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Poeta Obsoleto
Era sĂł um poeta
MedĂocre, de rimas pobres
Em poesias profanas
Para a musa idealizada
Se achava o tal
E era feliz em seu mundinho
Bastava-lhe o amor
Da que lhe dava inspiração
Mas seus sonhos ruĂram
Implodidos num conto
De um infante contador
Infanto juvenil
O bom moço contador
Com porte de prĂncipe
Profanou todas as poesias
Do poeta cabisbaixo
Abandonou-lhe a inspiração
E a musa encantada
Pelos contos estampados
No peito do contador
Sem mais forças pra rimar
O poeta ultrapassado
Silenciou a poesia
Restando-lhe chorar
Suas noites insones
Outrora rabiscadas
Agora sĂŁo testemunhas
Das lagrimas derramadas
O infante conta a alegria
Com mistérios e magias
Enquanto o velho poeta
Obsoleto, vĂȘ nascer o dia
Sem amor e sem humor
Silencia sua poesia
Para que nĂŁo nao revele mais a sua dor
Em palavras rimadas e escritas
Estou leiloando o meu amor,que sĂł me traz dor,pensamentos de um garoto sonhador,falando sobre seu amor...
A gente aprende tantas coisas nesta linda jornada...
SĂł nĂŁo pode deixar de compartilhĂĄ-las antes que seja tarde demais.
Boa noite meus bons amigos!!!
mel - ((*_*)).
Quer torturar uma pessoa que sofre de insĂŽnia; Ă© sĂł chegar para ela Ă s 22:00h e em meio a um gostoso bocejo, soltar a seguinte frase: âAhhh! TĂŽ com um soninhooo!!!
Eu que nunca tive medo, hoje tenho. Só não tem medo da vida quem não a conhece de verdade. Mas é no meio desse medo que eu me encontro com Deus: Ele não fala alto; ele também não sussurra. Posso senti-lo enquanto a chuva não cai, posso senti-lo enquanto corro da chuva.
Se Al falasse, diria que se alimenta de carne. SĂł de carne. Doge decerto ficaria horrorizado, porque em Mokon a maioria do povo Ă© vegetariana.
LĂĄ no escuro
HĂĄ um muro
Luz alguma
O decifra
SĂł suplica
Me espanque
Até que eu caia
Neste instante
Se faz claridade
Liberdade...
mel - ((*_*))
