Miguel angel asturias
Não estou dizendo que voce precisa viver a sua vida como se fosse o último dia. De maneira alguma. Isso é imaturidade;
O que eu quero dizer é que a vida é muito curta para ser medíocre e que voce tem que "parar" de sofrer por coisas mesquinhas.
Voce pode sofrer; mas sofra por aquilo que realmente vale a pena.
"O melhor investimento de um homem é quando ele consegue "depositar" um parente, amigo ou colega no "banco" de uma igreja de CRISTO."
Fui um bom menino. Adolescente e jovem, bastante reprovável. Como homem maduro, paguei por minhas decisões equivocadas.
Agora me preparo e peço a DEUS que me permita ser um ancião "frutífero.
"Fases ruins são como cicatrizes, servem para que no futuro você olhe para trás e veja que seu passado foi verdadeiro. Veja, Pai, minha fé ao senhor é grande, mas a fé do senhor em mim é infinita. Obrigado"
O progresso tanto da vida pessoal quanto da profissional, requer reinvenções das situações existentes! Fiz novas escolhas, percorri novos caminhos e também reinventei problemas. Já não me questiono tanto e passei a entender-me mais.
Ignore pessoas que vomitam virtude, mas que, na primeira oportunidade que têm, olhando apenas para o próprio umbigo, opinam por cortar benefícios dos que mais necessitam.
Eu mergulhei no profundo do nada.
Tentei extrair a essência do que nunca existiu;
Foi só uma ilusão a mão que me afagava
E o rosto pálido que nunca me sorriu.
Sigo remoendo o desejo de não querer sentir.
Não sou capaz de transmitir a mensagem que grita em meu coração.
Canso, desespero-me e quero ardorosamente dormir
E ter um sono tranquilo, como o daqueles que se vão.
Então eu choro, e contemplo a luz da vela se apagar.
No deserto escuro do meu pesar, raiou uma luz, uma lembrança
Que começou a latejar, a soar e a ecoar;
Com uma voz meiga e delicada de criança,
Lembrança da minha infância, dizendo: - Esperança... Esperança...
A minha paisagem interna são rabiscos.
Transfixa o que sinto e o que esqueço;
Inaudíveis lamentos imprecisos.
Sigo inerte. Encontro-me e me perco!
Sou como uma bússola sem eixo Norte-Sul.
Um livro não escrito, uma dor não sentida.
Algo intangível, inacessível azul
Do além, do aquém. Ventura sonhada e não vivida.
Perplexo sorrio no meu desalinho.
Torpor constante e involuntário;
Disperso de tudo, sinto o teu carinho
No esquecido templo mortuário.
O caminho do sucesso, e como um corredor da morte com uma distinta luz no fim do tuneo. Quando voce desista de alcanca-la; Voce nem percebe que ja esta nela.
“As palavras daqueles que se colocam contra você são como ventos fortes: atingem o rosto, incomodam, gelam a pele — mas passam. No fim, o que permanece é você, do ventre ao caixão. Cabe a nós dar sentido a cada instante, pois o tempo é breve, e mesmo sendo invenção humana, escapa de qualquer controle. O tempo é o maior inimigo, mas também o mais fiel aliado. É, talvez, a criação mais corrupta — e mais preciosa — do homem.”
O exercício do bem pensar constitui uma arte rara em pleno século XXI. Pensar com coerência exige uma alimentação adequada, um descanso reparador, a preservação da boa saúde, a manutenção da sanidade mental e a renúncia ao consumo excessivo de álcool, bem como à utilização de quaisquer tipologias de substâncias entorpecentes.
Humabo, 21 de Julho de 2025
"A alma, sendo levada por Caronte até Hades, talvez se sinta destruída por partir sem querer partir. Por outro lado, o vivo, quando não quer ficar, mas fica por uma retidão moral, talvez também se sinta destruído. Corpo e alma vivem o paradoxo de querer ser e não estar, de estar sendo e, ao mesmo tempo, não estar."
Não precisamos ser os melhores; mas, quando escolhemos entregar o nosso melhor, nos tornamos melhores a cada dia.
🌿 A Voz que Canta no Meio do Mundo
O vento que passa, ninguém vê,
mas ele toca todos — do morro ao asfalto.
"Eu sei que vou te amar" — diz Elis,
e a dor de amar e de viver
é a mesma em cada rua, cada esquina,
onde a lágrima é a mesma para o pobre e o rico.
E é nas noites frias, nos becos escondidos,
que o samba floresce como um grito,
feito de mãos calejadas e corações partidos,
como se a música fosse a única coisa que nos unisse.
"Apesar de você, amanhã há de ser outro dia" —
é o grito de quem se levanta depois da queda,
daqueles que não têm mais nada, mas têm fé.
Caetano olha o céu, o Brasil que dança e chora,
e suas palavras são um espelho do povo:
"Alguma coisa acontece no meu coração…"
É o ritmo do povo que nunca morre,
que nunca se cansa de esperar, de sonhar, de cantar.
E enquanto as ruas gritam, Gil se perde na luz da lua,
seu violão ecoa para todos os cantos,
como um convite para quem tem fome de vida:
"Andar com fé eu vou…"
e ele sabe, com a certeza dos grandes,
que a fé não tem classe, nem cor,
a fé é a revolução que brota nos corações.
Cazuza, com seu fogo e sua dor,
não se rende à dor de ser esquecido:
"Eu vejo o futuro repetir o passado…"
mas ele grita contra a repetição,
contra o que limita e cala a voz de quem tem algo a dizer.
A dor é universal, mas a revolução também é.
Milton, com seu olhar sereno,
leva a canção como quem leva a esperança:
"Quem sabe isso quer dizer amor…"
E o amor não tem preço, nem medida.
Ele é o alimento para o corpo, para a alma,
para aqueles que lutam para sobreviver e para aqueles que têm tudo,
mas ainda assim, sentem falta de algo.
A música é o que une, o que não separa.
Ela não escolhe classe, não escolhe cor,
não escolhe quem ama, nem quem chora.
"O nosso amor a gente inventa" —
e com isso, criamos um novo caminho.
E a cada passo, a cada nota, a cada verso,
somos todos iguais:
seres humanos, plenos em nossa dor,
mas também em nossa capacidade infinita de amar.
