Ivo andric
A cada dia sou surpreendido pela decepção que surge quando as certezas sobre as pessoas se revelam ilusões.
Na ceia de Natal, a mesa se enche de comida, mas nem sempre de verdade. Sorrisos são servidos junto com os pratos, enquanto mágoas ficam escondidas sob a toalha. Fala-se de amor, de união e de paz, mas muitos levam no coração aquilo que o branco das roupas não consegue esconder. Ainda assim, o Natal insiste em lembrar que sempre existe a chance de mudar, de limpar o coração e de transformar a ceia em algo além de aparência.
Ontem, na ceia de Natal, muitas mesas estavam fartas, enquanto outras nem uma banana verde tinham para compartilhar em família. Essa desigualdade não se limita a um lugar: se repete nos quatro cantos do planeta. Reflita sobre isso: muitos com muito, e poucos com nada.
Fisioterapia: aquele momento em que você descobre músculos que nem sabia que existiam… e que vão reclamar amanhã!
Não sei se você já observou, mas as pessoas estão mudando seus hábitos de consumo e preferindo cada vez mais comprar online, deixando a loja física.
Se continuar assim, não vai demorar para os governantes começarem a cobrar imposto até pelo direito de descansar em paz no cemitério.
Nas esquinas da vida, entre ruas vazias e avenidas apressadas, você passou por mim.
Foi rápido demais para ser esquecido.
Não sei se foi sua beleza, seu perfume ou o silêncio que ficou depois.
Só sei que algo se partiu naquele instante.
Desde então, sigo te procurando em rostos errados e caminhos perdidos.
Alguns encontros não vêm para ficar.
Vêm para doer e nos mudar para sempre.
Na fisioterapia, o cuidado nasce no movimento das mãos e se completa na fala; juntos, eles devolvem confiança, alívio e caminho ao paciente.
