Luis da camões
Fuja de pessoas escravizadas pelos pensamentos de pobreza. Elas nada podem te oferecer se não for a pobreza.
"Quando perdemos a vontade de orar, é um sinal de que o diabo já tem um lugar, reservado em nosso coração. "
"O menor pecado do mundo, também têm o mesmo poder devastador do maior pecado do mundo, para te conduzir ao inferno. "
"Não é a nossa santidade que incomoda o diabo, mas é quando dobramos o nosso joelho para falar com Deus. "
"O verdadeiro evangelho vai te conduzir a constantes batalhas espirituais. Pensar o contrario é uma verdadeira tolice. "
"Se você for sentir raiva de alguma coisa, sinta raiva do pecado, porque ele só trás desgraça para a sua vida. "
Não é sobre valores financeiros.
Não é sobre bens materiais.
É saber ser humilde.
É saber tratar bem às pessoas!
Sou filho do Nordeste, tenho orgulho do meu torrão, terra de homem valente que tira o sustento das mãos.
Terra de mulher guerreira que traz lata d'água na cabeça criando o menino de pés no chão.
Sou filho de Pernambuco, terra dos engenhos, do melado do mel da cana, da ciranda de Lia, do cantador Santana, de Capiba, Chacrinha e Lampião... Sim, sou da terra cantada nos baiões de Gonzagão.
Sou eu matuto forte não nego minhas raízes nem nego quem sou.
Na minha terra não se conta com a sorte, pois sou matuto forte nascido no Interior.
Minha escola foi cocheira, meu Professor foi o gado, fui menino Tangerino e na labuta diplomado.
Quando estiver pensando que é o fim da linha, erga os olhos com fé, contemple o infinito, acredite em dias melhores, pois os desafios diários sempre vem para nos fortalecer.
No Caminho com Maiakóvski
Assim como a criança
humildemente afaga
a imagem do herói,
assim me aproximo de ti, Maiakóvski.
Não importa o que me possa acontecer
por andar ombro a ombro
com um poeta soviético.
Lendo teus versos,
aprendi a ter coragem.
Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
Nos dias que correm
a ninguém é dado
repousar a cabeça
alheia ao terror.
Os humildes baixam a cerviz;
e nós, que não temos pacto algum
com os senhores do mundo,
por temor nos calamos.
No silêncio de meu quarto
a ousadia me afogueia as faces
e eu fantasio um levante;
mas amanhã,
diante do juiz,
talvez meus lábios
calem a verdade
como um foco de germes
capaz de me destruir.
Olho ao redor
e o que vejo
e acabo por repetir
são mentiras.
Mal sabe a criança dizer mãe
e a propaganda lhe destrói a consciência.
A mim, quase me arrastam
pela gola do paletó
à porta do templo
e me pedem que aguarde
até que a Democracia
se digne a aparecer no balcão.
Mas eu sei,
porque não estou amedrontado
a ponto de cegar, que ela tem uma espada
a lhe espetar as costelas
e o riso que nos mostra
é uma tênue cortina
lançada sobre os arsenais.
Vamos ao campo
e não os vemos ao nosso lado,
no plantio.
Mas ao tempo da colheita
lá estão
e acabam por nos roubar
até o último grão de trigo.
Dizem-nos que de nós emana o poder
mas sempre o temos contra nós.
Dizem-nos que é preciso
defender nossos lares
mas se nos rebelamos contra a opressão
é sobre nós que marcham os soldados.
E por temor eu me calo,
por temor aceito a condição
de falso democrata
e rotulo meus gestos
com a palavra liberdade,
procurando, num sorriso,
esconder minha dor
diante de meus superiores.
Mas dentro de mim,
com a potência de um milhão de vozes,
o coração grita – MENTIRA!
