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"Nunca se conforme com elogios,eles vindos sozinhos sĂł servem de armadilhas para o comodismo,dĂȘ mais ĂȘnfase e valor a quem te crĂtica construtivamente".
Sozinho eu sou Ă quilo que ninguĂ©m vĂȘ. Sou a montanha inexplorada diante de um grand canyon. Sou a solidĂŁo brindando a existĂȘncia com a luz num emaranhado estratosfĂ©rico de escuridĂŁo. E quando olho a minha volta, percebo que nĂŁo estou mais ali, nunca estive, e, que, sozinho, estou acompanhado de uma imensidĂŁo de palavras, de pensamentos, de um universo a ser explorado por mim mesmo.
Para o ser humano em seu limitado entendimento, tudo que Ă©, sĂł Ă© no momento. Nada existe fora do tempo presente. Isto Ă© a fiel prova da nossa brevidade...
Metaforicamente falando: Se for para entrar no mar só para molhar os pés, prefiro não entrar. Eu sempre mergulho de cabeça, e talvez, afogar-se algumas vezes, seja necessårio para aprender a nadar.
Amar alguem Ă© como um Jardim
Se o jardineiro limpa e cuida so de uma parte desse jardim a outra metade morre ,se enche de insetos ,sujeiras e as pétalas não duram muito a planta morre
Tudo tem que ser cultivado
Por inteiro e nĂŁo sĂł uma parte
Amor,atenção, carinho,bondade
Sentimentos simples
Precisam ser cultivados
Pq se nĂŁo for
Todo o Jardim tbm se contamina
"SĂł existem almas gĂȘmeas quando estas nĂŁo moram debaixo do mesno teto. NĂŁo se iluda: as pessoas sĂł se entendem superbem quando nĂŁo moram juntas, Quando tem apenas encontros casuais! Atritos, conflitos, dificuldades de relacionamento sĂŁo comuns." đ»
Se tudo fosse fĂĄcil
Se tudo fosse fĂĄcil
Só haveria graça
NĂŁo iria existir preconceito
Nem desigualdade de raças
EntĂŁo porquĂȘ nĂŁo ?
Pra que liberdade de expressĂŁo
Se palavras que saem da sua boca
muitas sĂŁo em vĂŁo.
Do que a sociedade precisa
Ă um pouco de amor
Para que com isso esqueça a dor
De tudo aquilo que nĂŁo conseguiu recompor
Sofrimento sem dor
LĂĄgrimas sem precisar
Tudo porque alguns nĂŁo tem a capacidade de amar
Por isso que jĂĄ te digo cidadĂŁo
Não esteja em paz só no réveillon.
SĂł devemos levar para frente o que vale a pena e guardar em nosso interior somente o que nos edifica...
NĂŁo havia tremores ou borboletas no estĂŽmago. Era sĂł calmaria, uma paz difĂcil de narrar. Eu podia ver o outro indo embora sem esforços e sem choros, via-o distante, embalado pela pueril sensação de estar livre do meu coração. Embora ainda me fizesse passear pelos bares da alma e, ocultamente, os das esquinas, jĂĄ nĂŁo era por aquele rapaz que meu coração acelerava. Era por mim. Sim. Eu era por mim, meus desesperos eram por mim, o suor frio era por mim. E, quando assim me via, dava para ver ao meu lado uma tranquilidade de braços abertos e olhar de abraço infindo. Entradas de sorrisos denunciavam no meu Futuro a vontade de preencher-se de bares sem ĂĄlcool e passantes que tenham vontade de ficar para um cafĂ©, para uma vida, quem sabe.
Hoje, todos os dias eu deixo de ser viajante. Ficava pelo doce, abraço... Ficava por mim, por meu Futuro, pela vontade, calmaria, e a certeza de ser certo. Tinha, a cada desejo sĂșbito de passar a vez, a ideia de "O que me faltava era eu". E ficava ainda mais.
O outro?
Passou.
MemĂłrias sĂŁo balas. Algumas passam perto de vocĂȘ e sĂł o assustam. Outras rasgam e deixam vocĂȘ em pedaços.
âSĂł hĂĄ um jeito de fazer ditadores, vendilhĂ”es e espertalhĂ”es tremerem: a leitura. Experimente!â
