đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
''SĂł sei que nada sei''...
E nem isso sei direito
Porque, Ă s vezes,
acho que sei
e na verdade nĂŁo sei!
G. S. Nancy
Não sei se é cansaço, maturidade, aprendizado ou só idade mesmo. Mas tem certas coisas que eu nem me importo mais.
Estranho Ă© vocĂȘ entrar na casa da sua avĂł anos depois, sĂł assim vocĂȘ compreende a grandiosidade do Coliseu e das PirĂąmides do Egito
â VocĂȘ estĂĄ em coma?
Viver de sonhos e nĂŁo realizar, Ă© estĂĄ em coma sĂł esperando o Ășltimo suspiro de nada ter sido realizado.
NĂŁo tema se apaixonar, perder o sono imaginando futuros com alguĂ©m, ou reviver ĂĄudios sĂł para ouvir a voz que te desconcerta. NĂŁo tema amar de novo, mesmo tendo sofrido, ou confiar, mesmo tendo sido ferido. Amor nĂŁo Ă© para quem nasce pronto, mas para quem constrĂłi, como LEGO: Ă s vezes desaba e dĂłi, mas no fim vale a pena. Ame por vocĂȘ, nĂŁo por carĂȘncia. VocĂȘ merece um amor supimpa, daqueles que um dia vocĂȘ dirĂĄ: âFoi por isso que nĂŁo desisti de amarâ.
HĂĄ caminhos que sĂł existem, quando a gente insiste em prosseguir!
Desde 2021 estou na luta para mudar a histĂłria da Misofonia no Brasil. Talvez eu nĂŁo veja o resultado final.Talvez nem esteja aqui quando tudo florescer. Mas isso nĂŁo Ă© sobre aplausos â sempre foi sobre propĂłsito e legado.
Uma amiga, médica, me disse um dia:
âEu te vejo com um facĂŁo na mĂŁo, abrindo a mata, cortando o impossĂvel e criando a trilha.â
Talvez seja isso.
Se meu papel for abrir caminho na mata fechada, que outros construam as estradas.
Que eu seja pontes para o que vem pela frente. Que edifiquem onde hoje sĂł hĂĄ silĂȘncio, dor e desinformação.
Nem todo mundo nasce para descansar na obra pronta. Alguns nascem para rasgar o primeiro caminho.
Sentimento do dia!
03|03|2026 #AnĂĄpolis
Só porque não existe reciprocidade no amor, na bondade e na honestidade, não quer dizer que tais virtudes não devam ser praticadas. Existem coisas que são um fim em si mesmas e valem a pena serem estabelecidas mesmo sem uma reação adequada.
PROVA DE FOGO
Todo cristĂŁo pelo fogo Ă© renovado,
a nossa fé só aumenta se no fogo é provada.
Quem nĂŁo passa pela prova de fogo logo se desfaz,
pois nĂŁo suporta as lutas e nem os vendavais.
Se pelo fogo provado eu sou, Ă© porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior Ă© a prova de fogo, maior Ă© o valor.
Se pelo fogo provado eu sou, Ă© porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior Ă© a prova de fogo, maior Ă© o valor.
Se estås sofrendo na luta na qual és provado,
lembra-se que Cristo sofreu quando a cruz carregou.
Mas em meio a tanta dor, Ele nĂŁo desistiu,
venceu a morte e o inferno e para os céus subiu.
Se pelo fogo provado eu sou, Ă© porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior Ă© a prova de fogo, maior Ă© o valor.
Se pelo fogo provado eu sou, Ă© porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior Ă© a prova de fogo, maior Ă© o valor.
CĂcero Marcos
Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.
Eu segurei tua mĂŁo no momento mais difĂcil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fåcil ser desculpa.
Eu fui constĂąncia quando vocĂȘ me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tĂĄ ocupando espaço demais.
E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciĂȘncia resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.
Avisa quando chegar.
Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
NĂŁo era sĂł âme avisaâ.
Era ânĂŁo someâ.
Era ânĂŁo morreâ.
Era ânĂŁo me deixa do lado de fora sem nem saber se vocĂȘ ainda existeâ.
