đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â A comprovação da manipulação bem sucedida se dĂĄ quando vocĂȘ acredita que estĂĄ certo sĂł porque "pensa" como a maioria.
â SĂł se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguĂ©m que nem sequer te pediu desculpas.
â Os que sĂł se preocupam com quem dormir, se privam da graça de descobrirem com quem valha a pena acordar.
Brincar de ser cristĂŁo tambĂ©m Ă© um direito â acreditar que o encardido faça o mesmo Ă© sĂł outra tolice.
No mundinho onde tudo se polariza, sĂł hĂĄ pĂłdio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
A imprensa sempre foi opinativa e parcial; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenårio midiåtico, ela apenas se reinventou.
Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração â ou na confusĂŁo â dos que se perdem na enxurrada simultĂąnea de informaçÔes.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
Elas sempre foram opinativas e parciais; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenårio midiåtico, elas apenas se reinventaram.
Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração â ou na confusĂŁo â dos que se perdem na enxurrada simultĂąnea de informaçÔes.
Resta-nos perceber que o acesso Ă s notĂcias nuas e cruas deixou de ser direito universal, para se tornar privilĂ©gio dos que investigam.
Se os presĂdios se tornaram poderosas incubadoras de facçÔes, talvez a prisĂŁo domiciliar seja sĂł um jeito torto de afastar criminosos da pĂłs-graduação.
Quando me perguntam se Motocicleta Ă© SinĂŽnimo de Liberdade, sĂł respondo: âĂs vezes, atĂ© a Liberdade precisa se locomover sobre o paraĂso de duas rodas para tomar vento na cara.â
Que os bons ventos de agosto nos tornem sensĂveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!
LĂĄ se vai AgostoâŠÂ
Se despedindo com seus ventos discretos, carregando ensinamentos que, por vezes, passam despercebidos.Â
SĂŁo esses ventos que nos convidam Ă introspecção, que nos lembram de cuidar da nossa sensibilidade e atenção ao mundo.Â
Ă nesse preparo silencioso que encontramos a capacidade de receber o novo, de perceber os detalhes que realmente importam.
Setembro, com suas flores e cores, nĂŁo Ă© apenas um mĂȘs; Ă© um convite Ă recompensa daqueles que souberam Escutar, Reaprender e se transformar.Â
Merecer suas cores e fragrùncias não dependem de pressa ou força, mas de estarmos abertos, atentos e delicados o suficiente para reconhecer a beleza que nos cerca.
Que os ventos de agosto nos moldem com suavidade, que nos tornem atentos aos pequenos gestos e Ă s sutilezas da vida, para que, quando setembro chegar, possamos acolher suas flores, ornados de gratidĂŁo e plenitude.Â
Amém!
Que os bons ventos de agosto nos tornem sensĂveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!
Não tive nada a ver com o 11 de setembro⊠apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
â NĂŁo tive nada a ver com o 11 de setembro⊠SĂł carrego a Culpa, a GratidĂŁo e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que atĂ© em dias sombrios Deus acende luzes.
