O que te move
Meu amor invade fronteiras ultrapassa as montanhas e sobrevoa o infinito do céu,tão somente para encontrar-te.
Não há distancia que meu amor por ti não consiga alcançar,porque de tudo quando é caminho existente no mundo,todo caminho me leva a você.
Deixaste minha alma livre
Para voar com o vento por
Sobre montanhas e mares...
Minhas alma livre e solta
Percorreu caminhos
E veredas distantes...
Vagou entre as estrelas
Visitou a lua cheia...
Povoada de sonhos era
Tecida de esperanças e luz...
Quis ganhar o mundo
Vencer amores e dissabores...
A mesma alma hoje volta
Desta longa jornada,
Não mais inveja o infinito
E se entrega a poesia
Como o verbo que voa livre
Porque livre não e minha alma
Mas os versos que faço....
"Talvez o amor possa mover montanhas, mas nunca tirar pequenos vestígios de solidão e descaso no coração..."
Nas Montanhas
Entre a França e a Espanha existe uma cadeia de montanhas.
Numa destas montanhas, existe uma aldeia chamada Argelés.
Nesta aldeia, existe uma ladeira que leva até o vale.
Todas as tardes, um velho sobe e desce esta ladeira.
Quando o viajante foi a Argelés pela primeira vez, não reparou nada. Da segunda vez, viu que um homem sempre cruzava com ele. E, cada vez que ia àquela aldeia, reparava mais detalhes - a roupa, a boina, a bengala, os óculos. Hoje em dia, sempre que pensa na aldeia, pensa também no velhinho - embora ele não saiba disso.
Uma única vez viajante conversou com ele.
Querendo brincar, perguntou:
- Será que Deus vive nestas lindas montanhas á nossa volta?
- Deus vive - disse o velhinho - nos lugares onde deixam Ele entrar.
Nos caminhos da Ilha
Da janela vejo ruas sem nome
casas coloridas abrigadas em montanhas,
da janela sinto a brisa e cheiro dos eucaliptos,
o cheiro das ruas sem nome
onde vento balança verdes folhas
e nascem flores em pedras.
Estas ruas tem silêncios mágicos
como poemas ainda imaginados,
acabam no pé da montanha
mas seguem a caminho do mar...
Ruas de casas pequeninas e pequenos jardins.
Ruas sem nomes, sem números
que da janela vejo encantada
enquanto as flores crescem
agarradas às saliências das duras pedras.
O verão pinta o quadro
e eu aqui, vejo
pela janela emoldurado...
Na geografia da vida existem montanhas, abismos, vales e desertos...
Quando estamos no topo da montanha só conseguimos rir o dia todo e ficar exaustos de tanta excitação e alegria...
Até que alguma coisa acontece e nos precipitamos montanha abaixo...
O tombo pode ser maior ou menor, os arranhões mais ou menos profundos, porém a dor é sempre a mesma... mas ninguém a conhece, pois não há ninguém caindo junto com você.
Quando chegamos lá no fundo, ficamos machucados e doloridos por um tempo, deitados em nosso abismo... mas o tempo que demorem nossas feridas em sarar dependerá somente de nossa disposição para nos levantar.
Chega então o tempo de atravessar o deserto, o tempo das lamentações e das lágrimas, e de avançar arrastando os pés e a alma, mas a medida que avançamos a dor vai se transformando em meditação e finalmente, em aprendizado... e quando queremos lembrar, nosso deserto tem-se transformado num verde vale.
Chegaremos então novamente ao topo da montanha, e voltaremos a exultar de alegria, e o ciclo recomeçará...
Estranhamente, não produzimos frutos quando estamos no topo da montanha, nem quando estamos agonizando no abismo de nossa dor... só produzimos frutos de sabedoria enquanto atravessamos o deserto.
Sábio não é aquele que nunca cai, mas sim aquele que lembra o que aprendeu com cada cicatriz...
Tenho uma casa nas montanhas
De madeira, não muito grande
Um cachorro, um cavalo
E a paz a reinar...
Vejo o Rio, os montes
E tudo o que há
Céu,Sol, lua e estrelas
E o vento a soprar...
Os pássaros cantam
Só é preciso escutar
Minha gaita, a viola
Vendo a noite chegar
Ser livre, ser só
Com nada se preocupar
Não há regras, não há leis
A natureza diz o que fazer
e nos ensina a viver...
Ser livre!
Se achar que a fé não remove montanhas, conte as pequenas pedras existentes na sua caminhada e chegará à conclusão de que já atravessou cordilheiras.
"O verdadeiro líder consegue enxergar além das montanhas, percebe o mundo de modo diferente e amplo, vê na dificuldade uma oportunidade, na impossibilidade uma possibilidade, na tristeza uma alegria, na guerra o recomeço, na intolerância a tolerância, na fome a saciedade no Criador, na raiva o amor."
Jesus por muitas vezes se afastava um pouco da multidão para orar,para falar com Deus nas montanhas ou até mesmo no deserto.
Alguns veem montanhas e as encaram como pequenas pedras e as ultrapassam, já outros veem pedras e encaram como montanhas e se acovardam.
Quantas montanhas e campos você já espargiu naqueles que só ambicionavam oceanos?
Tudo que vivemos é reflexo das nossas expectativas. Por inocência (ou autoengano), frequentemente depositamos energia e esperanças naqueles que não visam nos retribuir da maneira como gostaríamos.
Tratamos reciprocidade como obrigação, esquecendo-nos de que emoções não obedecem a vontade. Lutamos pelo carinho e admiração daqueles que sempre nos ignoraram. Pugnamos por amor onde só há amizade. Dedicamo-nos como amigos a quem só quer ser camarada.
Quantos quilômetros de oceano você entregou a pessoas que só desejavam campos e montanhas?
Polir a própria pedra é mais difícil do que mover montanhas, mas é o único trabalho que gera eternidade.
A noite surgiu por de trás das montanhas, veio iluminada linda o céu parece ainda mais distante. Faço um pedido ; Sr tempo me ajude a entender o sentido de eu ter perdido o remo desse barco chamado vida
que segue e navega sem rumo eu tento, mas não me acostumo a vida parece não ter razão
e o pior de tudo isso é a ausência de uma solução. Derepente, um coração que ainda pulsava, decidiu mostrar para uma alma gelada que além do sol havia uma estrela que mesma apagada necessitava de um simples olhar para novamente brilhar Vou lançar meus sonhos ao vento, eu te darei meu mundo meu coração. Minha dúvida é uma ponte entre o que somos hoje e o que nos tornaremos amanhã. Boa noite.
No alto das montanhas eu vou subir, e o teu nome ao vento bem alto eu vou gritar. No espelho dessa mata irá refletir o teu rosto como se fosse o luar.
