Luis da camões

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⁠O primeiro amor

Antes de tudo e todos, vem o primeiro
Encanto, beijo, paixão, ou amor talvez,
Uma flor que se dá ou não por inteiro
Ou o primeiro amor ou a primeira vez.

Pousa a borboleta na flor de um jeito,
Que no mel de seu ventre faz encosto,
Como o tolo coração, que fora do peito
Bate, antes de lhe bater um desgosto.

O primeiro beijo é tépido e desajeitado,
A prima paixão, tonta e sem medida
E a primeira vez é um céu estrelado!

Nada é eterno! Tudo é início e partida.
E o primeiro amor dura só um bocado
Até vir o primeiro desgosto da vida.

Inserida por luismateus

⁠Profetas Papaloni

Certas tolas manadas de burlados credores
Carregam profetas ilusionistas em andores
Que amestram uma tal curvada humanidade
Num certo pasto d’uma reles fraternidade!

Dizem cuidar d’um tal rebanho espremido,
Da ovelha que lá foi e não devia ter ido,
Como a que não sabe por onde tem andado:
Se submissa, a pecar ou a roçar o pecado.

Papaloni é ser um tal pastor engenheiro
De questionável fé e duvidosa salvação,
Que através de um tal medo aduaneiro,

Cobra ao mundo uma certa contribuição,
Porque uns dão um desatento dinheiro
A uma irmandade atenta à desatenção.

Inserida por luismateus

⁠Amo-te assim!

Amo-te assim, como o fogo ama arder
E arremessar calor e luz do seu ninho;
Quero assim como ele, amar-te e morrer
Contigo e assim arder devagarinho.

Amo-te assim meu amor, e lá mais adiante
Quando formos pó, poeira e coisa nenhuma,
Debaixo da terra, serei teu amigo e amante,
Serei teu mundo, até que ele nos consuma.

Amo-te assim, tão-só e simplesmente,
Que tão certo é Deus ser fé e piedade
Como a minha boca que não te mente

Ou estrelas e astros terem gravidade!
Perca eu a voz, o chão e tu e de repente,
Se este soneto não é, todo ele verdade.

Inserida por luismateus

⁠O céu, o inferno e uma história

Antigamente
Éramos unha e carne;
Bebíamos tudo do mesmo copo,
Suores, lágrimas e um afável vinho;
Eras a totalidade de todas as coisas,
Eu era o teu universo
E todas as gravidades
Nos puxavam à nossa cama;
Palavras eram plumas que voavam,
Quando não se estavam a beijar;
Éramos provação e teoremas
E tu lias os meus poemas
Que eram todos para ti;
Rezávamos a Deus, que nos deu
O infinito, um lar e asas, e assim
Íamos em parelha à mercearia
Flutuando como passarinhos;
Era no tempo
Em que Deus respondia a orações
E prometia o céu e uma história.

Anos escarpados depois…
Somos garras que ferem carne;
Cada um tem o seu copo
Por onde bebe a retaliação do outro;
A totalidade de tudo o que éramos,
Esfumou-se no universo
E todas as gravidades
Nos afastam dos nossos centros;
Palavras são agora
De arremesso ou caladas;
Desaprendemos o perdão,
A paciência, a cumplicidade e a beijar;
Somos pétalas caídas de uma flor
De um poema que cheira a bafio;
Já não há mercearias nem passarinhos,
Só corvos, a depenarem-se uns aos outros,
Como nós.
Ainda rezamos, mas em vão!
Deus desistiu, como nós, de ambos.

Inserida por luismateus

⁠Mentir o amor

A mentira severa que dura
Engana a boca que a profere!
É lobo sem lei nem bravura!
É cordeiro em pele de engodo
Que a todos dor confere.
Vai cavando a sua sepultura
E conspurcando de mágoa,
O algodão que tinha no princípio.
A língua ensanguentada
É limpa depois com tintura,
Pra desinfetar culpas e aflição!
E nas entrelinhas do seu errar,
Vai pedindo ao amor,
Perdão!

Mentir,
Quem não usou já dessa pomada?
O problema da mentira
É a sua incontinência!
Quando já nada a segura!
Quando ela vira gente
E mente, mente, mente!