E aà eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.
Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortĂĄvel de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lĂȘ notificação de banco.
Eu merecia mais do que uma mensagem.
Porque eu nĂŁo fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu nĂŁo fui âqualquer umâ.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silĂȘncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que vocĂȘ teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incĂŽmodo. Virei algo que vocĂȘ precisava remover.
Avisa quando chegar.
Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não då pra explicar sem parecer pequeno:
vocĂȘ nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.
Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.
E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem âboa noiteâ.
SĂł que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que vocĂȘ nĂŁo tem certeza se quer.
E quando vocĂȘ nĂŁo assume, vocĂȘ deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartĂĄvel.
Porque descartĂĄvel Ă© quem nĂŁo aparece.
Eu olhava e faltava foto.
Faltava ânĂłsâ.
Faltava o bĂĄsico que nĂŁo Ă© vaidade, Ă© lugar.
E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com mĂșsica.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que vocĂȘ nĂŁo tinha coragem de afirmar.
Avisa quando chegar.
Eu te dei mĂŁo, e vocĂȘ me devolveu parede.
Eu te dei paciĂȘncia, e vocĂȘ me devolveu dĂșvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e vocĂȘ me devolveu silĂȘncio.
E o silĂȘncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era âteu jeitoâ.
Mas depois eu entendi: tem silĂȘncio que Ă© sĂł falta de escolha.
Tem silĂȘncio que Ă© a pessoa deixando vocĂȘ se acostumar com a ausĂȘncia antes de ir embora de vez.
Tem silĂȘncio que Ă© treino para o fim.
E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimĂŽnia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mĂnima de olhar no olho e dizer âacabouâ como gente adulta.
E aĂ entra a parte que vocĂȘ falou, e eu nĂŁo vou fingir que nĂŁo existe:
pra mim, isso pareceu punição.
NĂŁo porque eu tenho certeza do que vocĂȘ quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.
Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rĂĄpido, pra nĂŁo dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.
Avisa quando chegar.
Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
âQuer que eu vĂĄ aĂ?â
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu nĂŁo sumo.
E Ă© exatamente por isso que me destrĂłi:
eu fiquei, e vocĂȘ saiu por mensagem.
Eu nĂŁo estou pedindo eternidade.
Eu nĂŁo estou pedindo que vocĂȘ volte.
Eu nĂŁo estou pedindo que vocĂȘ mude o que sente.
Eu estou dizendo o bĂĄsico, o mais bĂĄsico:
eu merecia ser encerrado com respeito.
Porque tem uma diferença enorme entre âterminarâ e âdescartarâ.
E eu tÎ com a sensação de descarte atravessada na garganta.
Eu fui cuidado.
Eu fui mĂŁo.
Eu fui constĂąncia.
E eu nĂŁo virei memĂłria bonita.
Eu virei algo que vocĂȘ removeu.
Avisa quando chegar.
Hoje, quando o celular acende, dĂĄ raiva.
Porque eu sinto o impulso do hĂĄbito e lembro que nĂŁo tem mais âchegueiâ.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.
E o pior Ă© isso:
eu ainda me importo.
Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.
Eu ainda me importo.
E isso me dĂĄ nojo e saudade ao mesmo tempo.
EntĂŁo eu vou te dizer a Ășltima coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora Ă© meu corte:
Avisa quando chegar.
â Os livros que escrevi trazem o meu nome mas tenho dificuldade em encontrar os seus autores. SĂł aquele que estou a escrever Ă© feito por mim, os restantes parece-me sempre terem sido outros homens que os compuseram.
Enquanto ignoramos quem somos, reinamos.
Quando descobrimos, caĂmos.
Mas só caindo⊠nos tornamos reais.
â NĂŁo confunda um homem de Deus com um falso profeta. Ambos tĂȘm talento, mas sĂł um demonstra carĂĄter
â Coragem Ă© essencial nĂŁo sĂł para sobreviver em um mundo cercado de mau-caratismo, mas tambĂ©m para viver uma vida Ăntegra, fiel e honesta.
