Briga com uma Amiga
Quem engana, na verdade, está enganando a si mesmo. Na arte de enganar, há sempre uma perda de si mesmo no processo. Seja verdadeiro!
Qual a maior barreira para a criatividade e a inovação? (...) É o medo de lançar uma ideia e ser ridicularizado e menosprezado.
Adoro a chuva e sua sinfonia
O cheiro que ela desfila
Tocando uma música antiga
Abrindo uma garrafa de vinho
Aquela que trás o frio
De presente o abraço quentinho
E transforma corpos em aconchego
Adormecidos com seu sossego
Adoro a chuva mansinha
A dose de calmaria
A doce coisa de Deus
Que molha fria e suave
Que nunca precisa de chaves
Que acaba, mas nunca é adeus...
Arrisque, se aventure, dê uma chance pra felicidade. Vá no ponto alto da paixão e depois caia, desiludido, nos escombros.
Menina estranha. Sorri como se fosse uma pessoa normal. Mais olha para as pessoas como se estivesse pedindo Socorro.
Dentro de um coração de gelo, poderia existir muito mais que água. Quem sabe, poderia surgir uma emoção tão forte capaz de quebrar esse gelo e transformá-lo em vapor. Mas durante certo período, o gelo se forma novamente. E não resta mais nada. Apenas o tempo. Mas será que o tempo conseguiria derreter um coração de gelo? Talvez o tempo não fosse capaz. Mas o amor fosse. O amor é desse jeito mesmo. Dura o quanto tem que durar. Congela o tempo necessário, fazendo com que a vida nos faça perceber se tudo isso vale ou não a pena. Mas na maioria das vezes, todo esse tempo e todo esse gelo se vão. Mas o sentimento permanece. Mesmo que no fim não seja mais amor. Apenas vapor…
-Amor Platônico-
O amor platônico pode começar por uma amizade, ou simplesmente por um olhar.
Amores platônicos são divertidos no começo, mas depois de um tempo a pessoa pode acabar se iludindo.
Quando isso acontece, esse amor deixa de ser tão divertido e passa a ser dolorido.
Você passa horas pensando na pessoa, se iludindo cada vez mais, tendo esperanças de algo possa acontecer entre ambos.
Sente saudades (muitas), chora pelos motivos mais bobos, e odeia a pessoa pelo fato de ela não corresponder o amor que você sente.
Mesmo que esse, nem saiba o que você sente por ele(a).
Quando ela lhe dá atenção, pela mínima que seja, você deixa de odiá-la e passa a ama-la novamente.
Por que todos sabemos que do ódio pro amor é somente um passo.
Se ele lhe abraça, ou faz algum tipo de contato físico, você derrete. E passa a achar que ele sente algo (Mais ilusão).
Mas isso muda novamente quando ele faz algo que a deixa com ciúmes, ou quando ele deixa de te dar atenção (mesmo que só por algumas horas).
Assim, você fica na dúvida, iludida. Chora, fica depressiva, achando que ninguém gosta de você e etc.
Começa a pensar, "Será que vale a pena chorar por alguém que mal sabe que você existe? Não. Mas então, se não vale, porque insistir?".
Daí você começa a dizer, tentar convencer a si mesma que não vai mais pensar na determinada pessoa, que não falará mais um simples "oi" ou sorrir quando a vê-la. E você fica determinada a fazer isso, mas no segundo em que você vê de novo seu amor platônico, tudo isso se dissipa, mesmo que você tente e consiga ficar sem contato por certo período de tempo. O sentimento volta. E aquele "ciclozinho" acontece novamente: Olhares, sorrisos, contato, ilusão, choros, ódio, amor , ódio, falta de contato breve, olhares...E por aí vai.
Infelizmente (ou não) o amor platônico só acaba quando encontramos alguém bem melhor, que nos aprecie do mesmo jeito que nós os apreciamos.
E isso pode demorar muito tempo. Enquanto esperamos temos que viver com as dores e as alegrias de se ter um "Amor Platônico".
Claro, pode acontecer desse amor platônico não ser platônico e você ser correspondida. Mas pra isso, você tem que insistir, correr atrás e esperar que o destino junte os dois. Afinal, o que tiver de ser, será.
A dor da ingratidão é pior que o fio de uma faca afiada, pior ainda é ver seu filho chorar por um pai que o deixou, e te deixar sozinha e ignorada, mesmo você tendo feito seu melhor papel. O de mãe amorosa, dedicada e que te protegeu das maldades do mundo!
Casar, para ela, não era negócio de paixão, nem se inseria no sentimento ou nos sentidos; era uma ideia, uma pura ideia. Aquela sua inteligência rudimentar tinha separado da ideia de casar o amor, o prazer dos sentidos, uma tal ou qual liberdade, a maternidade, até o noivo. Desde menina, ouvia a mamãe dizer: "Aprenda a fazer isso, porque quando você se casar"... ou senão: "Você precisa aprender a pregar botões, porque quando você se casar..."
A todo instante e a toda hora, lá vinha aquele -- "porque, quando você se casar..." -- e a menina foi se convencendo de que toda a existência só tendia para o casamento. A instrução, as satisfações íntimas, a alegria, tudo isso era inútil; a vida se resumia numa coisa: casar.
De resto, não era só dentro de sua família que ela encontrava aquela preocupação. No colégio, na rua, em casa das famílias conhecidas, só se falava em casar. "Sabe, Dona Maricota, a Lili casou-se, não fez grande negócio, pois parece que o noivo não é lá grande coisa"; ou então: "A Zezé está doida para arranjar casamento, mas é tão feia, meu Deus!..."
A vida, o mundo, a variedade intensa dos sentimentos, das ideias, o nosso próprio direito à felicidade, foram parecendo ninharias para aquele cerebrozinho; e, de tal forma casar-se se lhe representou coisa importante, uma espécie de dever, que não se casar, ficar solteira, "tia", parecia-lhe um crime, uma vergonha.
De natureza muito pobre, sem capacidade para sentir qualquer coisa profunda e intensamente, sem quantidade emocional para a paixão ou para um grande afeto, na sua inteligência a ideia de "casar-se" incrustou-se teimosamente como uma obsessão.
Não é porque eu não gosto de você. Só estou com medo. Há uma longa estrada à minha frente. Mas eu sou fraca demais. É por isso… é por isso que estou te deixando pra trás.
"Uma flecha só pode ser lançada se for puxada pra trás. Então, quando a vida te puxa pra trás, com dificuldades, significa que vai te lançar para algo grande. Apenas mantenha o foco e continue mirando."
Não fique triste nem queira o mal de uma pessoa que você ajudou e hoje sequer lembra da sua existência. Ou de repente até lembra, mas por não mais precisar, até te ignora e deixa de estender a mão quando você necessita. Primeiro porque gente ingrata não costuma ir muito longe. E segundo porque Deus tem uma ótima memória, e certamente recompensará quem fez algo pelo próximo em algum momento.
O Natal é uma época do ano em que as pessoas de todas as religiões estão juntas para adorar Jesus Cristo.
ೋ ✿ ♡ • ... e mais uma vez as luzes se acendem ... uma prece de esperança e gratidão , por dias de paz , benção e alegrias ! Bons sonhos ! Bom descanso ! ೋ ✿ ♡ •
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