Jean la bruyère
Como eu queria ter a inocência de antes, queria crer em coisas inacreditáveis, queria passar a noite de 24 de dezembro acordada esperando o velinho barbudo entregar meu presente, queria ver o mundo como um paraíso, queria ver as pessoas como anjos, queria ver uma estrela cadente e fazer um pedido, acreditando que ele se realizaria, queria olhar para as pessoas e não enxergar maldade, pois não existiriam maldades, queria poder acreditar que meu príncipe encantado chegaria de cavalo branco, queria que as pessoas se importassem umas com as outras não pelo que tenham, e sim por quem são, queria acreditar que todas venceriam, queria acreditar que tudo vale a pena, queria acreditar que todos os sonhos se realizam independente de tudo, queria poder olhar as estrelas ao lado de quem amo, queria poder fazer planos para o futuro e saber que eles se realizariam, queria confiança independente de atos errados, queria poder acreditar em todos, sem medo de me magoar, queria um olhar sincero, queria um abraço sincero, queria palavras bonitas e não falsas, queria tomar banho na chuva sem ser olhada como estranha depois. Eu simplesmente “queria”, pois sei que tudo isso eu não vou ter.
"A humildade não passa muitas vezes de uma submissão fingida de que se serve para submeter os outros; é um artificio do orgulho que se rebaixa para se exaltar, e embora se transforme de mil maneiras, nunca é mais bem disfarçada e mais capaz de enganar do que quando se esconde sob a aparência da humildade"
“Cada um dos sentimento tem um tom de voz, gestos e rostos que lhe são próprios. E essa relação, boa ou má, agradável ou desagradável, é que faz que as pessoas agradem ou desagradem.”
Cidade das estrelas
Você está brilhando só para mim?
Cidade das estrelas
Há tanta coisa que eu não consigo ver
Quem sabe
Isso é o começo de algo maravilhoso e novo
Ou mais um sonho
Que eu não posso tornar realidade?
Um brinde àqueles que sonham
Por mais tolos que possam parecer
Um brinde aos corações partidos
Um brinde à bagunça que fazemos.
Ela capturou um sentimento,
Um céu sem teto,
Um pôr do sol em uma moldura.
Um brinde àqueles que sonham.
Por mais tolos que possam parecer.
Um brinde aos corações partidos.
Um brinde à bagunça que fazemos.
Alguém na multidão pode ser a pessoa que você precisa conhecer. A que finalmente levará você às nuvens.
E quando te decepcionarem, você se levantará do chão. Pois a manhã volta a surgir e é mais um dia de Sol.
deleguei
deixei com que as pessoas pensassem por si só
e amei
amei que pensei em mim
somente em mim
por mim
fazer por mim
e depois amando quem tivesse que amar
mas primeiro eu tive que
me amar
Que floresça entre nós
A semente da esperança
Que amanhã teremos momentos melhores
e de olhar aos nossos redores
e não de não mais medo.
Medo dos nossos dilemas
Em falar nossas verdades
De respeitar as nossas diferenças
De tentar ler outros poemas
De poetas que nunca escreveram
Talvez colheremos aí esse flor
Façamos um poema ou talvez um buquê
e entregaremos para aquele que não entenderam que
Floresça entre nós
A semente da esperança
Se somos grandes nos fazemos pequenos para nos encaixar. Se somos pequenos fazemos os grandes serem igual a nós. Não suportamos diferenças. Queremos igualdade em um mundo que é naturalmente desigual.
E então eu me verifiquei.
Era então influência.
Chequei tudo
e eu realmente influencia
muitos me ouviam
muitos mesmo.
e tudo fez sentido.
Os ventos que te sopraram
foram os mesmos que me fizeram
sem barro,
trouxeram
as cinzas do meu corpo
e renasci.
O mundo se desgraça por cortar as próprias mãos e tampar os próprios olhos quando se é necessário sentir e ver a própria desgraça.