Inserida por luismateus

⁠“Casas comigo?” 
És um oceano salgado e proibido;
Um cabo bojador de contradições;
Um grito vão, um choro reprimido,
Que me leva a um mar de emoções!
Se bravura fosse condição minha
E dela não ficasse sempre aquém,
Dar-te-ia o mundo numa caixinha,
O céu, o sol, a lua e mais além.
“Casas comigo?” era o que eu então
Diria, pra que percebesses que tu
És a fonte da minha inspiração!
E deste modo encabulado e cru,
Eis-me aqui entre caneta e papel
A oferecer-te um improvável anel.

Inserida por luismateus

⁠Tenebrosos segredos
São noites cálidas, escolhidas a dedo
Em que a lua curiosa, depois floresce,
Porque enxerga o tenebroso segredo
Nosso, e que o mundo desconhece!
Somos tal avidez e vontade cobiçada,
Como culpados que imploram perdões,
Enquanto carne fraca é entrelaçada,
Comungando sigilo e firmes ereções!
Ó tempo, reduz à noite a velocidade,
Pra que entre o pôr e nascer do sol,
Todas as ganas e sedes da saudade,
Sejam acolhidas por baixo do lençol.
Ó tempo, sê nosso amigo e amante
Até c'o dia brote e luz se levante!

Inserida por luismateus

⁠O poeta é que sabe!

Ele é dono do que num poema cabe:
Belicosas metáforas ou não, ou então
Atalhos, fina ortografia ou alto calão!
O poeta é dono! O poeta é que sabe!

Enquanto um poeta tem de a sentir,
Um tolo tem de a perceber e explicar!
Poesia é como o rio, a chuva e o mar,
Há que molhar pés para depois sorrir!

Tanta tola criatura que uma razão dá
À poesia que lê, e diz que ela requer
Um preceito, que por vezes não há!

Enquanto versos o poeta compuser,
Ilustre e tola gente nunca entenderá
Que poesia, é o que o poeta quiser!

Inserida por luismateus

⁠Amor, desalento e solidão

Queria, quem já não me quer seu,
Que por sua vez não quer ninguém
E quem me quer eu rejeitei também
Por não ser de quem não é meu!

Quantas portas ao amor eu não dei!
De o querer, quantas se fecharam?
Quantas solas e aparas se gastaram?
Quantas poemas e ruas atravessei?

Mas que desalento chato e redondo,
Que se o tento cantar a um canto,
Ele não os tem, e eu lá vou pondo

Nós engasgados num calado pranto!
Não podendo ao amor cantar então,
Vou indo e dando, espaço à solidão.

Inserida por luismateus

⁠Amor é antítese

Amo-te porque não sei bem porquê!
Talvez este não sei das quantas amor
Nos veja como quem não sei como vê
Em nós, um vaso a casar c’uma flor!

Amo-te sei lá de que maneira e como,
Se as noites em que te quero amante
São dias em que não sei se nos tomo
Por coisa sólida ou por alarmante!

Amo-te assim e não sei por que raio
Te quero desta invulgar maneira,
Em que não sei se do amor ensaio

O hastear d'alguma bandeira!
Amor é antítese. O amor é assim:
Ora diz que não! Ora diz que sim!

Inserida por luismateus

⁠Borboleta iludida 

Os teus olhos escondem diamantes
Nas retinas com olhares mortais
Que arremessam flechas ofuscantes
Como se fossem notas musicais!

A lua cheia, num mar de euforia
E eufórica rotação constante
Faz uma escura noite ser dia
E o amoriscado, coisa ofegante.

O coração, de cego, então insiste
No timbre perfeito, que não existe,
Como se o amor lhe desse a mão.

Mas tal como a borboleta iludida,
Que tão curto é seu ciclo de vida
Como o fado duma breve paixão!

Inserida por luismateus

⁠As palavras do altíssimo Deus de Abraão, são tão preciosas e mais valorosas do que o próprio ouro ou outro tesouro escondido.

Inserida por Luizdavi

⁠O único orgulho

O único orgulho é o de conhecer Jesus Cristo, o único orgulho é de se orgulhar da obra feita na Cruz do calvário, o único orgulho é de ter a glória garantida no final da vida ao seguir o mestre aos trancos e barrancos, o único orgulho é saber que ele nos amou e se entregou apaixonadamente pelo sacrifício de Cruz, e sem palpitar, e sem falar, como um cordeiro entregue aos seus tosquiadores, fez a obra de salvação eterna, ao Rei Jesus toda honra e toda Glória.

