"A troca da Roda" Bertolt Brecht
Eu plantei uma grande variedade de flores e rosas no meu coração, pois ele será um Jardim perfumado com o aroma da Primavera, mas também das demais Estações, em seu momento mais sadio, assim deverá ser o lugar exclusivo e inclusivo para a Borboleta que livremente viverá visitando ele, em plena harmonia com a vida e gosto.
Nota-se que o mundo mudou o discurso,
mas em sua doença crônica, conservou
os mesmos vícios de outrora.
À medida que amamos, nos tornamos próximos, o eixo que equilibra a nossa existência sai de dentro de nós e passa a residir na outra pessoa.
O enigma enfim se deu à decifração... Múltiplos saberes em um só coração... Onde havia estranheza, agora há lugar.
Cinquenta invernos de estranheza... Três semanas de lugar... O enigma virou clareza: Sou o que vimdecifrar. 🌻
Ame o próximo como a ti
mesmo, a convivência possui
um Pilar de respeito mútuo, é
a base para a "Ciência do Bem
Viver".
In: "Espiritual"
Aprendi com Nietzsche, em
"Ecce Homo", o Amor Fati,
amor à vida, o que passa
em seu decorrer e aceitação.
A existência precede a essência, postula a negação do fatalismo; Ao nascer, o indivíduo não possui um propósito ou natureza predefinidos.
Limpar a própria casa, cozinhar
e realizar os afazeres cotidianos,
é uma terapia, além de colaborar
com a família, proporciona maior
capacitação e independência.
Em pleno Verão, o Inverno chegou, naquele ano não
houve as demais valor, somente o frio, algumasflores resistentes do jardim, continuaram a florescer,na esperança da Primavera retornar, o Sol raiar e o coração voltar a aquecer. Aguardando o ciclo virar em um breve alvorecer
Se não posso mais ser beijado
pelas flores ao frescor da brisa,
antes seja adubo para elas
florescerem e aos pássaros
agradarem.
No meu Jardim, ela é flor livre,
voa como uma borboleta, tem
a sutileza do beija-flor, seu toque
é brisa. É a Lua que hipnotiza e
silencia o ruído do meu cérebro,
nela todas as estações do ano
se tornam primavera.
Não posso parar... O vento não consegue me levar... A profundidade de minhas raízes me sustentam na fragilidade.
Á vigilância noturna é
o silêncio barulhento,
o palco superlotado, o
invasor que rouba o
repouso, o cérebro
notívago que tudo
observa. O dia é seu,
e a Lua é minha.
