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Viver nunca foi sĂł estar de olhos abertos.
Ă sĂł perceber a quantidade de zumbis ruas a fora nas veredas do que chamam ser oque Ă© viverâŠ
Sabe por que eu gosto da Lua?
Porque ela existe por si sĂł.
Ela nĂŁo precisa fazer nada
para ser reconhecida.
O mundo nĂŁo precisa te conhecer
para vocĂȘ ser reconhecida.
E mesmo quando ninguém olha,
a Lua continua lĂĄ â
firme, silenciosa, inteira.
Eu também mudo de fase,
Ă s vezes me escondo,
Ă s vezes brilho demais.
Mas mesmo nas noites em que tudo desaba,
eu ainda sou eu.
Carrego sonhos que nĂŁo sĂŁo sĂł meus,
e mesmo cansada, continuo existindo,
como quem promete luz
mesmo com o coração em sombras.
Porque, como a Lua,
eu também não deixo de ser luz
só porque o céu estå nublado.
(esse foi meu primeiro poema e talvez Ășltimo, nĂŁo costumo escrever, mas eu achei necessĂĄrio nesse momento, por que expressa bem o que sinto) .
Eu nĂŁo quero ela sĂł pra mim.
Quero ela livre.
E livre, ela volta.
Porque sabe:
o demĂŽnio que deixa ir
Ă© o Ășnico que nunca sai.
Bom dia, vocĂȘ que estĂĄ caminhando na mesma estrada que eu,
Olha sĂł como Ă© lindo pensar assim:
Somos como uma caravana de romeiros, que percorre junto essa estrada rumo ao encontro da nossa divindade. Vamos chamĂĄ-la de nossa catedral espiritual. Entende?
Uns caminham agrupados em grupos de quatro, cinco ou mais pessoas, enquanto outros que fazem parte da mesma romaria, seguem um pouco mais à frente ou mais atrås. E tem até aqueles que jå chegaram ao destino e jå estão sentados nos bancos da catedral, só nos esperando, não é mesmo?
Todos somos parte dessa mesma romaria, que um dia planejaram fazer juntos fazer a mesma romaria. Decidimos caminhar assim para termos tempo de conversar, rir, nos emocionar, de vez em quando parar para descansar e recuperar o fĂŽlego, antes de seguir adiante.
Hoje, começamos mais um dia para percorrer mais alguns quilÎmetros. Não importa se vamos mais devagar ou mais råpidos, o que vale é que estamos indo em direção à nossa catedral, onde, juntos, assistiremos a uma bela explicação sobre 'o' tudo que é a vida.
Para vocĂȘ, que faz parte da minha romaria, desejo uma Ăłtima quarta-feira. Descanse se precisar, mas nĂŁo desista.
Paz, bem e luz,
Por ZĂ© Domingos
29/10/2025
IntuĂdo e escrito agora para vocĂȘ, meu irmĂŁo amado.
NĂŁo Ă© sĂł uma questĂŁo de bons hĂĄbitos ou de responsabilidade comportamental;
Mas sempre que vocĂȘ inicia o dia dando prioridades ao que realmente deseja na vida!?
O universo e as forças espirituais, começam a enxergar o quanto vocĂȘ estĂĄ determinado no seu propĂłsito de vida.
Ăs realizaçÔes acontecem com mais frequĂȘncia desta forma.
A vida é sua, as tuas escolhas também;
Mas nem tudo na vida depende sĂł de vocĂȘ!
O propĂłsito pode ser Ășnico;
Mas a realização de algumas metas e objetivos vocĂȘ sĂł consegue realizar ao lado de alguĂ©m.
A escola
Era uma escola tĂŁo bem fechada,
Porta e janela sempre trancada.
Ali se entra sĂł com permissĂŁo,
De quem vigia o saber e a ação.
Não tinha espaço para escutar,
Quem era outro tinha que calar.
O saber preso na condição,
De diagnosticar, nĂŁo dar a mĂŁo.
Mas foi erguida com muito esmero,
Pra ser espelho de um mundo severo.
Fonte: Arthur Ian Teodoro Barbosa
Adaptação da canção de Vinicius de Moraes âA casaâ
Servir
Em momentos de infortĂșnio a postura se revela.
O carĂĄter de um homem sĂł se prova em meio a guerra.
Hå um fardo sobre a jura da defesa da nação
Esse fardo custa sangue e muita determinação
Quem o porta nĂŁo lamenta e rejeita monotonia,
Premeditando o caos em momentos de calmaria.
Alter ego que anseia o conforto de seu lar,
Mas prepara-se no aguardo das missÔes que irå herdar.
NĂŁo acolhe elogios, nem reciprocidade,
Ele atua em prol da defesa da liberdade.
Quer conheça ou desconheça o semblante deste ser,
Ele sabe, nĂŁo espera, apenas faz por merecer.
Não o veja com os olhos de alguém que sente pena,
Pois âlamentoâ Ă© um fruto da ĂĄrvore que ele condena.
Quando hĂĄ adversidades seu dever Ă© atuar,
Pois Ă© isso o que se espera do indivĂduo militar.
O seu mais sĂĄbio instrutor foi pregado em uma cruz,
E por trĂĄs da escuridĂŁo deixa um verbo em sua luz.
A palavra iluminada Ă© a razĂŁo para o seguir,
O maior verbo da histĂłria, com certeza Ă© SERVIR.
empatheia
perdeu-se com o impetuoso tempo
e a consolidaram na PSYKHĂ+PATHOS e seus derivantes
sĂł a Ășnica criatura perversa desse mundo Ă© capaz disso
reconhecem? "princĂpios" - hipĂłcritas!
sĂŁo atoardoados pela "sobreiedade" - "eu" - "ego"
suas distorçÔes manifestas
nĂŁo Ă© tudo, senĂŁo, motivados aos interesses?
a quem tanto louvam nĂŁo deu um tapa na cara de vocĂȘs antes de ser crucificado?
voltemos Ă s palavras
hypocrisis - cotidianamente
de fato, altruĂstas de suas psykhosis.
aqui registro, o mais HipĂłcrita de todos.
- Conflito dos Manifestos
Quando uma pessoa se mostra xarope, sĂł vou vĂȘ-la com outros olhos se ela modificar totalmente para melhor, e como isso Ă© dificĂlimo de acontecer, vou continuar vendo ela como uma pessoa xarope
No fim das contas,
a opiniĂŁo dos outros
Ă© sĂł ruĂdo sem sentido.
Quem xinga por prazer
tem o cérebro menor que um åtomo.
A felicidade nasce
quando calamos
a boca dos demĂŽnios
lĂĄ fora.
A vida sĂŁo lembranças, e vocĂȘ sĂł lembra do que tem sentimento. Se vocĂȘ nĂŁo tem sentimento, vocĂȘ nĂŁo estĂĄ vivendo.
Mais vale o sentimento do que a hipocrisia das pessoas, que sĂł pensa em ajudar os outros Ă custa de recompensa na vida.
"Na moral... vocĂȘ sĂł nasceu na dĂ©cada errada. EstĂĄ tudo certinho para mim: corpo, cabelo, sorriso, o olhar, inteligĂȘncia e os passos que vocĂȘ dĂĄ... Tem uma mistura Ă s vezes meiga, mas forte tambĂ©m. Eu admiro sua essĂȘncia toda, que Ă© incrĂvel. SĂł o detalhe da dĂ©cada errada... se nĂŁo fosse isso, eu acho que terĂamos uma conexĂŁo ainda mais especial."
