Luis da camões
Que nosso propósito de vida seja sempre nosso Senhor Jesus, para que não por acaso, nossas vidas seja de muitas vitórias.
Ter atitude é fundamental em todas as circunstâncias, pois com ela é possível colocar em prática toda imaginação idealizada. Com isso é possível tornar: a invisibilidade da idéia, visível; a intangibilidade do sonho, tangível; e o pensamento abstrato em algo concreto.
Como um raio de sol, você brilhou, me encantei, me apaixonei. Com seu olhar me conquistou, em mim nasceu o amor. Não há palavras para descrever esse amor que sinto por ti. Você nasceu para viver para sempre do meu lado.
Bem aventurada, cheia de graça é a Mãe do nosso Senhor. Bendita sois vós, bendita sois vós, por dar a luz ao Salvador!
A mais importante manifestação da vida, está representada no ato de respirar. É tanto, que em todos os momentos estamos respirando, seja acordado ou dormindo.
Eu nada temerei Senhor, nada eu temerei! Ainda que eu passe no vale, o mais escuro, eu não temerei. Eu te seguirei Senhor, eu te seguirei! Por onde quer que andes vou andar, vou pegar minha cruz, vou te seguir.
Em oração, vigilantes, há todo tempo devemos estar. Perseverantes, lutando sempre para conquistar, a salvação que vem de Cristo.
Pois, Ele logo virá!
Deus quando nos criou, nos fez perfeitamente um para o outro. Para viver sempre juntos, eternos namorados!
O artista, o poeta, mergulha no inconsciente e volta. Já o doente, o louco, não tem o bilhete de volta. Essa é a diferença.
Banana Split
Aos que devoram o mundo
tranquilos, como se comessem
uma banana split;
aos que usam as assembléias
como balcão de negócios,
na esperança de vender
seu estoque de bombas;
aos banqueiros internacionais,
pressurosos em atender
os mendigos de Estado,
em troca de pequenas concessões;
aos que plantam suas máquinas
em terras estrangeiras,
para espremer os frutos,
o solo e as gentes;
àqueles que falam doce
e mandam seus missionários
catequizar os gentios
com hinos de dúbia letra;
aos amantes da ciência,
magos e feiticeiros,
hábeis em curar moléstias
geradas por eles mesmos;
aos que levam nosso ferro
e areias monazíticas
e nos devolvem em troca
o saldo de suas festas;
aos que matam nossa fome
com sacas de feijão podre
e nos afogam a sede
num mar de refrigerantes;
aos que abrem suas asas
sobre nossas cabeças ocas
e nos fazem aliados
contra o inimigo deles;
enfim, a todos aqueles
que usando de artimanhas
suas artes nos ensinam,
nossa gratidão eterna.
E a promessa de que um dia,
tão logo estejamos prontos,
restituiremos em dobro.
O fascínio dos dias nublados e chuvosos ☁️🌧
Desde sempre,
sinto uma certa sintonia
com dias assim...
É como se fossem
um convite irrecusável
à introspecção,
à um encontro íntimo
com a inspiração...
Há algo de profundamente meu
nos dias em que o céu
se veste de cinza...
É como se a alma respirasse melhor
nesse silêncio molhado,
como se a chuva lavasse
o excesso do mundo
e deixasse o coração nu,
pronto para sentir,
pronto para escrever...
A melancolia nesses dias
não me assusta, me acolhe com doçura,
é nela que encontro a lucidez
das minhas loucas tempestades internas...
Os dias nublados têm o dom
de me chamar para dentro...
No murmúrio da chuva,
reconheço antigas emoções
que adormecem à sombra das lembranças...
Há uma ternura cinéria
que me envolve inteira,
como se o tempo sussurrasse:
“agora é só você e a inspiração”...
✍©️@@MiriamDaCosta
Foi então que me vesti
de pacata coragem
e, suavemente,
inalei a essência do fadário,
enquanto as implacáveis
trilhas da vida
desafiavam minha
resistência silente.
Essa coragem que não grita,
não sangra em praça pública,
mas sustenta.
A essência do fadário,
esse destino que insiste,
sem escolher quando e como,
apenas acontece
como um vendaval contra o rosto.
E as implacáveis trilhas da vida
se abriam em espinhos e abismos,
desafiavam, uma a uma,
a minha resistência silente,
essa que permanece
mesmo quando tudo em volta
exige rendição.
Rendição que não conheço
e não me possui.
✍©️@MiriamDaCosta
Nas argênteas páginas lunares plenas
verso os meus laivos, trêmulos de estrelas,
no silêncio onde o tempo se enreda
em véus de névoa e luz serena.
Cada traço é um eco de saudade,
sussurrado ao vento sideral,
um murmúrio da alma em liberdade,
nas margens de um sonho abissal.
Riscam-se os versos em prata e ausência,
como quem canta e já se desfaz,
na órbita lenta da consciência,
que gira entre o nunca e o jamais.
✍©️@MiriamDaCosta
