O que te move
Na vida somos peças de um quebra cabeça tentando nos encaixar. Nos lugares certos… Nas pessoas certas.
Se voce considera normal que pais e mães espanquem seus filhos e isso seja chamado de disciplina educativa, então ignore a mínima possibilidade de que eu e você pertençamos ao mesmo mundo!
O pensamento coletivo não exerce a mínima influência em minha tomada de decisões. Agradando a Deus e à minha consciência, já tenho toda aprovação de que preciso!
Da alma nobre somente o tempo altera o rosto. Porém é típico dos canalhas uma face para cada circunstância!
Assim como os sapatos, os velhos amigos são sempre mais confortáveis do que os novos.
Dez vezes maior que a intensidade de uma paixão obsessiva é a indiferente frieza que pouco tempo depois lhe sucede!
Quão insignificante é o ser humano, acostumado a julgar-se o centro das atenções! E quão ingênuo podemos ser em nossa arrogância de SER! Afastamo-nos daqueles que nos criticam e cobram regras, mas amamos e nos aconchegamos naqueles que nos aprovam em tudo, sem perguntas, sem recriminações. Então, duplamente ingênuos o somos! Não percebemos que os críticos são aqueles que, verdadeiramente, se importam conosco; já os bajuladores são répteis que nos usam, enquanto nós servirmos aos escusos propósitos que eles alimentam...
Sometimes we’re on a crash collision course and we just don’t know it. Whether it’s by accident or by design, there’s not a thing we can do about it.
A arte bem compreendida é poderoso meio de elevação e renovação. É a fonte das mais puras alegrias; ela embeleza a vida, sustenta e consola nas provas. Quando ela é sustentada, inspirada por uma fé sincera, por um nobre ideal, a arte é sempre uma fonte fecunda de instrução, um meio incomparável de civilização e aperfeiçoamento.
Suzanne: Só faltava. Era a única coisa que ela ainda não tinha pego: amor.
Hipólito: Ninguém está imune.
Você tem que criar um novo futuro. Certifique-se de que seja um bom adeus ao passado.
Eles se cruzavam na rua, nas festas, nos encontros de amigos, em eventos públicos e outros particulares. Eles trocavam olhares, mas nunca havia um diálogo. Os olhares deles diziam tudo: Ele precisava dela, e ela precisava dele.
