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"Somos todos egoĂstas,se eu lhe mostro algo que Ă© sĂł meu,vocĂȘ certamente nĂŁo vai dar lhe tanta atenção,por mais belo que seja Ă© sĂł meu,mas,se for algo que tenha alguma relação com vocĂȘ, vai te interessar logo de inĂcio pois ali esta estampado o seu eu."
Darei um beijo na morte e dela sugarei aquilo que ao mundo parece torpe ao ainda ultraje. Só para provar ao mundo que até a morte pode ensinar å viver.
Um homem sĂł vive de verdade,quando descobre o seu primeiro amor,e quando este acaba,ele estĂĄ morto.
âUM HOMEM SĂ SERA LIVRE DO VICIO DE ALCOOLISMO, QUANDO ELE RECONHECER QUE Ă ALCOĂLATRA. ENQUANTO ESTE DISSER! PARO QUANDO QUERO! CONTINUARA SENDO UM ESCRAVO DO VICIO.â
Voce nĂŁo precisa ser perfeita, sĂł basta ser simples, porque uma vez um grande amigo me disse, que "a felicidade se encontra nas coisas mais simples da Terra." minha felicidade Ă© voce
"As vezes tomamos decisĂ”es que nos machuca, mas sabemos que e o certo a fazer, no fundo sĂł queria que tudo foce diferente e ai tudo ia ser especial e Ășnico..."
Ă por vocĂȘ que espero todas as noites, sĂł nĂŁo demore a chegar. Ă vocĂȘ. Tem sido vocĂȘ. E vai ser vocĂȘ o meu amor maior. Maior que todas as esperas e insĂŽnias e, carĂȘncias e vontades e desejos desmedidamente irremediĂĄveis.
Estar só não é de todo ruim, não é o fim. à passageiro, pois hå sempre uma nova estação e novos amores desembarcando. Tem sempre alguém batendo a porta e desejando entrar. Estar só é estar acompanhada e sentir-se vazia e fria em meio ao inverno. à uma doce solidão a dois. E olhe que hå quase sete bilhÔes de pessoas nesse pequeno planeta. A solidão é e sempre serå psicológica, corporal, porque quem tem Deus no coração nunca estå só.
Hoje sĂł quero driblar a rotina, trocar as palavras, por doces palavrĂ”es, um toque de malĂcia, desabotoar alguns sentimentos, expor e viver algumas sensaçÔes. Quero algo mais, alĂ©m da mesmice da normalidade, do tradicional. O prazer, pelo prazer. Cansei de pessoas, do entrelaçar entre corpos. Quero amor, fazer amor, sentir o amor ir fundo, ao fundo da alma. Um toque de delicadeza, com uma dose de indecĂȘncia. Quero doces e travessuras, a calmaria de um sussurro e a loucura dos instintos mais deliciosamente primitivos. Sem embriaguez, nem ressacas. Nem mais, nem menos, na dose certa. Quero ĂȘxtase sem encenaçÔes, a dualidade no ĂĄpice, nĂŁo o fim precoce. Quero amor e nĂŁo satisfação. Amor! Entendeu meu bem?
Ă amor, repito: Ă amor! Pena que alguns amores nĂŁo passam de algumas horas. NĂŁo sĂł a vida, mas o amor tambĂ©m tem suas pegadinhas. E a malĂcia reside na inocĂȘncia com que a gente se entrega o amor de corpo, alma e coração.
à só a chuva lå fora. Logo passa.Talvez o sol volte, talvez não. E Vivo entre dias nublados e dias ensolarados. Dias cinzentos e dias de céu azul. Tão natural, quanto o vento lå fora. E se me perguntarem como estou: Indo, vivendo, hora casulo, hora borboleta, hora tempestade, hora calmaria, entre sucessivas metamorfoses.
Ela fantasia, sonha, chora, grita, esperneia, mas Ă© brisa leve, um doce de menina, sĂł nĂŁo pise nos seus calos. Ela ama? Ama em silĂȘncio, apenas ame-a sem alardes. Ă menina de riso fĂĄcil, cheia de ginga e conversa demais interiormente. Ă mulher decidida, com ela Ă© sim, ou nĂŁo. Ou vai, ou fica. Ă menina que nĂŁo se contenta com pouco, quer mais, quer muito, na hora, agora, apenas que seja de coração, que seja amor. Vive suas tempestades interiores, entre dias de paz. NeurĂłtica? Tire suas prĂłprias conclusas! Vive seus processos, ciclos e metamorfoses. Ela Ă© aquela que te deixa sempre com aquele gostinho de quero mais. Convencida? NĂŁo! Nem um pouco, apenas se garante, Ă© segura de si, mas por vezes vive suas buscas e carĂȘncias irremediĂĄveis. Em outras, busca apenas o aconchego de um abraço e a segurança de um olhar.
Os arranhĂ”es da alma. NinguĂ©m lhe pergunta quem os fez. Pois, sĂł vocĂȘ os vĂȘ ou sente logo, cura-los sĂł depende de vocĂȘ. SerĂĄ tĂŁo fĂĄcil assim? nĂŁo, disse o esfolado.
O sentimento de gratidão só existe porque teve alguém que foi capaz de ajudar sem nada ter a receber.
