natureza não indicam qualquer moral. A alegria desregrada, grandeza insuportável, desolação sombria, são lançadas à sua frente.
Faça o que puder com elas, se puder fazer algo. O único imperativo proferido pela natureza é: “Olhe. Ouça. Atenda.”
O fato de este imperativo ser no geral mal interpretado e fazer com que as pessoas inventem teologias, panteologias e antiteologias podendo todas ser descartadas - não toca realmente a experiência central em si. O que os amantes da natureza - quer sejam seguidores de Wordsworth ou pessoas com “deuses sombrios em seu sangue” obtêm dela é uma iconografia, uma linguagem de imagens. Não quero dizer apenas imagens visuais; são as “disposições” ou “espíritos” em si - as poderosas exibições de terror, tristeza, alegria, crueldade, luxúria, inocência, pureza - que são as imagens.
Nelas, cada um pode colocar ou “vestir” sua própria crença.
Devemos aprender em outra parte nossa teologia ou filosofia (não é de surpreender que no geral as aprendamos com teólogos e filósofos).
Mas quando falamos de “vestir” nossa crença em tais imagens, não estou me referindo a usar a natureza para símiles ou metáforas à maneira dos poetas. Eu poderia na verdade ter dito “encher” ou “encarnar” em lugar de vestir.
Muitas pessoas, inclusive eu, jamais poderiam, a não ser por aquilo que a natureza nos faz, ter qualquer conteúdo para colocar nas palavras que devemos usar ao confessar nossa fé. A natureza jamais me ensinou que existe um Deus de glória e de infinita majestade. Tive de aprender isso de outra forma. Mas a natureza deu à palavra glória um significado para mim. Ainda não sei onde poderia tê-lo encontrado a não ser nela. Não vejo como o “temor” de Deus poderia ter qualquer significado para mim além dos mínimos esforços para manter-me seguro, se não tivesse tido oportunidade de ver despenhadeiros medonhos e penhascos inacessíveis. E se a natureza jamais tivesse despertado em mim certos anseios, áreas imensas do que agora posso chamar de “amor” de Deus jamais existiriam, no que me é dado ver.
O fato de o cristão poder usar assim a natureza não é nem mesmo o início de uma prova de que o cristianismo é verdadeiro. Os que sofrem às mãos de deuses sombrios podem igualmente fazer uso dela (suponho eu) para o seu credo. Esse é justamente o ponto. A natureza não ensina.
Uma filosofia genuína pode às vezes validar uma experiência da natureza; uma experiência da natureza não pode dar validade a uma filosofia. A natureza não irá verificar qualquer proposição teológica ou metafísica (ou pelo menos não da maneira que consideramos agora); ela ajudará a revelar o seu significado. E, nas premissas cristãs, isso não se dará acidentalmente. Pode-se esperar que a glória criada nos proporcione vislumbres da não-criada: pois uma deriva da outra e de alguma forma a reflete.
De alguma forma. Mas talvez não de modo tão simples e direto como poderíamos supor a princípio. Como é lógico, todos os fatos destacados pelos amantes da natureza da outra escola são também fatos. Há vermes no ventre assim como primaveras na floresta. Tente reconciliá-los ou mostrar que não precisam necessariamente de reconciliação, e você estará se desviando da experiência direta da natureza - nosso tema presente - para a metafísica ou teodicéia, ou algo desse tipo. Isso pode ser sensato, mas penso que devemos mantê-lo distinto do amor da natureza. Enquanto estamos nesse nível, enquanto continuamos alegando falar daquilo que a natureza nos “disse” diretamente, é preciso apegar-nos ao mesmo. Vimos uma imagem da glória. Não nos cabe descobrir um caminho direto através dela e além dela que leve a um crescente conhecimento de Deus. O caminho desaparece quase imediatamente. Terrores e mistérios, toda a profundidade dos conselhos de Deus e todo o emaranhado da história do universo o sufocam. Não podemos passar; não desse modo. E preciso entrar por um atalho - deixar as colinas e florestas e voltar aos nossos estudos, à igreja, às nossas Bíblias, aos nossos joelhos. De outra maneira o amor da natureza está começando a transformar-se numa religião.
E então, mesmo que não nos leve de volta aos deuses sombrios, nos levará a uma grande dose de tolice.
"Quando descrevemos o que imaginamos, podemos convencer os outros – e as nós mesmos – de que realmente já estivemos lá. E, se apenas imaginei, será também ilusão o fato de que mesmo imaginar, em alguns momentos, faz com que todos os outros objetos de desejo – sim, inclusive a paz, inclusive deixar de ter medos – se pareçam com brinquedos quebrados e flores murchas? Para muitos de nós, talvez toda a experiência simplesmente defina, por assim dizer, a forma do vazio onde deveria estar nosso amor por Deus. Não é suficiente. Mas já é alguma coisa. Quando não podemos “praticar a presença de Deus”, já é alguma coisa praticar a ausência de Deus, ir tomando consciência de nossa inconsciência de Deus até nos sentirmos como um homem que está diante de uma grande catarata e não ouve nenhum ruído, ou um homem que, numa narrativa, se olha no espelho e não vê rosto algum, ou um homem que, num sonho, estende a mão para objetos visíveis e não sente tocá-los. Saber que está sonhando é já não estar perfeitamente adormecido."
1ª regra para ser meu amigo: Não saia por ai falando o que não sabe. 2ª regra: Não me troque por balas.
