John galsworthy
"E aquele brilho sempre estará comigo mesmo na escuridão. Assim a lua iluminará mais uma noite minha e nela relembrarei a minha vida, na chegada de algo novo."
-John. (Setembro de 2014)
"Olhos meus, das noites mau dormidas, observo sua sofrencia corriqueira. Deslizo-te quase em camera lenta, o fecho para o mundo lá fora. Lentamente, obrigo-me a te deixar descansar, e cambaleie meus pensamentos para aquele lugar. Uma ponte simples sobre um lago tranquilo a beira de um horizonte com fundo iluminado pelo sol do fim da tarde. Olhos meus, descanse e por amor a mim não acorde-me se isto for um sonho"
-John.
"Você teve a sua chance. Eu a tirei da escuridão e a mostrei a minha paixão. Mesmo se você tivesse testando minha paciência, eu teria feito até melhor. Se tudo começar de novo, você vai ver o estralar do meu coração e o brilho dos meus olhos. Escute minha voz, a farei entender e compreender o certo."
- John.
"Um passo de cada vez que a estrada é longa, complicada, esburacada e cansativa, mas vale a pena.
Poucos entendem o significado"
- John
"Você dançou comigo. Me mostrou como ser livre. É um tipo de perigo diferente que conheci com você"
* John.
"Garota dengosa, cheirosa e viciante.
Amo-te, criança madura que encanta meus olhos. Amo-te mulher, que me ensina todos os dias como viver a vida feliz"
- John.
"Pode ser que as minhas súplicas. Os meu gritos. Os meus pedidos de socorro, não cheguem até você, mas aos poucos a vida me mostra que amando você é a única saída"
- John. (Dezembro de 2015)
"A irritabilidade de uma ignorância complexa, lambuza a arrogância do ser humano mais inútil possível, por assim se dizer. A longo prazo o valor da sua superioridade mentalmente criada, vai ganhando cada vez mais poder dentro de uma sociedade ridiculamente ingênua para o mundo lá fora, que assim se fortalece, prevalecendo então sob o ego do ser que se diz racionalmente racional e afirmo-te em questão, que reler tais argumentos, não te tirará do poço da ingenuidade onde sua personalidade está."
- John. (Setembro de 2016)
[Mini história] - Reescrito.
O ponto de ônibus estava em chamas. O bueiro em frente, rachado, criando uma pequena cratera. O vidro dos carros, trincados e o chão pegando fogo por causa do calor. O vento soprava calmamente, aumentando a temperatura daquele inferno em questão. Os prédios se deteriorando em cima dos buracos que foram aparecendo aos poucos. As crateras nas ruas tornaram-se precipícios, tamanha era sua profundeza. As casas(...) - Ri por um instante, quando pensei em escrever sobre elas - não havia nenhuma afinal (recomecei). O que havia de moradia, se assim posso chamar essa estranha engenhosidade feita de aço e a prova de som. Um quadrado, por assim se dizer. A fome era mundial. Seres vivos de ambiente aquático, já eram a muitos anos considerados extintos, e a tendência dizia que tudo pioraria. Homens lutavam com sangue nos olhos, em busca de sua própria sobrevivência.
O mundo estava um caos ontem.Hoje, tudo é questão de sobrevivência. Custe o que custar. Uma crise que virou guerra.
Guerra !!!! Não por território, mas sim por alimento. Um único alimento. O único que restava. A carne. Humana ou não. Era comida. Era alimento. Era instinto. Era sobrevivência. Era a fome gritando mais alto, tornando o homem irracional.
Objetivo no fim, é sobreviver até amanhã.
E amanhã recomeçar tudo mais uma vez
- John. (Maio de 2016)
"Deixe a maré bater na rocha e desenhar o rastro do tempo, calejar pacientemente a dureza da natureza e pelos anos encontrar as brechas para que tudo se encaminhe com tamanha perfeição, observado atenciosamente pelos olhos de Deus para que nada ocorra dr modo aleatório e sem sentido. "
- John
"Quero dar tempo ao tempo, mas foi culpa do tempo que dele me perdi e aprendi. Vontade tive de conhece-lo, mas como tu disse-me deveras vezes, sou grandiosamente paciente, mas perdoe-me acabei me perdendo de minha melhor qualidade, da qual nos uniu em nosso inicio com tamanha divindade, da mais pura que um dia pude conhecer. Tu ensinasse-me a amar, a amar-te de uma forma indescritível até por mim, seu escritor."
- John. (07/06/2016)
"Que estranho como a criatividade cativa a inocência dos pensamentos puramente sarcásticos e cheios de intenções secundárias das quais com intenção flutuam na maldade da impureza que a vida carrega constantemente na maré do destino."
- John.
