"As Boas Ações" Bertold Brecht
— Posso fazer uma pergunta?
— Sim, Charlie.
— Porque as pessoas legais escolhem amar as pessoas erradas?
Silêncio.
— Bem… Nós aceitamos o amor que achamos merecer.
— É tanto sofrimento e eu não sei como ignorar isso.
— O que te machuca?
— Não, não é comigo. São eles. É todo mundo. Não acaba nunca. Você entende?
Sei que as coisas pioram antes de melhorar porque é o que diz meu psiquiatra, mas esta fase pior está grande demais para mim.
“A compaixão nem sempre é uma virtude.Quem poupa a vida do lobo, condena àmorte as ovelhas.”
Victor Hugo
“E não vos conformeis com este mundo, mas
transformai-vos pela renovação do vosso
entendimento, para que experimenteis qual
seja a boa, agradável, e perfeita vontade
de Deus.”
Romanos 12:2
Um convite do apóstolo Paulo para que os
cristãos vivam uma mudança de vida profunda
e baseada na fé, e não em costumes
passageiros da sociedade — aos cristãos
e principalmente aos doentes!
Felicidades
O primeiro olhar da janela de manhã
O velho livro perdido e reencontrado
Rostos animados
A neve, a sucessão das estações
Jornais
O cachorro
A dialética
Tomar banho, nadar um pouco
A música antiga
Sapatos macios
Compreender
A música nova
Escrever, plantar
Viajar, cantar
Ser camarada
Sob o cotidiano, desvelem o inexplicável. Que tudo que seja dito ser habitual cause inquietação.
Na regra é preciso descobrir o abuso, e sempre que o abuso for encontrado, é preciso encontrar o remédio.
Nação miserável é aquela que precisa de heróis. Os verdadeiros heróis são, em verdade, os cidadãos que enxergam.
Há muitas maneiras de matar. Podem enfiar-te uma faca na barriga, arrancar-te o pão, não te curar de uma enfermidade, meter-te numa casa sem condições, torturar-te até a morte por meio de um trabalho, levar-te para a guerra, etc. Somente poucas destas coisas estão proibidas na nossa cidade.
Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Todavia, prossigamos! Seja de que maneira for! Saímos a campo para uma luta,lutemos, então! Não vimos já como a crença removeu montanhas? Não basta então termos descoberto que alguma coisa está sendo ocultada? Essa cortina que nos oculta isto e aquilo, é preciso arrancá-la!