Poesias Líricas ao Rei Jesus

Inserida por Luizdavi

Você é aquele abraço bom que a vida me deu.
⁠

Inserida por luis_cunha_1

É incomparavelmente mais fácil atuar tal como se é, do que imitar aquilo que se não é

Inserida por jeancdapaz

ELA TEM RAZÃO

Eu me casei com tanto amor
Mais o trabalho me distanciou
Da quela que tanto me amou
Ela ficava em casa
E eu na madrugada
bebendo eu estava
Ela ficava sozinho só tinha a companhia
De um filho pequeno
E quando eu chegava embriagado
Ainda bagunçada
Quebrava tudo dentro de casa
Ela se revoltou e hoje me deixou

Ela tem razão ela tem razão
Eu fiz tudo errado e não mereço perdão,(bis)

Nesse exato momento
Eu tou chorando e ela cantando
Nem ai pra mim
O coração roendo sinto que estou perdendo
A minha amada
Na correria fiz tudo errado a mulher que amo
Ta me deixando

Ela tem razão ela tem razão
Eu fiz tudo errado e não mereço perdão ,(bis)

Poeta Antonio Luís
6:13 AM 12 de julho de 2015

Inserida por PoetaAntonioLuis

PORQUE TE AMOO

Por Uma discussão boba
Agente terminou
Por ciúmes agente faz coisa louca
Sei que ainda existe amor
Vou colocar em prática
O que agente combinou
Quando nossa relação começou
Me atende por favor

Eu to ligando eu to ligando Porque te amoo
Eu to chorando eu to chorando Porque te amoo
Eu to voltando eu to voltando Porque te amoo
Um mês longe de você parece um ano
Quero recuperar o tempo perdido

Agente não consegui entender
Dar tremedeira frio na barriga
Quando estou com você
Tudo é maravilha

Eu to ligando eu to ligando Porque te amoo
Eu to chorando eu to chorando Porque te amoo
Eu to voltando eu to voltando Porque te amoo
Um mês longe de você parece um ano
Quero recuperar o tempo perdido

Poeta Antonio Luís
02/07/2015

Inserida por PoetaAntonioLuis

ME ALIMENTO DO SEU AMOR

ME ALIMENTO DO SEU AMOR
ME ALIMENDO DO SEU AMOR
EU TAVA QUASE MORRENDO
VOCE CHEGOU E ME SALVO

QUANDO A OUTRA ME DEIXO
FIQUEI NA SOLIDÃO
LARGADO NO MUNDÃO
QUASE COM ADEPRESSAO

POREM UM BELO DIA
VOCE ME APARECEU
PRA DA SENTIDO
A MINHA VIDA
E A OS SONHOS MEUS
HOJE É AMINHA AMANDA
CONTIGO SOU FELIZ
ME ENTREGO POR INTEIRO
FOI TUDO QUE EU SEMPRE QUIS.

ME ALIMENTO DO SEU AMOR
ME ALIMENDO DO SEU AMOR
EU TAVA QUASE MORRENDO
VOCE CHEGOU E ME SALVO

COMPOSITORES.Poeta Antonio Luís. E Fábio Carvalho

Inserida por PoetaAntonioLuis

ESTOU CHEGANDO

Longe de casa com saudades de você
Mesmo Quando to dormindo ainda penso em você
Ainda sinto o gosto do seu beijo
Eu nem te tatuei mais marcou em mim
Um lugarzinho no meu coração você ganhou

Eu vou te ligar e dizer
Prepare o jantar que estou chegando
Vista aquele beybidou vamos fazer amor.(bis)

Compositores.poeta Antonio Luís e Licinho Melo

Inserida por PoetaAntonioLuis

NA BALADA CHEGO CEDO

Na balada eu chego cedo
Na balada eu chego cedo
Depois da meia noite rã eu já tô bebo
E tou bebo tou bebo
Fazendo desmantelo

Depois da meia noite mulheres viram sereias
Depois que eu to bebo Não tem mais mulher feia

No começo da balada vou escolhendo

No final eu já não tô vendo E pegando a primeira que vier
Eu não tô nem ai
Porque Eu quero é mulher

Vem dançando de ré vem dançando de ré vem dançando de ré sabe porque

Na balada eu chego cedo
Na balada eu chego cedo
Depois da meia noite eu já tô bebo
tou bebo tou bebo
Fazendo desmantelo

Compositores.poeta Antonio Luís e Andynho magnata
09/07/2015

Inserida por PoetaAntonioLuis