"Senti o peso da mordaça social junto ao conjunto político que se diz eticamente sociável se escondendo no tapete da humildade corriqueira de muitos quando esta é a questão"
- John.
"Lavo asneira brilhando o chão com a ignorância e o súbito da arrogância torna a ânsia presente na insistência da falsidade sangrenta de um sentimento congelante ao sol da persistência"
*John*
Quero dar tempo ao tempo, mas foi culpa do tempo que dele me perdi ou me reconstruí. Vontade tive de conhece-lo, mas como tu disse-me deveras vezes, sou grandiosamente paciente, mas perdoe-me princesa acabei me perdendo de minha melhor qualidade, da qual nos uniu em nosso inicio com tamanha divindade, da mais pura que um dia pude conhecer graças a ti meu amor. Tu ensinasse-me a amar uma única pessoa, a amar-te de uma forma indescritível até por mim, seu escritor. Escrever é o meu amor, e amar faz-me felizmente acreditar em nosso amor e ter esperança na própria esperança no poder do amor mais profundo.
(07/06/2016)
"Não caminhe apenas por caminhar, pois seus pés foram perfeitamente desenhados, para ir por um horizonte realmente importante. A sua força está nos seus olhos. Sua voracidade esta no seu coração, e o seu motivo esta no amor."
*John*
"Minhas velhas palavras atuais*
A minha vida foi sempre solitária
A escuridão arrepiava-me
Mas nunca me deu medo
A luz nunca foi um motivo
Pra que eu pudesse seguir
Parado aqui
Ajoelhado
No canto da parede
Deixo o vazio
Dizer-me
Que o silencio
É tudo que eu preciso
O peso que carrego
Na escuridão
Ainda pesa lá na alma
E não adianta
Sempre vai ter aquele dia
Que eu irei apagar a luz
Encostar na parede
Colocar a cabeça no joelho
Fechar os olhos
Deixar o vazio me torturar
Fazer do silêncio
A minha resposta pro nada
Nada?
Nada são essas pessoas
Que não valorizam
Suas vidas iluminadas pelas estrelas
No vento gelado da noite
Levanto-me
Deixo o meu choro
Cortar o silêncio
Como uma faca afiada
Entrando no meu coração
Se a dor é suportável
Eu não entendo
Porque
Essa dor tem que ficar
Ficar em meu peito
Porque eu choro
Por causa dela
Porque eu tenho
Que caminhar
Pelos escombros
Meus pés estão sangrando ja
Sozinho mais uma vez
Vou perdendo as forças
A escuridão
Os escombros
A minha alma inconsciente
Meu coração calejado
Meu corpo camuflado pelo medo
E parece que a escuridão
Não me deixará esquecer
Do medo
Mas é do medo
Que tenho medo
Medo de fechar os olhos
E nunca mais reabri-lo
Mas se for para olhar
A dor
Desejo carnalmente
Nunca mais
Abrir meus olhos
Pois irei chorar sangue
Se a dor possuir meu peito
Pela segunda vez"
- John.
"Sinto estar sobre as nuvens ou sentado sobre elas. Como se nada pudesse me tocar, jamais. O ponto mais alto de um sentimento. A paz vinda dele.
Meus olhos ali deixam as lagrima demonstrarem o que nem as palavras de um simples poeta sabe descrever. A entendo, mas não compreendo. Mas não sei qual caminho devo certificar para saber qual seguir. Daqui de cima, sinto a paz em meu peito e vejo as minhas pernas caminhando por um caminho incerto. E assim apenas vou sem saber, se eu precisar voltar, saberei como retornar."
- John.
"O aperto no coração, um sentimento que transborda lagrimas e lagrimas pelos olhos. Faz dos nossos dias corriqueiros um drama psicopata. Os olhos já não são mais os mesmos. As pernas já não sabem mais qual caminho percorrer. Meus pensamentos confusos desconhecem os comandos que meu cérebro insiste em impor atentamente cada segundo. Já não sigo mais uma linha de raciocínio apenas deixa a escuridão me levar a espera de algo bom que me faça sair daqui, pois não tenho mais forças para seguir sozinho."
- John.
"Meus olhos cansados, por causa das noites mal dormidas, não me deixam me concentrar em quase nada. Observo quase em câmera lenta, meus olhos se fechando para o mundo ao meu redor. Deixei abalar pelo cansaço e automaticamente meus olhos se fecharam, e levam meus pensamentos para aquele lugar. Uma ponte simples sobre um lago tranquilo a beira de um horizonte ao fundo iluminado pelo sol do fim da tarde. Lembro aqui vagamente, que aquela tarde foi uma das melhores da minha vida. Mas lentamente o tempo me obriga a esquecer, e consequentemente aceito esse novo modo de viver."
- John.
